You will always be the only version of yourself.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Inc. Magazine

In a world that is increasingly savage in terms of any type of survival (whether singular or plural survival), building your own character as a human being is one of the most complicated challenges to face. The rhythm of society asks us for more and more things, at an increasingly faster speed, so in the most unexpected moments, we become what we don't want to be just to fit into some “dome” (even though socially there is social pressure to do so). to happen).

When we look inside ourselves, it is easy to start thinking about aspects that we “lack” (beauty, physical appearance, knowledge, money, friends). This is a very particular vision, and one that opens up space for a very complex discussion. However, it is a fact that comparing ourselves to other people is one of the biggest mistakes we can make. Whether for personal or professional reasons, making comparisons will never be the best way. It may be an easy and very simple path, but it is always very wrong.

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Inc. Magazine

In search of a much more complete version of ourselves, perhaps we want to find in other people what we think is our biggest “flaw”. Here it is very important to realize (and understand) the difference between admiration for someone and wanting to be that person. Each human being is unique, and precisely because they are “limited editions”, everything is a matter of personal perspective. You can (and should) be inspired by someone, but you should never want to be that person. Once you understand this, you can radically change your mind.

Speaking from experience, this affected me personally during a brief phase of my adolescence, and I say it brought me more bad things than good. Fortunately, I managed to change my thinking about comparisons, and work on my defects, in order to “eliminate” them or at least minimize them (especially when I end up placing other people as indirect “targets”). The process was relatively long, complex, quite challenging, and at the same time liberating due to the positive consequences it brought me.

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Hooshmand

We must always value our own individuality, all our qualities, I believe especially our defects. All of this makes us unique human beings, and even though we don't realize it directly (at least in such an obvious way), we are also examples for other people. Everyone is someone's mirror, and as a result, thoughts, words and actions end up being copied and spread to the next generation. We have no idea the impact we can make on other people's lives.

Never, under any circumstances, compare who you are to other people. There is a reason you are who you are, and even if we can never understand the purpose of this (although each of us has our own conclusions on this subject), it is very important to understand that the path of comparisons is a path doomed to failure. Nothing in another's life can be copied with the same results. In this incredible test called life, we are all given the same sheet of paper, but we need to write different answers on it.


Siempre serás la única versión de ti mismo.

En un mundo cada vez más salvaje en cuanto a cualquier tipo de supervivencia (ya sea singular o plural), construir tu propio carácter como ser humano es uno de los retos más complicados de afrontar. El ritmo de la sociedad nos pide cada vez más cosas, a una velocidad cada vez mayor, por lo que en los momentos más inesperados nos convertimos en lo que no queremos ser sólo para encajar en alguna “cúpula” (aunque socialmente hay presión para que esto suceda).

Cuando miramos dentro de nosotros mismos, es fácil empezar a pensar en aspectos que “nos faltan” (belleza, apariencia física, conocimientos, dinero, amigos). Esta es una visión muy particular y que abre espacio para una discusión muy compleja. Sin embargo, es un hecho que compararnos con otras personas es uno de los mayores errores que podemos cometer. Ya sea por motivos personales o profesionales, hacer comparaciones nunca será la mejor manera. Puede que sea un camino fácil y muy sencillo, pero siempre es muy equivocado.

En busca de una versión mucho más completa de nosotros mismos, quizás queramos encontrar en otras personas el que creemos que es nuestro mayor “defecto”. Aquí es muy importante darse cuenta (y comprender) la diferencia entre admirar a alguien y querer ser esa persona. Cada ser humano es único, y precisamente por ser “ediciones limitadas”, todo es cuestión de perspectiva personal. Puedes (y debes) inspirarte en alguien, pero nunca deberías querer ser esa persona. Una vez que comprendas esto, podrás cambiar radicalmente de opinión.

Hablando por experiencia, esto me afectó personalmente durante una breve etapa de mi adolescencia, y digo que me trajo más cosas malas que buenas. Afortunadamente, logré cambiar mi forma de pensar sobre las comparaciones y trabajar en mis defectos, para “eliminarlos” o al menos minimizarlos (especialmente cuando termino colocando a otras personas como “objetivos” indirectos). El proceso fue relativamente largo, complejo, bastante desafiante y al mismo tiempo liberador por las consecuencias positivas que me trajo.

