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Cada ser humano vê o mundo a sua própria maneira.
Essa maneira irá se configurar de acordo como se constituem as relações parentais, e posteriormente o meio.
Essas relações deixam escritas. Narrativas que vão compor cada história individual, cada subjetividade.
Tudo o que foi vivido está armazenado.
Nem sempre disponível.
Estar disponível, é estar ao nível da consciência, das representações.
O armazenamento nos traços mnêmicos, na memória, no inconsciente.
Entre a percepção, representação e a compreensão, o pensamento navega.
Em um oceano de afetos, desejos, instintos, pulsões...
O mundo, enquanto humano, sempre é subjetivo.