This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Yes, the world has changed... Much more than we can see or imagine. In one way or another, this ends up impacting all segments around the world, and the beer market is no exception. Bringing the Millennial and Gen Z generations to the forefront of this text, it is perfectly acceptable (and proven through facts) that younger society is buying (and drinking) less and less beer (on a global level). Although this scenario is not yet so alarming, the trend is that there will be growth that will force strong change.
This might not concern you on a singular scale (as a mere consumer), but when there's a gradual increase in the overall competitive landscape (which is the entire market that manufactures this type of beverage and massively contributes to the economic development of the whole country through tax revenue that strengthens the GDP... just to cite one example, because I could also talk about the opening of new businesses and job opportunities), the scenario becomes more complex due to its very nature, involving certain political aspects.
Considering that the inputs for producing beer on a large scale are becoming increasingly expensive (especially if we consider the new demands imposed by the new society, such as non-alcoholic or craft beers), this market really has a great challenge ahead, because it is no longer just about selling beer within a historically "orthodox" standard, but rather about how this will be done in the face of a scenario that inspires urgent change not only in the way this product is sold... But above all, in how it is to be manufactured now.
Paying attention to these more specific demands (highlighting a notable difference in behavior between an older and a younger audience), the market for so-called premium beers has been a kind of "escape valve" to channel the production of this segment into a new direction. However, the need to remodel this traditional market, which no longer meets the demands imposed by older societies, is also clear. Of course, many old dogs learn new tricks, but not all of them actually want to deal with it.
Nueva sociedad. Nuevas exigencias.
Sí, el mundo ha cambiado... Mucho más de lo que podemos ver o imaginar. De una forma u otra, esto termina impactando a todos los segmentos del mundo, y el mercado cervecero no es la excepción. Si consideramos a las generaciones Millennial y Z como tema central de este texto, es perfectamente aceptable (y está comprobado con hechos) que la sociedad más joven compre (y beba) cada vez menos cerveza (a nivel global). Si bien este escenario aún no es tan alarmante, la tendencia es que habrá un crecimiento que impulsará un cambio radical.
Esto quizás no te preocupe a escala singular (como mero consumidor), pero cuando hay un aumento paulatino en el panorama competitivo general (que es todo el mercado que fabrica este tipo de bebidas y contribuye masivamente al desarrollo económico de todo el país a través de ingresos fiscales que fortalecen el PIB… solo por citar un ejemplo, porque también podría hablar de la apertura de nuevos negocios y oportunidades de empleo), el escenario se vuelve más complejo por su propia naturaleza, involucrando ciertos aspectos políticos.
Considerando que los insumos para producir cerveza a gran escala son cada vez más costosos (sobre todo si consideramos las nuevas demandas que impone la nueva sociedad, como las cervezas sin alcohol o artesanales), este mercado realmente tiene un gran desafío por delante, porque ya no se trata sólo de vender cerveza dentro de un estándar históricamente “ortodoxo”, sino de cómo se hará esto ante un escenario que inspira un cambio urgente no sólo en la forma de vender este producto… Sino sobre todo, en cómo se va a fabricar ahora.
Al atender estas demandas más específicas (lo que pone de relieve una notable diferencia de comportamiento entre el público mayor y el más joven), el mercado de las llamadas cervezas premium ha funcionado como una especie de "válvula de escape" para canalizar la producción de este segmento hacia una nueva dirección. Sin embargo, también es evidente la necesidad de remodelar este mercado tradicional, que ya no satisface las demandas impuestas por las sociedades más antiguas. Claro que muchos veteranos aprenden nuevos trucos, pero no todos están dispuestos a afrontarlos.
Nova sociedade. Novas demandas.
Sim, o mundo mudou... Muito mais do que nós conseguimos ver ou imaginar. De uma maneira ou de outra, isso acaba impactando em todos os segmentos ao redor do mundo, e dentro do mercado cervejeiro isso não seria uma exceção. Trazendo para o ponto central desse texto as gerações Millenials e Z, é perfeitamente aceitável (e comprovada através de fatos) que a sociedade mais jovem está comprando (e bebendo) cada vez menos cervejas (em um nível globalizado). Apesar deste cenário ainda não ser tão alarmante, a tendência é que haja um crescimento que forcará forte mudança.
Isso talvez não te traga preocupação numa escala singular (enquanto mero consumidor), mas quando há um exponente gradual dentro de todo esse jogo (que é todo o mercado que fabrica esse tipo de bebida e que, massivamente, colabora para o desenvolvimento econômico de todo país através de uma arrecadação que traz maior robustez ao PIB... apenas para citar um exemplo, porque eu também poderia falar aqui sobre aberturas de novas empresas e vagas de empregos) altamente competitivo, o cenário se torna mais complexo pela própria natureza que envolve alguns aspectos políticos.
Considerando que os insumos para produzir cervejas em larga escala estão ficando cada vez mais caros (principalmente se considerarmos as novas demandas impostas pela nova sociedade, como cervejas sem-álcool ou cervejas artesanais), esse mercado realmente tem um grande desafio pela frente, porque não se trata mais apenas de vender cerveja dentro de um padrão historicamente “ortodoxo”, mas sim, sobre como isso será feito diante do que um cenário que inspira à mudança urgente não apenas na maneira de vender esse produto... Mas sobretudo, como ele dele ser fabricado agora.
Prestando atenção nessas demandas mais específicas (evidenciando uma notável diferença de comportamento entre um público mais velho e um público mais jovem), o mercado das chamadas cervejas premium tem sido uma espécie de “válvula de escape” para escoar a produção desse segmento para um novo caminho. No entanto, fica clara também a necessidade de remodelar esse mercado tradicional, que já não atende as demandas impostas pelas sociedades mais antigas. É claro que muitos cachorros antigos aprendem novos truques, mas nem todos de fato querem lidar com isso.