The most important conversation.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

One of the most incredible (and at the same time very complex; as it is something full of global ramifications) abilities of human beings is speaking. Especially when we need to talk to ourselves. Here, I am referring to what we say without anyone hearing, to what no one can know because it is something very personal. I mean, there is another person who can also hear us; and it definitely would be a younger version of ourselves.

Have you ever thought about what this conversation would be like?

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Pixabay

The opportunity to be face to face with my past self (still a child) brings me a very optimistic scenario about how my present self would be. I definitely cannot complain about who I have become, and although I - like any other human being anywhere on the planet - am in a constant process of evolution, I would certainly be a much better and more assertive adult in my long-term personal and professional decisions.

I'd definitely tell (my past self) that values like courage and honesty should never be moderated or underestimated, because they represent great altruistic acts (even though they may sound selfish in more specific moments). Moreover, I'd say that feelings like love should never be a reason for regret, because those who lose are those who don't know how to receive it. I'd also say that feelings like hatred should be totally avoided.

Trust is a very precious item, so I would tell myself to pay more attention to who will surround me (both personally and professionally). Always question what isn't right, and never accept other people's impositions on my own life. Not creating expectations where there is no room for them, and even if there is indeed space, not measuring such a large scope to avoid possible frustrations (which is already something relatively notable).

Hard work should never be seen as a burden, and even less so studying (especially if it is to achieve something we desire so much). Eventually, every effort is rewarded... And it is precisely the combination of this consistent work that provides us with this. Whatever happens, do not choose shortcuts to shorten everything that is already written to be ours. Self-knowledge and self-confidence would also be easily remembered themes.

Finally, but not least, I'd tell myself that enjoying the simplest (or silliest, so to speak) moments is essential, because my future memories would certainly be happier, and undoubtedly more meaningful for carrying more relevant messages. In a world where money talks, I'd try not to listen to the oppressive voices of the system at high volume and would try to listen to the voices that echo near me with much more attention.

This is my entry in the contest being promoted by the India United community.


La conversación más importante.

Una de las habilidades más increíbles (y al mismo tiempo muy complejas; por ser algo repleto de ramificaciones a nivel global) de los seres humanos es hablar. En especial, cuando necesitamos conversar con nosotros mismos. Aquí, me refiero a lo que decimos sin que nadie escuche, a lo que nadie puede saber porque es algo muy personal. Es decir, hay otra persona que también puede escucharnos; y definitivamente sería una versión más joven de nosotros mismos.

¿Alguna vez has pensado en cómo sería esta conversación?

La oportunidad de poder estar cara a cara con mi yo del pasado (aún niño) me trae un escenario muy optimista sobre cómo sería mi yo de hoy. Definitivamente no puedo quejarme de quién me he convertido, y aunque yo - al igual que cualquier otro ser humano en cualquier parte del planeta - esté en un constante proceso de evolución, ciertamente sería un adulto mucho mejor y más asertivo en mis decisiones personales y profesionales a largo plazo.

Yo definitivamente le diría (a mi yo del pasado) que valores como el coraje y la honestidad nunca deberían ser moderados o menospreciados, porque representan grandes actos altruistas (aunque suenen egoístas en momentos más específicos). Además, diría que sentimientos como el amor nunca deberían ser motivo de arrepentimiento, porque quien pierde es quien no sabe recibirlo. También diría que sentimientos como el odio deberían ser totalmente evitados.

La confianza es un elemento muy valioso, así que me diría a mí mismo que prestara más atención a quién me rodea (tanto personal como profesionalmente). Siempre cuestionar lo que no esté bien, y nunca aceptar las imposiciones de otras personas sobre mi propia vida. No crear expectativas donde no hay espacio para eso, y aunque de hecho exista, no medir un alcance tan grande para evitar posibles frustraciones (que ya es algo relativamente notable).

El trabajo arduo nunca debería ser visto como una carga, y mucho menos el estudio (principalmente si es para realizar algo que tanto deseamos). Eventualmente, todo esfuerzo es recompensado... Y es precisamente la combinación de ese trabajo consistente lo que nos proporciona eso. Pase lo que pase, no elegir atajos para acortar todo lo que de hecho ya está escrito para ser nuestro. Autoconocimiento y autoconfianza también serían temas fácilmente recordados.

Por último, pero no menos importante, me diría a mí mismo que aprovechar los momentos más simples (o más tontos, por así decirlo) es esencial, porque mis recuerdos futuros seguramente serían más felices, y con certeza, más significativos por llevar mensajes más relevantes. En un mundo donde el dinero habla, intentaría no escuchar las voces opresoras del sistema a alto volumen y trataría de escuchar las voces que resuenan cerca de mí con mucha más atención.

Esta es mi participación en el concurso que está siendo promovido por la comunidad India United.


A conversa mais importante.

Uma das habilidades mais incríveis (e ao mesmo tempo muito complexas; por ser algo repleto de ramificações a nível global) dos seres humanos é falar. Em especial, quando precisamos conversar com nós mesmos. Aqui, eu me refiro ao que dizemos sem ninguém ouvir, ao que ninguém pode saber porque é algo muito pessoal. Quer dizer, há outra pessoa que também pode nos ouvir; e definitivamente seria uma versão mais jovem de nós mesmos.

Você já pensou como seria esta conversa?

A oportunidade de poder ficar frente a frente com o meu do passado (ainda criança) me traz um cenário bem otimista sobre como o meu de hoje seria. Eu definitivamente não posso reclamar de quem eu me tornei, e embora eu - assim como qualquer outro ser humano em qualquer parte do planeta - esteja em um constante processo de evolução, eu certamente seria um adulto muito melhor e mais assertivo nas minhas decisões pessoais e profissionais de longo prazo.

Eu com certeza diria (ao meu eu do passado) que valores como coragem e honestidade nunca deveriam ser moderados ou menosprezados, porque representam grandes atos altruístas (ainda que soem como egoístas em momentos mais específicos). Além disso, eu diria que sentimentos como amor nunca deveriam ser motivo de arrependimento, porque quem perde é quem não sabe recebê-lo. Também diria que sentimentos como ódio deveriam ser totalmente evitados.

Confiança é um item muito precioso, então, eu diria a mim mesmo para prestar mais atenção em quem vai me cercar (tanto pessoalmente quando profissionalmente). Sempre questionar o que não for certo, e nunca aceitar as imposições de outras pessoas sobre à minha própria vida. Não criar expectativas onde não existe espaço para isso, e ainda que de fato exista, não mensurar um escopo tão grande para evitar possíveis frustrações (que já é algo relativamente notável).

O trabalho árduo nunca deveria ser visto como um fardo, e muito menos o estudo (principalmente se for para realizar algo que nós tanto desejamos). Eventualmente, todo esforço é recompensado... E é justamente a combinação desse trabalho consistente que nos proporciona isso. Aconteça o que acontecer, não escolher atalhos para encurtar tudo que de fato já está escrito para ser nosso. Autoconhecimento e autoconfiança também seriam temas facilmente lembrados.

Por fim, mas não menos importante, eu diria a mim mesmo que aproveitar os momentos mais simples (ou mais bobos, por assim dizer) é essencial, porque as minhas memórias futuras certamente seriam mais felizes, e com certeza, mais significativas por carregarem mensagens mais relevantes. Em um mundo onde o dinheiro fala, eu tentaria não ouvir as vozes opressoras do sistema no alto volume e tentaria ouvir as vozes que ecoam perto de mim com muito mais atenção.

Essa é a minha participação no concurso que está sendo promovido pela comunidade India United.

via HiveSuite

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