This publication was also written in SPANISH and PORTUGUESE.
Financially speaking, living in Brazil means having to learn to deal with a current currency (REAL) that is extremely devalued in relation to other currencies such as the DOLLAR or the EURO. This is definitely not a new scenario here (because in past decades, we have suffered from very high levels of inflation, at levels never imagined before) but in the months ahead, due to an immeasurable amount of problems (many of them, political strategies), the Brazilian people are seeing food prices rise very quickly.
Going to the supermarket is a necessary activity for all of us, but before, what was a reason for necessity, is now also a reason for war (literally). The winners' prizes are the "promotions" that supermarkets do, so that customers can try to save their money a little more, but even so, the scenario is still terrible. With each new trip to the supermarked, Brazilians are surprised in a negative way with a surreal increase in food prices that were previously bought without so much expense and despite the strategies to try to save some money, the bags are getting noticeably less and less full.
- Some of the highlights regarding price increases are: meats, rice, oil, beans, sugar, tomatoes, potatoes, cheese (especially the mozzarella type), bread and milk (whole grain).
According to the government, there are several direct (and indirect) factors for these increases to be happening: the pressure of the dollar against the real (because many products are imported), the lack of rain that hinders the harvest of certain foods and the high level of exports to the detriment of imports (because in this way the foreign market is more supplied, while the domestic market is being emptied). However, the reasons are not enough to explain the constant - and bitter - increases in the prices of all foods because many of them are grown and / or manufactured right here, but still, with high market values.
We are far from going through the same situation as some closer countries (like Venezuela, which unfortunately is a country that is experiencing a very sad scenario), but in relation to our reality, looking only into our own country, the Brazil continues with a significantly high and very worrying inflationary change, which has been increasingly felt by the rising unemployment rates, the impact of the pandemic and a type of perverse omission by the federal government that makes a better financial situation impossible for those in need.
Los precios de los alimentos continúan subiendo mientras las bolsas se vacían más.
Económicamente, vivir en Brasil significa tener que aprender a lidiar con una moneda corriente (REAL) que está extremadamente devaluada en relación con otras monedas como el DÓLAR o el EURO. Definitivamente, este no es un escenario nuevo aquí (porque en las últimas décadas hemos sufrido niveles de inflación muy altos, a niveles nunca antes imaginados) pero en los meses venideros, debido a una cantidad incalculable de problemas (muchos de ellos, estrategias políticas ), el pueblo brasileño está viendo un aumento muy rápido de los precios de los alimentos.
Ir al supermercado es una actividad necesaria para todos, pero antes, lo que era un motivo de necesidad, ahora es también un motivo de guerra (literalmente). Los premios de los ganadores son las "promociones" que hacen los supermercados, para que los clientes puedan intentar ahorrar un poco más su dinero, pero aún así, el escenario sigue siendo terrible. Con cada nuevo viaje a la supermercado, los brasileños se sorprenden de manera negativa con un aumento surrealista en los precios de los alimentos que antes se compraban sin tanto gasto y a pesar de las maniobras para tratar de ahorrar dinero, las bolsas se están volviendo cada vez menos llenas.
- Algunos de los destaques en relación a las subidas de precios son: carnes, arroz, aceite, frijoles, azúcar, tomates, patatas, queso (especialmente el tipo mozzarella), pan y leche (integral).
Según el gobierno, existen varios factores directos (e indirectos) para que se estén dando estos aumentos: la presión del dólar contra el real (porque muchos productos son importados), la falta de lluvias que dificulta la cosecha de ciertos alimentos y la alto nivel de exportación en detrimento de la importación (porque así se abastece más el mercado externo, mientras que se vacia el mercado interno). Sin embargo, las razones no son suficientes para explicar los constantes - y amargos - aumentos en los precios de todos los alimentos porque muchos de ellos se cultivan y / o fabrican aquí mismo, pero aún así, con altos valores de mercado.
Estamos lejos de pasar por la misma situación que algunos "países hermanos" (como Venezuela, que lamentablemente es un país que vive un escenario muy triste), pero en relación a nuestra realidad, mirando solo a nuestro propio país, continúa Brasil. con un cambio inflacionario significativamente alto y muy preocupante, que se ha sentido cada vez más por las crecientes tasas de desempleo, el impacto de la pandemia y un tipo de omisión perversa del gobierno federal que imposibilita una mejor situación financiera para los necesitados.
Os preços dos alimentos seguem subindo enquanto as sacolas ficam mais vazias.
Financeiramente falando, morar no Brasil significa ter que aprender a lidar com uma moeda vigente (REAL) que é extremamente desvalorizada em relação a outras moedas como o DÓLAR ou o EURO. Definitivamente, isso não é um cenário novo por aqui (porque em décadas passadas, nós já sofremos com níveis de inflações altíssimos, em níveis nunca antes imaginados) mas nos meses mais, por uma quantidade imensurável de problemas (muitos deles, estratégias políticas), o povo brasileiro está vendo os preços dos alimentos subirem de uma maneira muito rápida.
Ir ao supermercado é uma atividade necessária a todos nós, mas antes, o que era motivo de necessidade, agora é também passou a ser um motivo de guerra (literalmente). Os prêmios dos vencedores são as "promoções" que os supermercados fazem, para que os clientes possam tentar economizar um pouco mais o seu dinheiro, mas mesmo assim, o cenário ainda é péssimo. A cada nova ida ao supermercado, os brasileiros são surpreendidos de maneira negativa com um aumento surreal dos preços de alimentos que antes eram comprados sem tantos gastos e apesar das manobras para tentar economizar dinheiro, as sacolas estão ficando nitidamente cada vez menos cheias.
- Alguns dos destaques em relação aos aumentos dos preços são: carnes, arroz, óleo, feijão, açúcar, tomate, batata, queijo (especialmente o tipo mussarela), pão e leite (integral).
De acordo com o governo, existem vários fatores diretos (e indiretos) para esses aumentos estarem acontecendo: a pressão do dólar em relação ao real (porque muitos produtos são importados), a falta de chuva que atrapalha a colheita de determinados alimentos e o elevado nível de exportação em detrimento da importação (porque dessa forma o mercado externo fica mais abastecido, enquanto o mercado interno vai sendo esvaziado). No entanto, as razões não são o suficiente para explicar os constantes - e amargos - aumentos nos preços de todos os alimentos porque muitos deles são cultivados e / ou fabricados aqui mesmo, mas ainda sim, com valores de mercado alto.
Nós estamos longe de passar pela mesma situação de alguns "países irmãos" (como a Venezuela, que infelizmente é um país que está vivendo um cenário muito triste), mas em relação a nossa realidade, olhando apenas para dentro do nosso próprio país, o Brasil segue com uma alteração inflacionária significativamente alta e muito preocupante, que tem sido cada vez mais sentida pelos crescentes índices de desemprego, pelo impacto da pandemia e por um tipo de omissão perversa do governo federal que inviabiliza uma melhor situação financeira para quem precisa.