This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Earlier today, while I was watching a news report on a national television broadcast, I happened to come across a very interesting story (with two distinct sides of the same coin): internet access across Brazilian territory has reached 90% (considering the different means of access and the different locations where it can be accessed), and virtually everyone who owns some type of smartphone uses the internet through it to carry out specific activities (which is a good thing).
Scheduling medical appointments, requesting documents, paying bills (or handling other types of financial services), shopping online, working remotely, and many other examples are part of this “new world” (which, in reality, has not even been discovered by everyone yet). However, at the same time that we strive to stay increasingly connected, it also seems that we are becoming more disconnected (within the context of less intense social interaction) with every new step we take toward social modernization. Technology is “swallowing” us, and how far does the limit go?
Not only socially, but also professionally and even personally. More and more time in front of screens, less and less time actually living life in the real world. Whether children, teenagers, adults, or even the elderly... the percentage of time spent in front of screens seems to be surpassing the percentage of time spent experiencing real-world events. At least from my point of view (considering everything I can see around me, especially), this is becoming an increasingly common reality.
All of this is, at the very least, ironic, because what was created to bring us closer together... Is actually becoming responsible (indirectly speaking, of course) for driving us even farther apart. A coin with two opposite sides that must find a way to coexist in an increasingly wild world (across different spheres). No one knows what the future holds for us, but we do know that if things continue this way, it is quite likely that human beings will become less human in their very essence as social beings who need these connections in order to remain mentally healthy.
Conectados, pero desconectados.
Hoy más temprano, mientras veía un reportaje en un noticiero de televisión nacional, terminé encontrándome con una noticia muy interesante (con dos caras distintas de una misma moneda): el acceso a internet en territorio brasileño alcanzó el 90 % (considerando los diferentes medios y las distintas formas y lugares de acceso), y prácticamente todas las personas que tienen algún tipo de smartphone usan internet a través de él para realizar actividades específicas (lo cual es algo bueno).
La programación de consultas médicas, las solicitudes de documentos, el pago de facturas (u otros tipos de servicios financieros), las compras en línea, el trabajo en modalidad de home office y muchos otros ejemplos forman parte de este “nuevo mundo” (que ni siquiera ha sido descubierto todavía por otras personas). Sin embargo, al mismo tiempo que buscamos estar cada vez más conectados, también parece que estamos más desconectados (dentro de un contexto social menos intenso) con cada nuevo paso que damos en busca de una modernización social. La tecnología nos está “devorando”, ¿y hasta dónde llega el límite?
No solo en el ámbito social, sino también en el profesional e incluso en el personal. Cada vez más tiempo frente a las pantallas y cada vez menos viviendo la vida en el mundo real. Ya sean niños, adolescentes, adultos e incluso personas mayores... El porcentaje de tiempo frente a las pantallas parece estar superando el porcentaje de acontecimientos en el mundo real. Al menos desde mi punto de vista (considerando todo lo que puedo ver a mi alrededor, principalmente), esta es una realidad cada vez más constante.
Todo esto es, como mínimo, irónico, porque aquello que fue creado para acercarnos... En realidad, está siendo el responsable (indirectamente, por supuesto) de alejarnos aún más. Una moneda con dos caras opuestas, que necesitan encontrar una manera de coexistir dentro de un mundo cada vez más salvaje (en diferentes esferas). Nadie sabe qué nos depara el futuro, pero sí sabemos que, si las cosas continúan de esta manera, es muy probable que los seres humanos sean cada vez menos humanos en su esencia como seres sociables que necesitan de ello para mantenerse mentalmente saludables.
Conectados, mas desconectados.
Hoje mais cedo, enquanto eu assistia a uma reportagem em um jornal de televisão nacional, eu acabai me deparando com uma notícia muito interessante (com dois lados distintos de uma mesma moeda): todo acesso à internet em solo brasileiro chegou aos 90% (considerando os diferentes meios, e as diferentes localidades de acessá-la), e praticamente todas as pessoas que tem algum tipo de smartphone, usam a internet através dele para realizar atividades específicas (o que é algo bom).
Agendamentos de consultas médicas, solicitações de documentos, pagamentos de contas (ou outros tipos de serviços financeiros), compras on-line, trabalho na modalidade home-office e tantos outros exemplos fazem parte desse “novo mundo” (que sequer ainda foi descoberto por outras pessoas). No entanto, ao mesmo tempo em que buscamos estar sempre mais conectados, parece que também estamos mais desconectados (dentro do contexto social menos intenso) a cada novo passo que damos em busca de uma modernização social. A tecnologia está nos “engolindo”, e até onde o limite chega?
Não apenas social, mas também profissional e até mesmo pessoal. Cada vez mais na frente das telas, cada vez menos vivendo à vida no mundo real. Sejam crianças, adolescentes, adultos e até mesmo os idosos... A porcentagem de tempo na frente das telas parece estar superando a porcentagem de eventos no mundo real. Ao menos no meu ponto de vista (considerando tudo o que eu consigo ver ao meu redor, principalmente), essa é uma realidade cada vez mais constante.
Tudo isso é no mínimo irônico, porque aquilo que foi criado para nos aproximar... Na verdade, está sendo o responsável (indiretamente falando, é claro) por nos afastar ainda mais. Uma moeda com dos lados opostos, e que precisam achar uma maneira de coexistir dentro de um mundo cada vez mais selvagem (em diferentes esferas). O que o futuro guarda para nós ninguém sabe, mas sabemos que se as coisas continuarem desse jeito, é bem provável que os seres humanos sejam menos humanos na sua essência enquanto seres sociáveis e que precisam disso para se manterem mentalmente saudáveis.