This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Historically, to a certain extent, Brazilians are a people who still doubt their potential (in practically every way, even in spheres recognized worldwide as exceptional, such as health, through the Unified Health System... which is a fundamental arm of the country to help the poorest population). Even though there have been advances over the years, the mindset of most Brazilians is unfortunately still very limited.
One of the biggest problems within this context is comparisons with the realities of other countries, which bring completely different scenarios, mainly due to the fact that the Brazilian territory is very extensive, with continental dimensions. In general, Brazilians tend not only to compare Brazil with other, better developed countries, but they also compare themselves with other types. The double error, which is still permeated in the soul of society.
Not only in this current society, but also in other versions of societies from decades past. The idea that the grass is always greener on the other side tends to place Brazilians in a “dome of submission” that remains a reference throughout countless cycles. Sometimes it seems to me that this whole process is a “victimistic” strategy to hide other types of defects that we still have, speaking in a plural way.
Placing the role of victim has a much more complex context, and in parts, the role of the government as leader of a nation is also very connected. The political class vehemently collaborates to make Brazilians behave in this way, because since the population itself is not properly valued (even if it is within a minimum percentage), it is natural and acceptable to understand moments and speeches of immense frustration.
In the not-too-distant future, I really hope that this type of thinking becomes extinct, because just like any other country or society, we are also capable of doing extraordinary things, but we need to understand this once and for all. Abandoning the “cult of victimization” is more than an idea, it is an obligation, because without doing so, we will continue going in circles, depriving ourselves of being able to have an even better future.
El síndrome del “desvalido”.
Históricamente, en cierta medida, los brasileños son un pueblo que aún duda de sus potencialidades (prácticamente en todos los sentidos, incluso en ámbitos mundialmente reconocidos como excepcionales, como la salud, a través del Sistema Único de Salud... que es un brazo fundamental del país). para ayudar a la población más pobre). Aunque ha habido avances a lo largo de los años, lamentablemente la mentalidad de la mayoría de los brasileños sigue siendo muy limitada.
Uno de los mayores problemas en este contexto son las comparaciones con las realidades de otros países, que traen escenarios completamente diferentes, principalmente por el hecho de que el territorio brasileño es muy extenso, con dimensiones continentales. En general, los brasileños tienden no sólo a comparar a Brasil con otros países mejor desarrollados, sino que también se comparan a sí mismos con otros tipos. El doble error, que todavía está impregnado en el alma de la sociedad.
No sólo en esta sociedad actual, sino también en otras versiones de sociedades de décadas pasadas. La idea de que el césped siempre es más verde del otro lado tiende a colocar a los brasileños en una “cúpula de sumisión” que sigue siendo referencia a lo largo de innumerables ciclos. A veces me parece que todo este proceso es una estrategia “victimista” para ocultar otro tipo de defectos que aún tenemos, hablando en plural.
Colocar el papel de víctima tiene un contexto mucho más complejo y, en algunas partes, el papel del gobierno como líder de una nación también está muy conectado. La clase política colabora con vehemencia para que los brasileños se comporten de esta manera, porque como la población misma no es valorada adecuadamente (aunque sea dentro de un porcentaje mínimo), es natural y aceptable comprender momentos y discursos de inmensa frustración.
En un futuro no muy lejano, realmente espero que este tipo de pensamiento se extinga, porque como cualquier otro país o sociedad, también somos capaces de hacer cosas extraordinarias, pero tenemos que entender esto de una vez por todas. Abandonar el “culto a la victimización” es más que una idea, es una obligación, porque sin hacerlo seguiremos dando vueltas, privándonos de poder tener un futuro aún mejor.
A síndrome do “azarão”.
Historicamente, até certo ponto, o brasileiro é um povo que ainda duvida bastante do seu potencial (em praticamente todos os sentidos, até mesmo em esferas mundialmente reconhecidas como excepcionais, como é o caso da saúde, através do Sistema Único de Saúde... que é um braço fundamental do país para auxiliar a população mais pobre). Ainda que tenham havido avanços ao longo dos anos, o mindset da maioria dos brasileiros ainda é, infelizmente bem limitado.
Um dos grandes problemas dentro desse contexto são as comparações com as realidades de outros países, que trazem cenários completamente distintos, principalmente pelo fato do território brasileiro ser muito extenso, com dimensões continentais. Em geral, o brasileiro costuma não apenas comparar o Brasil com outros países mais bem desenvolvidos, mas também comparam a si mesmos com outros tipos. O erro duplo, que ainda está impregnado na alma da sociedade.
Não apenas nesta sociedade atual, mas também em outras versões das sociedades de décadas passadas. A ideia sobre a grama do vizinho ser sempre mais verde costuma colocar os brasileiros dentro de uma “redoma de submissão” que se mantém como uma referência ao longo de incontáveis ciclos. Algumas vezes me parece que todo esse processo é uma estratégia “vitimista” para esconder outros tipos de defeitos que nós ainda temos, falando de uma maneira plural.
Se colocar um papel de vítima tem um contexto muito mais complexo, e que em partes, também está muito conectado o papel do governo enquanto líder de uma nação. A classe política colabora com veemência para que os brasileiros se comportem dessa maneira, porque uma vez que à própria população não é devidamente valorizada (mesmo que seja dentro de uma porcentagem mínima), é natural e aceitável entender os momentos e discursos de imensas frustrações.
Em um futuro não muito distante, eu realmente espero que esse tipo de pensamento seja extinto, porque assim como qualquer outro país ou sociedade, nós também somos capazes de fazer coisas extraordinárias, mas é preciso entender isso de uma vez por todas. Abandonar o “culto da vitimização” é mais do que uma ideia, é uma obrigação, porque sem fazer isso, nós iremos continuar andando em círculos, privando a nós mesmos de conseguir ter um futuro ainda melhor.