Aí o corpo pede casa,
a mente pede um post,
e a poesia fica no meio,
sem virar verso nem músculo.
[Pedi o DeepSeek para poetizar este post,
e até ficou bom]
. . . . . . .
Voltando à academia pela enésima vez...
Desta vez vai!
A ideia é encarar a coisa como se fosse trabalho.
Já que o objetivo será apenas garantir que a saúde não vai se deteriorar tão rapidamente.
O dia e horário já estão definidos.
O mandamento é esse: só faltarei à malhação por motivo de força maior. Algo que me me faria faltar ao trabalho: doença, morte e ou algo bem grave.
Mas enquanto tento malhar, fico pensando em fazer poesia...
Os aparelhos, todos negros... São flores negras. Frias flores negras. Eu, beija-flor. Frenético beija-flor. Pulando de flor em flor, pois não estou tanto afim assim de sofrer, pois é recomeço, e é preciso malhar fofo por enquanto.
Assim, na cabeça fico pensando:
Eu, beija-flor.
Beija-flor destas frias flores negras.
Flores cujo néctar não é provado na hora.
O néctar dessas flores só é disponível para quem sabe que o doce delas é recompensa adiada.
E neste jardim não há somente beija-flores e flores negras...
Há também estes belos seres... Abelhas, borboletas...
Fico então pensando em analogias entre esses visitantes dos jardins e todas as atraentes e belas mulheres em suas roupas de academia...
Malhar mesmo, vai ficando para próxima vez. Sinto vontande de voltar para casa e criar uma postagem aqui.
Assim, no fim, nem boa poesia nem músculos
Fim
Se tiver algo que funcione para não abandonar a academia e para parar os pensamentos, me fala aí!
Fonte: coisas que um dia postei num blog – nilsinhodrigao_wordpress – mas depois apaguei. Arrependi muito tempo depois, então reencontrei lá na Wayback Machine.