When I think about putting together my team for a battle, one of the first things I analyze is how I’ll position each monster on the field and what advantages I can gain from that positioning. I’ve mentioned a few times before how important the first and last positions are defensively, after all, they’re extremely vulnerable spots that usually end up becoming priority targets. But limiting our analysis to just these two positions would be a mistake, because the entire formation needs to work together.
A very clear example of this is ranged attack monsters. Since they can’t attack when they’re in the first position, we need to think carefully about where to place them. Usually, the back rows are the most obvious choices, but we can turn this limitation into an advantage when the monster also has some defensive trait that helps it survive there. So, instead of simply placing a unit in a certain position, we’re having it fulfill more than one role within the team composition.
I like to think of this as a kind of logistics applied to strategy. Maybe I could even turn this idea into a concept of its own and explore this topic further in another post. Ultimately, the goal is simple: to find combinations that allow us to make the most of each monster’s characteristics, creating situations where a single choice yields multiple advantages.
And that’s exactly what I tried to do in this battle. I took advantage of a ranged monster’s characteristics to create a more efficient defense in the rear, but I also found a way to turn the first monster in the formation into a much greater offensive threat than it normally would be. Its main role was defensive, but its positioning and synergy with the other monsters allowed me to maximize its offensive potential as well. Now you’ll better understand how these choices worked in practice. Let’s head into battle!
For this match, we have a very comfortable setup for those who prefer not to have to adapt to specific rules. This time, there are no battle rules to change the dynamics. Additionally, we have 39 mana available and all elements unlocked, which opens up a huge range of possibilities for building our team composition.
My opponent made a good choice by fielding a monster with a considerable amount of health as a tank and further bolstering it with shields. However, that protection was ultimately nullified by the monster I chose for this battle. This is where one of the first decisions I made, specifically with the strategic suitability of my team in mind, comes into play: a monster that normally lacks an attack but, through team synergies, has gained offensive power.
In addition, my tank also has excellent evasion, which greatly increases its chances of dodging incoming attacks and staying on the front lines longer.
In my backline, I also made some choices based on the role each monster could play within the composition. A good example was placing a monster with Martyr between two magic attack units. This way, the monsters around it will become stronger, creating a very interesting synergy.
In the second position, I placed a second tank, this time with plenty of offensive power and good durability to withstand attacks. Additionally, it provides a significant advantage to the monster in the first position, further strengthening the front line.
To round out the formation, I chose a monster with solid defensive stats and an ability that allows it to regenerate shields every turn. This allows me to create a more resilient rear guard and leverage different roles within the same team composition.
Although my opponent was using a high-level summoner, the composition he chose didn't have very strong monsters, and that ended up making my attacks much easier. It wasn't a completely wrong choice, as I sometimes see in the Bronze tier, but it was also far from being one of the best compositions I could face.
Well, that was today’s battle! I hope you enjoyed reading another analysis. Thank you for sticking with me this far and taking the time to read my thoughts. See you next time!
Translated with DeepL.com
Quando penso em montar minha equipe para uma batalha, uma das primeiras coisas que analiso é como vou distribuir cada monstro pelo campo e quais vantagens posso extrair desse posicionamento. Já comentei algumas vezes sobre a importância defensiva da primeira e da última posição, afinal, são pontos extremamente vulneráveis e que normalmente acabam se tornando alvos prioritários. Mas limitar nossa análise a esses dois espaços seria um erro, porque toda a formação precisa funcionar em conjunto.
Um exemplo bem claro disso são os monstros de ataque ranged. Como eles não conseguem atacar quando estão na primeira posição, precisamos pensar cuidadosamente onde colocá-los. Normalmente, as últimas posições são as escolhas mais óbvias, mas podemos transformar essa limitação em uma vantagem quando o monstro também possui alguma característica defensiva que o ajude a sobreviver ali. Assim, em vez de simplesmente colocar uma unidade em determinado posicionamento, estamos fazendo com que ela desempenhe mais de uma função dentro da composição.
Eu gosto de enxergar isso como uma espécie de logística aplicada a estratégia. Talvez até desse para transformar essa ideia em um conceito próprio e explorar melhor esse assunto em outro post. No fim das contas, o objetivo é simples: encontrar combinações que permitam aproveitar ao máximo as características de cada monstro, criando situações onde uma única escolha gera várias vantagens.
E foi exatamente isso que tentei fazer nessa batalha. Aproveitei as características de um monstro ranged para criar uma defesa mais eficiente na retaguarda, mas também encontrei uma maneira de transformar o primeiro monstro da formação em uma ameaça ofensiva muito maior do que ele normalmente seria. Sua principal função era defensiva, porém o posicionamento e a sinergia com os outros monstros permitiram potencializar também seu lado ofensivo. Agora você vai entender melhor como essas escolhas funcionaram na prática. Vamos para a batalha!
Para essa partida, temos uma condição bastante confortável para quem prefere não precisar se adaptar a regras específicas. Dessa vez, não temos nenhuma regra de batalha para mudar a dinâmica. Além disso, contamos com 39 de mana disponível e todos os elementos liberados, o que abre um leque enorme de possibilidades para montar nossa composição.
Meu adversário fez uma boa escolha ao colocar como tank um monstro com uma quantidade considerável de vida e ainda reforçá-lo com escudos. Porém, essa proteção acabou sendo anulada pelo monstro que escolhi para essa batalha. É aqui que aparece uma das primeiras decisões que tomei pensando justamente na adequação estratégica da minha composição: um monstro que normalmente não possui ataque, mas que, através das sinergias da equipe, passou a ter poder ofensivo.
Além disso, meu tank também conta com uma excelente capacidade de esquiva, o que aumenta bastante suas chances de evitar os ataques recebidos e permanecer por mais tempo na linha de frente.
Na minha linha de trás, também fiz algumas escolhas pensando na função que cada monstro poderia exercer dentro da composição. Um bom exemplo foi colocar um monstro com Martyr entre duas unidades de ataque mágico. Dessa maneira, os monstros ao seu redor vão ficar mais fortes, criando uma sinergia bastante interessante.
Na segunda posição, coloquei um segundo tank, dessa vez com bastante poder ofensivo e uma boa resistência para suportar os ataques. Além disso, ele também oferece uma vantagem importante ao monstro que está na primeira posição, fortalecendo ainda mais a linha de frente.
Para fechar a formação, escolhi um monstro com boas características defensivas e uma habilidade que permite recuperar os escudos a cada rodada. Com isso, consigo criar uma retaguarda mais resistente e aproveitar diferentes funções dentro da mesma composição.
Apesar de meu adversário estar utilizando um summoner de nível alto, a composição escolhida por ele não tinha monstros tão fortes, e isso acabou facilitando bastante minhas investidas. Não foi uma escolha completamente equivocada, como às vezes encontro na liga Bronze, mas também estava longe de ser uma das melhores formações que poderia enfrentar.
Bem, essa foi a batalha de hoje! Espero que tenham gostado de acompanhar mais uma análise. Obrigado por chegar até aqui e dedicar um pouco do seu tempo às minhas palavras. Nos vemos na próxima!