This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
The "target" must be hit with just one right idea.
Speak badly of me, but speak of me. For years, the clichés used in movies have already become part of cinematic history because they carry fundamental weight in certain types of narrative structures, which certainly help not only to create a solid foundation for developing a story, but also help to create a visual and stylized identity (depending on what the essence of each project is). The fact is that, whether loved or not, they can bring "systemic" problems.
Perhaps, the most popular (and most recognizable, because it is more commonly used) is the repetition of standardized ideas that they carry. However, the blame falls much more on those who use them (and how these people use them) than on the clichés themselves. It is quite true that some clichés are so silly or even bad. On the other hand, depending on how they are used in movies, they can be important tools for constructing elements within the plot.
The dilemma here is how to balance this applicability of a narrative device (which may or may not be verbal or visual), because it is according to the quantity, intensity, and execution of the choices that they may - or may not - become a major headache for some screenwriters and directors. Every cinematic genre, over the years, has built its own clichés, and the way they have “evolved” through time is the merit of a small group.
Although it is almost impossible to attribute the merit of this matter to specific names, it is impossible to deny that the history of cinema was (in part) built by what clichés represent. Like any other device, clichés just need to be better chosen (and used) to work according to the atmosphere of the projects in which they are inserted. The problem isn't exactly them... Because they are just an accessory that is part of the whole.
Their essence is so strong that, with just a few seconds of a scene after its projection begins, a particular movie can easily be categorized by a large number of people. Therefore, if they are used the right way, a movie can easily become good in the eyes of the general public because this creates a kind of “bridge” between the fantastic side that is created by the combination of image and sound, and the realistic side that needs to buy into that whole idea.
El problema con los clichés.
Hablen mal, pero hablen de mí. Desde hace años, los clichés utilizados en las películas ya forman parte de la historia cinematográfica porque tienen un peso fundamental en determinados tipos de estructuras narrativas, que ciertamente ayudan no solo a crear una base sólida para desarrollar una historia, sino que también ayudan a crear una identidad visual y estilizada (dependiendo de cuál sea la esencia de cada proyecto). El hecho es que, sean amados o no, pueden traer problemas "sistémicos".
Quizás, el más popular (y más reconocible, por ser utilizado con mayor frecuencia) sea la repetición de ideas estandarizadas que llevan consigo. Sin embargo, la culpa recae mucho más sobre quienes los usan (y cómo esas personas los usan) que sobre los propios clichés. Es muy cierto que algunos clichés son tan tontos o incluso malos. Por otro lado, dependiendo de la manera en que sean utilizados en las películas, pueden ser herramientas importantes de construcción dentro de la trama.
El dilema aquí es cómo dosificar esta aplicabilidad del recurso narrativo (que puede o no ser verbal o visual), porque es de acuerdo con la cantidad, la intensidad y la ejecución de las elecciones que pueden - o no - convertirse en un gran dolor de cabeza para algunos guionistas y directores. Todo género cinematográfico, a lo largo de los años, ha construido sus propios clichés, y la manera en que fueron “evolucionando” a través del tiempo es mérito de un pequeño grupo.
Aunque es casi imposible atribuir el mérito de esta cuestión a través de nombres específicos, es imposible negar que la historia del cine fue (en parte) construida por lo que los clichés representan. Al igual que cualquier otro recurso, los clichés solo necesitan ser mejor elegidos (y utilizados) para funcionar de acuerdo con la atmósfera de los proyectos en los que están insertados. El problema no son exactamente ellos... Porque son solo un accesorio que forma parte del todo.
Su esencia es tan fuerte, que con apenas unos pocos segundos de escena después del inicio de su proyección, una determinada película puede ser fácilmente categorizada por un gran número de personas. Por lo tanto, si son utilizados de la manera correcta, una película puede fácilmente volverse buena a los ojos del gran público porque esto crea una especie de “puente” entre el lado fantástico que es creado por la unión de la imagen y el sonido, y el lado realista que necesita comprar toda esa idea.
O problema com os clichês.
Falem mal, mas falem de mim. Há anos, os clichés usados nos filmes já fazem parte da história cinematográfica porque eles têm um peso fundamental em determinados tipos de estruturas narrativas, que certamente ajudam não apenas a criar uma base sólida para desenvolver uma história, mas também ajudam a criar uma identidade visual e estilizada (a depender de qual seja a essência de cada projeto). O fato é que, sendo amados ou não, eles podem trazer problemas "sistêmicos".
Talvez, o mais popular (e mais reconhecível, por ser mais comumente utilizado) seja a repetições de ideias padronizadas que eles carregam. No entanto, a culpa recai muito mais sobre quem os usam (e como essas pessoas os usam) do que nos próprios clichês. É bem verdade que alguns clichês são tão bobos ou até mesmo ruins. Por outro lado, a depender da maneira como eles são usados nos filmes, eles podem ser ferramentas importantes de construções dentro da trama.
O dilema aqui é como dosar essa aplicabilidade de recurso narrativo (que pode ou não ser verbal ou visual), porque é de acordo com a quantidade, a intensidade e a execução das escolhas que eles podem - ou não - se tornar uma grande dor de cabeça para alguns roteiristas e diretores. Todo e qualquer gênero cinematográfico, ao longo dos anos, construiu os seus próprios clichês, e o modo como eles foram “evoluindo” através do tempo é um mérito de um pequeno grupo.
Embora seja quase impossível atribuir o mérito dessa questão através de nomes específicos, é impossível negar que a história do cinema foi (em partes) construída pelo que os clichês representam. Assim como qualquer outro recurso, os clichês só precisam ser melhor escolhidos (e usados) para funcionar de acordo com a atmosfera dos projetos nos quais eles estão inseridos. O problema não é exatamente eles... Porque eles são apenas um acessório que faz parte do todo.
A essência deles é tão forte, que com apenas poucos segundos de cena após o início da sua projeção, um determinado filme pode ser facilmente categorizado por um grande número de pessoas. Logo, se eles forem usados do jeito correto, um filme pode facilmente se tornar bom aos olhos do grande público porque isso cria uma espécie de “ponte” entre o lado fantástico que é criado pela junção da imagem e do som, e o lado realista que precisa comprar toda aquela ideia.
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