Nos dias atuais, é difícil encontrar jovens talentos que sejam musicalmente facetados. Mas às vezes o cenário musical sofre renovações inesperadas (e mais do que necessárias) para que novas misturas sonoras possam aparecer e abrir novos caminhos... E é justamente isso que esse cantor, compositor e guitarrista inglês vem tentando fazer ao longo de sua carreira: mostrar os eu talento e a inovação que carrega consigo.
Fonte: Divulgação (Hollywood Reporter)
James Michael Bay (conhecido no mundo artístico apenas como James Bay), teve o seu primeiro contato com a música aos 11 anos de idade. O fato aconteceu em decorrência de uma situação inusitada: depois de ouvir a canção "Layla" (do cantor Eric Clapton) ele teve que tirar a poeira de uma guitarra clássica que ficava guardada embaixo de uma das escadas de sua casa.
Por ser considerado muito jovem para aprender a tocar esse instrumento de maneira oficial, ele resolve aprender tudo sozinho, praticando em seu quarto com ajuda de vídeo aulas no YouTube. Essa foi a chama suficiente para ele querer tornar-se cantor. O sonho acabou ganhando forma alguns anos depois, através da gravadora Replubic Records (que o conheceu através de um vídeo de suas apresentações ao vivo nas ruas de Londres postado por um fã).
Depois do lançamento de 4 EP's, o primeiro álbum em estúdio (intitulado Chaos and The Calm) foi lançado em 2015. Após uma boa recepção por parte dos críticos e estrear em primeiro lugar no Reino Unido (chegando a figurar no Top 20 da Billboard 200), o trabalho fez com que ele ganhasse mais fãs. Três anos depois (em 2018), ele lançou o seu trabalho mais recente (e mais "controverso", por mudar o estilo musical habitual): Electric Light.
Fonte: Divulgação (Billboard)
A essência musical dele é difícil de ser captada (e isso fica claro no contraste que seus dois álbuns em estúdio apresentam). Ele tem uma vibe meio vintage com uma pegada alternativa que lembra muito o cenário underground (em um nível mais leve), navegando entre diversos gêneros musicais (como Rock, Pop, R&B, Blues e Jazz) que juntos - e misturados - criam uma nova experiência musical de qualidade.
Contando com uma voz ríspida e meio riscada a seu favor, ele canta músicas bem compostas e que tem significados reais. Performances ao vivo (seja em programas de TV, tours ou festivais) fazem o estilo intimista (às vezes até contidas demais) e isso o aproxima ainda mais do seu público. Entre suas premiações mais importantes, destaca-se o reconhecimento do Brit Awards (em 2016) recebeu o prêmio de Melhor Artista Solo Britânico.
Vale à pena conhecer o trabalho dele e a dica para começar é essa aqui:
[ Discografia ]
"The Dark of the Morning" [EP] (2013)
"Let It Go" [EP] (2014)
"Hold Back the River" [EP] (2014)
"Other Sides" [EP] (2015)
"Chaos and The Calm" (2015)
"Electric Light" (2018)