This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Finding a way to outsource blame for our own actions seems to be one of the specialties of human beings and this is something that is increasingly growing as we blame the world for our change in behavior. When we watch (or read) some news with bizarre content (with wide layers of impact), we have certainly heard someone (or even ourselves) say that the “world is going crazy”, when in fact we are the crazy ones.
The world has continued to be a world since the beginning of time (obviously with its natural transformations and frequent human intervention in physical and geographical terms). Humans also continue to be humans, despite all the changes in thoughts over the years. However, considering this current world perspective, will we human beings continue to be the same in our essences? Here is my question.
If we consider the idea that the world is really going “crazy”, the powder trail was lit by us. In pursuit of an incessant hegemony involving power and money, all sectors that keep the capitalist world as we know it standing are affected, and once this happens it is only a matter of time before the “domino effect” begins to happen. (and this can easily be seen with the bizarre situations that happen every day).
Being a direct reflection of our attitudes, in a certain way, the world is “dependent” on what we do to exist within its changes (whether punctual or not), and following this thought, if we act with increasingly more inconsequential for the wrongest motivations possible, the reason why the world is “crazy” is explained. This is not something that difficult to understand, but some people make a point of neglecting all of this.
Sometimes I wonder how far we are going to continue being human, not only to ourselves, but also to other people. The world depends on this dynamic of interaction between people to make sense, as it impacts any and all types of environments and creatures that live in them. This cycle has been getting stronger and stronger over decades, but ignoring the problem seems to be the easiest option because we don't want any action.
El mundo no se está volviendo loco. Nosostros estamos.
Encontrar una manera de externalizar la culpa de nuestras propias acciones parece ser una de las especialidades de los seres humanos y esto es algo que crece cada vez más a medida que culpamos al mundo por nuestro cambio de comportamiento. Cuando vemos (o leemos) alguna noticia con contenido extraño (con amplias capas de impacto), seguramente hemos escuchado a alguien (o incluso a nosotros mismos) decir que “el mundo se está volviendo loco”, cuando en realidad los locos somos nosotros.
El mundo ha seguido siendo mundo desde el principio de los tiempos (obviamente con sus transformaciones naturales y la frecuente intervención humana en términos físicos y geográficos). Los humanos también seguimos siendo humanos, a pesar de todos los cambios de pensamiento a lo largo de los años. Sin embargo, considerando esta perspectiva mundial actual, ¿los seres humanos seguiremos siendo los mismos en nuestras esencias? Aquí está mi pregunta.
Si consideramos la idea de que el mundo realmente se está volviendo “loco”, el rastro de la pólvora lo encendimos nosotros. En la búsqueda de una hegemonía incesante que involucra poder y dinero, todos los sectores que mantienen en pie el mundo capitalista tal como lo conocemos se ven afectados, y una vez que esto sucede, es sólo cuestión de tiempo antes de que comience a ocurrir el “efecto dominó” (y esto. se puede ver fácilmente con las situaciones extrañas que suceden todos los días).
Al ser un reflejo directo de nuestras actitudes, en cierto modo, el mundo es “dependiente” de lo que hacemos para existir dentro de sus cambios (sean puntuales o no), y siguiendo este pensamiento, si actuamos con acciones cada vez más intrascendentes por el mal motivaciones posibles, se explica la razón por la cual el mundo está “loco”. Esto no es algo tan difícil de entender, pero algunas personas se esfuerzan por descuidar todo esto.
A veces me pregunto hasta dónde vamos a seguir siendo humanos, no sólo con nosotros mismos, sino también con las demás personas. El mundo depende de esta dinámica de interacción entre personas para tener sentido, ya que afecta a todos y cada uno de los tipos de entornos y criaturas que viven en ellos. Este ciclo se ha ido fortaleciendo cada vez más durante décadas, pero ignorar el problema parece ser la opción más fácil porque no queremos ninguna acción.
O mundo não está ficando louco. Nós estamos.
Encontrar uma maneira de terceirizar a culpa pelos próprios atos parece ser uma das especialidades dos seres humanos e isso é algo cada vez mais crescente uma vez que culpamos o mundo pela nossa mudança de comportamento. Quando assistimos (ou lemos) alguma notícia com conteúdo bizarro (em amplas camadas de impacto), certamente já ouvimos alguém (ou até nós mesmos) dizer que o “mundo está ficando louco”, quando na verdade os loucos somos nós mesmos.
O mundo continua sendo mundo desde o início dos tempos (obviamente com suas transformações naturais e por uma intervenção humana frequente em termos físicos e geográficos). Humanos também continuam sendo humanos, apesar de todas às mudanças de pensamentos ao longo dos anos. No entanto, considerando essa perspectiva de mundo atual, será que nós seres humanos, vamos continuar sendo os mesmos em nossas essências? Eis aqui o meu questionamento.
Se considerarmos a ideia de que o mundo está ficando mesmo “louco”, o rastro de pólvora foi aceso por nós. Em busca de uma incessante hegemonia envolvendo poder e dinheiro, todos os setores que mantém o mundo capitalista como nós o conhecemos de pé são afetados, e uma vez que isso acontece é apenas uma questão de tempo até que o “efeito dominó” comece a acontecer (e isso pode ser facilmente visto com as situações bizarras que acontecem todos os dias).
Sendo um reflexo direto de nossas atitudes, de uma certa maneira, o mundo é “dependente” do que nós fazemos para existir dentro das suas mudanças (sejam elas pontuais ou não), e seguindo esse pensamento, se nós agimos com ações cada vez mais inconsequentes pelas motivações mais erradas possíveis, está explicada a razão pela qual o mundo está “louco”. Isso não é algo tão difícil de ser compreendido, mas algumas pessoas fazem questão de negligenciar tudo isso.
Às vezes eu me questiono até onde nós vamos continuar sendo humanos, não apenas consigo mesmos, mas também com as outras pessoas. O mundo depende dessa dinâmica de interação entre pessoas para fazer sentido, uma que isso impacta todo e qualquer tipo de ambiente e criaturas que nele estão vivendo. Esse ciclo vem sendo fortemente cada vez mais ao longo de décadas, mas ignorar o problema parece ser a opção mais fácil porque não querer nenhuma ação.