Letting go... / Deixar ir... [Eng-Pt]

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This phrase, said, sung and prayed to the infinity of our patience, is in fact the best way to deal with what happens in our lives on a daily basis.

Every day, and several times a day, we are bombarded with hundreds of pieces of information. Inputs that enter through our eyes, ears, noses or even touch... Everything brings these sensations to the centre of our innermost being. And no, I'm not talking about our brain... It bypasses us and gives us an unthought response, which leads us to make a judgement about what has just happened, is happening or will be happening in front of us, or what will be reported to us.

By taking away our best mediator, our brain, and in particular our neocortex, we allow our most basic instincts to come to the fore and ‘decide’ what response or emotion will invade our spirit almost momentarily.

Accustomed to comfort and self-protection, everything that seems strange to us is seen as a potential threat to our integrity, or to the resources available to us, even if this doesn't correspond to the truth at all.

Being prisoners of our past actions, or conditioned by completely cinematic ‘deja vu’ experiences or fears worthy of a B-series play, should not be our stance.

Accepting that there are other perspectives on the same problem, which is not even, in its purest essence, the most basic of all... that we are being seen through eyes other than our own.

We must turn our eyes inwards. Stop seeing what surrounds us and trying to judge our actions and thoughts as if we were an external element.

This teaching is not at all easy to fulfil, especially nowadays. Everything seems completely unreal and unreliable to us.... So how can we stop being contaminated by past experiences or fears of future experiences that may never happen again?

We just have to let go... let go of our reason, which must be questioned, without this interfering with our values. Being wrong about a matter shouldn't be seen by us as our beliefs and our good faith being called into question, and we should be an ignoble figure. No such thing.

We must stop condemning ourselves and others.

And what better way to start this fantastic journey than with a rucksack on your back and breathing fresh air at the top of your lungs?

I hope you enjoyed my reflection today.

See you here tomorrow!

Cheers🍀

Esta frase, dita, cantada, rezada até à infinitude da nossa paciência é de facto a melhor frase para conseguirmos lidar com o que diariamente passa nas nossas vidas.

Todos os dias, e várias vezes por dia, somos bombardeados por centenas de informações. Inputs, que entram pelos nossos olhos, ouvidos, narizes, ou mesmo toque... Tudo leva essas sensações ao centro do nosso íntimo. E não, não me refiro ao nosso cérebro... Esse faz como que um bypass, e dá uma resposta não pensada, que nos leva a fazer um juízo acerca do que acabou, está ou estará à acontecer diante de nós, ou que nos será relatado.

Ao tirarmos o nosso melhor mediador, o nosso cérebro, e em particular o nosso neocortéx, deixamos que os nossos mais básicos instintos venham a sobrevir, e que "decidam" que resposta ou que emoção nos irá invadir o espírito quase em momentâneo.

Acomodados a um conforto, e uma auto-protecção, tudo o que nos parece estranho é visto como uma potencial ameaça à nossa integridade, ou aos recursos que nos estão disponibilizados, mesmo que isso não corresponda de todo à verdade.

Sermos prisioneiros das nossas acções passadas, ou condicionados por experiências ou medos de "deja vu" completamente cinematográficos, dignos de uma peça de série B, não deve ser a nossa postura.

Aceitar que existem outras perspectivas do mesmo problema, que nem seja, na sua mais pura das essências a mais básica de todas... estarmos a ser vistos por outros olhos que não os nossos.

Devemos virar os nossos olhos para o nosso interior. Deixar de ver o que nos rodeia, e tentarmos ajuizar as nossas acções e pensamentos como que fossemos um elemento exterior.

Este ensinamento não é de todo fácil de cumprir, muito menos nos dias em que estamos. Tudo nos parece completamente irreal e não confiável.... Como é então possível deixarmos de ser contaminados por experiências passadas, ou receios de experiências futuras, que podem nunca mais acontecer?

Só temos que abrir a mão... abrir a mão da nossa razão, que deve ser questionada, sem que isso interfira com os nossos valores. Estar enganado acerca de um assunto, não deve ser visto por nós como as nossas crenças e a nossa boa fé estar em causa, e sermos de facto uma figura ignóbil. Nada de isso.

Devemos deixar de nos condenar e de condenar os outros.

E que melhor cenário para começar essa jornada fantástica, do que um passeio de mochila às costas, e a respirar ar puro a plenos pulmões?

Espero que tenham gostado desta minha reflexão de hoje.

Vemo-nos por aqui amanhã!

Bem Hajam🍀

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