This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Any and every type of competition always becomes more interesting (at least from my point of view) when there are leaderboards. Not necessarily just competitions, but any other examples of collective interactions where people are literally “racing” to reach the top, and especially to stay there. The idea behind this pursuit is fueled precisely by the need to compete and by the “sense of urgency” in the race (which has to do with overcoming obstacles and positions of power, to say the very least).
Some people are naturally competitive, and of course any leaderboards become almost a kind of “tool” to motivate them. This is precisely one of the main aspects that makes them such a popular “option” for incentivizing competitors. Many people need to “feel” a sense of belonging by being in places where there is an imminence of power in the pursuit of the top of the “food chain” and the uncertainty of always needing to surpass themselves.
To be or not to be part of a group? To be or not to be seen as a leadership figure in a board game when we are placed within a leaderboard like these? To care or not about the positions we hold within that board in a certain type of competition? Anyway, the options are many. However, all of them help bring a natural “capture” of attention to this type of situation. Competing is simply part of some people's nature; they use it as "fuel".
The ups and downs of the numbers, in some situations, are a lot of fun... But regardless of the type of competition, where these leaderboards exist, there is popularity in the effort to always want to do better. Different sides feed off each other retroactively (so to speak), reinforcing the pursuit of excellence. Surely, there are psychological aspects that explain many of these behaviors and, in particular, this “admiration” for leaderboards (which has a worldwide reach), which are becoming increasingly common and competitive.
Tablas de Clasificación: ¿Por qué son tan populares?
Todo tipo de competición siempre se vuelve más interesante (al menos desde mi punto de vista) cuando existen tablas de clasificación. No necesariamente solo las competiciones, sino cualquier otro ejemplo de interacciones colectivas donde las personas están literalmente “corriendo” para llegar a la cima, y principalmente para mantenerse en ella. La idea detrás de esta búsqueda se fomenta justamente por la necesidad de competir y por el “sentido de urgencia” en la carrera (que tiene que ver con la superación de obstáculos y posiciones de poder, por decir lo menos).
Algunas personas son naturalmente competitivas, y está claro que cualquier tabla de clasificación se convierte casi en un tipo de “herramienta” para motivarlas. Este es precisamente uno de los principales aspectos que hacen de ellas una “opción” de incentivo tan popular para los competidores. Muchas personas necesitan “sentir” la pertenencia de estar en lugares donde existe una inminencia de poder en la búsqueda por la cima de la “cadena alimentaria” y la incertidumbre de tener que superarse siempre.
¿Formar o no formar parte de un grupo? ¿Ser o no ser visto como una figura de liderazgo en un juego de mesa cuando somos incluidos dentro de una tabla como estas? ¿Importarnos o no las posiciones que ocupamos dentro de ese cuadro en un determinado tipo de competición? En fin, las opciones son muchas. Sin embargo, todas ellas ayudan a generar una “captación” natural de atención hacia este tipo de situación. Competir simplemente forma parte de la naturaleza de algunas personas, que utilizan esto como "combustible".
El subir y bajar de los números, en algunas situaciones, es muy divertido... Pero no importa el tipo de competición, donde existen estas tablas, existe la popularidad en el esfuerzo de querer hacerlo siempre mejor. Diferentes lados se alimentan de manera retroactiva (por así decirlo), reforzando la búsqueda de la excelencia. Sin duda, hay aspectos psicológicos que explican muchos de estos comportamientos y, en especial, esta “admiración” por las tablas de clasificación (que tiene un alcance mundial), que se vuelven cada vez más comunes y competitivas.
Tabelas de Classificação: Por que elas são tão populares?
Todo e qualquer tipo de competição sempre fica mais interessante (ao menos no meu ponto de vista) quando existem tabelas de classificação. Não necessariamente apenas as competições, mas quaisquer outros exemplos de interações coletivas onde as pessoas estão literalmente “correndo” para chegar ao topo, e principalmente para se manter nele. A ideia por trás desta busca é fomentada justamente pela necessidade de competir e pelo “senso de urgência” na corrida (que tem haver com a superação de obstáculos e posições de poder, para dizer o mínimo).
Algumas pessoas são naturalmente competitivas, e é claro que quaisquer tabelas de classificação se tornam quase que um tipo de “ferramenta” para motivá-las. Esse é justamente um dos principais aspectos que fazem delas uma “opção” de incentivo tão popular para os competidores. Muitas pessoas precisam “sentir” o pertencimento de estar em lugares onde há uma iminência de poder na busca pelo topo da “cadeia alimentar” e a incerteza de precisar sempre se superar.
Fazer ou não fazer parte de um grupo? Ser ou não ser visto como uma figura de liderança num jogo de tabuleiro quando somos inseridos dentro de uma tabela como essas? Se importar ou não com as posições que estamos dentro daquele quadro em um determinado tipo de competição? Enfim, as opções são muitas. No entanto, todas elas ajudam a trazer uma “captação” de atenção natural para esse tipo de situação. Competir simplesmente faz parte da natureza de algumas pessoas; que usam isso como comubstível.
O sobe e desce dos números, em algumas situações, é muito divertido... Mas não importa o tipo de competição, onde essas tabelas existem, existe a popularidade no esforço de sempre querer fazer melhor. Diferentes lados se alimentam de maneira retroativa (por assim dizer), reforçando à busca pela excelência. Com certeza, há aspectos psicológicos que explicam muitos desses comportamentos e, em especial, essa “admiração” pelas tabelas de classificação (que tem um alcance mundial), que se tornam cada vez mais comuns e competitivas.