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Violence is everywhere. Maybe you’ve noticed this too. It’s not just in the streets or in the news, but on TV screens, in the movies we watch, in the games we play, even on social media. It’s as if it’s something normal, something that has become part of our daily life, like breakfast. We’ve become so accustomed to this idea of violence. And the worst part: as a crime journalist, I can say that I’m extremely used to it, and very little truly “shocks” me.
Violence is like an invisible specter. When we’re watching an action movie or even listening to a song with aggressive lyrics, it feels like we’ve become used to “seeing” violence as something normal, almost trivial. After all, we deal with it constantly, whether on movie screens or in the daily news. And with every new scandal or sad event that hits the media, we grow even more accustomed to it. I’m not only referring to physical violence but also psychological violence, which can sometimes be even more subtle but just as destructive.
Of course, we can’t control everything that’s imposed on us, but we can control our reactions and the choices we make in our daily lives.
It also makes me think about how much we’re influenced by our experiences and the way we see the world. Violence isn’t just in the movies or on the streets; it’s inside of us, in our daily attitudes, in the little things. I know how violence, even when disguised as something small, can spread and grow. And it’s at that moment that we must have the strength to stop and reflect: what can we do to change this?
It’s as if violence is gradually infiltrating our lives, almost like a leak that slowly takes over the environment until we can no longer see the difference between what is real and what is fiction. I have the feeling that the more we expose ourselves to it, the more insensitive we become.
Maybe if we started paying more attention to how we react to these situations, how we face them, we could take the first step.
I believe the answer starts within ourselves. The key is to act with empathy, to look at others with compassion, and to try, as much as possible, to do good. Sometimes, a simple gesture, like caring for a stray animal or offering a kind word, can make all the difference. And I know that, as long as I’m sitting in front of the computer, writing an article or even helping a friend, my mission is to not let violence normalize our lives. If we all do our part, no matter how small, maybe we can change this growing chain of negativity.
In the end, I truly believe that change lies in the small actions we take every day. It’s not easy, but if we all give our best, maybe tomorrow’s world will be a little less violent than today’s.
All the content, pics and editions are of my authorship.
Written in PT-BR. Translated to EN-US using ChatGPT.
Cover: created by Canva.
Violência está por toda parte. Talvez você já tenha notado isso também. Não é só nas ruas ou nos jornais, mas nas telas da TV, nos filmes que assistimos, nos jogos que jogamos, até nas redes sociais. Como se fosse algo normal, algo que se tornou parte do nosso cotidiano, como o café da manhã. Estamos tão acostumados com essa ideia de violência. E o pior: como jornalista policial, eu digo que estou extremamente acostumada e pouca coisa me "assusta".
A violência é como um espectro invisível. Quando estamos assistindo a um filme de ação ou até mesmo ouvindo uma música com letras agressivas, parece que estamos acostumados a "ver" a violência como algo normal, quase banal. Afinal, estamos lidando com tudo isso constantemente, seja nas telas de cinema ou nas notícias de todos os dias. E a cada novo escândalo ou evento triste que aparece na mídia, nos acostumamos ainda mais com isso. Não me refiro apenas à violência física, mas também à violência psicológica, que às vezes é até mais sutil, mas igualmente destrutiva.
É claro que não podemos controlar tudo o que nos é imposto, mas podemos controlar nossas reações e as escolhas que fazemos no nosso dia a dia.
Me faz pensar também no quanto somos influenciados pelas nossas experiências e pela nossa forma de ver o mundo. A violência não está apenas nos filmes ou na rua; ela está dentro de nós, nas atitudes diárias, nas pequenas coisas. Sei como a violência, mesmo que disfarçada de algo pequeno, pode se espalhar e crescer. E é nesse momento que devemos ter força para parar e refletir: o que podemos fazer para mudar isso?
É como se a violência estivesse se infiltrando na nossa vida de forma gradual, quase como uma infiltração que, aos poucos, vai tomando conta do ambiente até não conseguirmos mais ver a diferença entre o que é real e o que é ficção. Tenho a sensação de que, quanto mais nos expomos a isso, mais insensíveis nos tornamos.
Talvez, se começássemos a prestar mais atenção na forma como reagimos a essas situações, como as encaramos, talvez conseguíssemos dar o primeiro passo.
Acredito que a resposta começa em nós mesmos. A chave é agir com empatia, olhar para os outros com compaixão e tentar, na medida do possível, fazer o bem. Às vezes, um gesto simples, como cuidar de um animal de rua ou oferecer uma palavra amiga, pode fazer toda a diferença. E sei que, enquanto estiver em frente ao computador, escrevendo uma matéria ou até ajudando um amigo, minha missão é não deixar que a violência normalize nossa vida. Se todos fizermos nossa parte, por menor que seja, quem sabe a gente não consegue mudar essa corrente crescente de negatividade.
No fim das contas, eu realmente acredito que a mudança está nas pequenas atitudes que tomamos todos os dias. Não é fácil, mas se todos nós dermos o nosso melhor, talvez o mundo de amanhã seja um pouco menos violento do que o de hoje.
Todo o conteúdo, imagens e edições são de minha autoria.
Escrito em PT-BR. Traduzido para EN-US usando o ChatGPT.
Capa: criada com Canva.