Siempre debemos valorar nuestra propia individualidad, todas nuestras cualidades, creo especialmente nuestros defectos. Todo esto nos convierte en seres humanos únicos, y aunque no nos demos cuenta directamente (al menos de forma tan obvia), también somos ejemplos para otras personas. Cada uno es el espejo de alguien y, como resultado, los pensamientos, palabras y acciones terminan siendo copiados y difundidos a la siguiente generación. No tenemos idea del impacto que podemos tener en la vida de otras personas.

Nunca, bajo ninguna circunstancia, compares quién eres con otras personas. Hay una razón por la que eres quien eres, y aunque nunca podamos entender el propósito de esto (aunque cada uno de nosotros tiene sus propias conclusiones al respecto), es muy importante entender que el camino de las comparaciones es un camino condenado al fracaso. al fracaso. Nada en la vida de otra persona se puede copiar con los mismos resultados. En esta increíble prueba llamada vida, a todos nos dan la misma hoja de papel, pero debemos escribir en ella diferentes respuestas.


Você sempre será a única versão de você mesmo.

Em um mundo que é cada vez mais selvagem em termos de qualquer tipo de sobrevivência (seja uma sobrevivência singular ou plural), construir o seu próprio caráter enquanto ser humano é um dos desafios mais complicados de serem enfrentados. O ritmo da sociedade nos pede cada vez mais coisas, em uma velocidade cada vez mais rápida, então nos momentos mais inesperados, nos tornamos que não queremos ser apenas para nos encaixarmos em alguma “redoma” (ainda que socialmente haja uma pressão social para isso acontecer).

Quando olhamos para dentro de nós mesmos, é fácil começar a pensar em aspecto que nos “falta” (beleza, aparência física, conhecimento, dinheiro, amigos). Essa é uma visão muito particular, e que abre uma margem para uma discussão muito complexa. No entanto, é um fato dizer que comparar a nós mesmos com outras pessoas é um dos maiores erros que nós podemos fazer. Seja por questões pessoais ou profissionais, fazer comparações nunca será o melhor caminho. Pode ser um caminho fácil e muito simples, mas sempre muito errado.

Em busca de uma versão bem mais completa de nós mesmos, talvez nós queiramos encontrar em outras pessoas aquilo que pensamos ser o nosso maior “defeito”. Aqui é muito importante perceber (e entender) a diferença entre admiração por alguém e querer ser essa pessoa. Cada ser humano é único, e justamente por serem “edições limitadas”, que tudo é uma questão de perspectiva pessoal. Você pode (e deve) se inspirar em alguém, mas nunca deve querer ser a pessoa. Uma vez que você entender isso, você pode mudar radicalmente de ideia.

Falando por experiência própria, isso me afetou pessoalmente durante uma breve fase da minha adolescência, e digo que me trouxe mais coisas ruins do que boas. Felizmente, eu consegui mudar o meu pensamento sobre comparações, e trabalho meus defeitos, afim de “eliminá-los” ou ao menos minimizá-los (principalmente quando eu acabo colocando outras pessoas como “alvos” indiretos). O processo foi relativamente longo, complexo, bastante desafiador, e foi algo ao mesmo tempo libertador pelas consequências positivas que me trouxe.

Nós devemos sempre valoriza à nossa própria individualidade, todas as nossas qualidades, acredito que principalmente os nossos defeitos. Tudo isso nos torna em seres humanos únicos, e por mais que nós não percebamos isso diretamente (ao menos de uma maneira tão evidente), nós também somos exemplos para outras pessoas. Todo mundo é o espelho de alguém, e com isso, pensamentos, palavras e ações acabam sendo copiadas e sendo espalhadas para uma próxima geração. Nós não fazemos ideia do impacto que podemos fazer na vida de outras pessoas.

Nunca, sob hipótese alguma, compare quem você é com outras pessoas. Há uma razão você ser quem você é, e mesmo que nós nunca consigamos entender o propósito disso (embora cada um de nós tenha suas próprias conclusões sobre esse assunto), é muito importante entender que o caminho das comparações é um caminho fadado ao fracasso. Nada na vida do outro pode ser copiado com os mesmos resultados. Nesse incrível teste chamado vida, todos nós recebemos a mesma folha, mas precisamos escrever respostas diferentes nelas.