The unattainable dream of world peace.

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When I look at the world with a macro view, I usually tend to be a much more realistic guy than optimistic. Generally, people tend to confuse my position with a pessimistic conclusion about what I think about the world. Obviously, I don't have any major impact on the situations that happen around the world, but I can impact (on so many levels) the lives of the people around me.

I started this text showing a personal position about a trait of my personality because earlier today I was talking to some friends about the most “trendy” war of the moment: Russia vs. Ukraine. In a specific moment of our conversation (a mix of socio-political-cultural elements), I was quite emphatic in saying that I don't believe that world peace will really happen someday, and I was very criticized for that.

My friends' arguments (which I won't explain in this text because there was too much philosophical theory to be transcribed right now) were exhaustingly surreal, and although they were well founded, it seems that they are living in precisely the reality in which the thoughts used by the philosophers they chose to bring into our conversation lived. At times I had to hold back my laughter, and I did it because of the consideration I have for them.

Basically, since the world was created, wars have existed. Whether of greater or lesser proportions, and with matters of singular or plural necessity, wars shed tears and blood as the world transforms into something more complex. Optimism based on thoughts that no longer match our reality is like denying a truth that is in front of us, and unfortunately, the much-dreamed world peace is one of them.


El sueño inalcanzable de la paz mundial.

Cuando miro el mundo con una visión macro, suelo ser un tipo mucho más realista que optimista. Generalmente, la gente tiende a confundir mi posición con una conclusión pesimista sobre lo que pienso del mundo. Obviamente, no tengo un gran impacto en las situaciones que suceden alrededor del mundo, pero puedo impactar (en varios niveles) las vidas de las personas que me rodean.

Comencé este texto mostrando una posición personal sobre un rasgo de mi personalidad porque hoy temprano estaba hablando con unos amigos sobre la guerra más “de moda” del momento: Rusia vs. Ucrania. En un momento específico de nuestra conversación (una mezcla de elementos socio-políticos-culturales), fui bastante enfático en decir que no creo que la paz mundial realmente llegue algún día, y fui muy criticado por eso.

Los argumentos de mis amigos (que no explicaré en este texto porque había demasiada teoría filosófica para transcribir en este momento) eran abrumadoramente surrealistas, y aunque estaban bien fundados, parece que están viviendo precisamente en la realidad en la que los pensamientos usados por los filósofos que eligieron traer a nuestra conversación vivida. A veces tuve que contener la risa, y lo hice por la consideración que les tengo.

Básicamente, desde que se creó el mundo, han existido guerras. De mayor o menor magnitud, y con asuntos de necesidad singular o plural, las guerras derraman lágrimas y sangre a medida que el mundo se transforma en algo más complejo. El optimismo basado en pensamientos que ya no concuerdan con nuestra realidad es como negar una verdad que está frente a nosotros, y lamentablemente, la tan soñada paz mundial es una de ellas.


O inatingível sonho da paz mundial.

Quando eu olho para o mundo com uma visão macro, eu geralmente costumo ser um cara muito mais realista do que otimista. Geralmente, as pessoas costumam confundir esse meu posicionamento com uma conclusão pessimista sobre o que eu penso em relação ao mundo. Obviamente que eu não tenho nenhum impacto majoritário sobre as situações que acontecem mundo à fora, mas eu posso impactar (em diversos níveis) à vida das pessoas que estão ao meu redor.

Eu comecei esse texto mostrando um posicionamento pessoal sobre um traço da minha personalidade porque hoje mais cedo eu estava conversando com alguns amigos sobre a guerra mais “badalada” do momento: Rússia vs. Ucrânia. Em um momento específico da nossa conversa (uma mistura de elementos sócio-político-culturais), eu fui bastante enfático em dizer que não acredito que à paz mundial realmente vai acontecer algum dia, e fui muito criticado por isso.

Os argumentos dos meus amigos (sobre os quais eu não vou explanar neste texto porque houve muita teoria filosófica para ser transcrita agora) foram exaustivamente surreais, e apesar de terem sido bem fundamentados, parece que eles estão vivendo justamente na realidade em que os pensamentos usados pelos filósofos que eles escolheram trazer para à nossa conversa viviam. Em alguns momentos eu precisei segurar o riso, e fiz isso pela consideração que tenho a eles.

Basicamente, desde que o mundo foi criado que as guerras existem. Sejam elas de maiores ou menores proporções, e com assuntos de necessidade singular ou plural, as guerras derrubam lágrimas e sangue à medida em que o mundo se transforma em algo mais complexo. O otimismo com base em pensamentos que não mais condizem com à nossa realidade é como negar uma verdade que está na nossa frente, e infelizmente, a tão sonhada paz mundial é uma delas.

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