This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Being happy takes work. Have you ever thought about that? Maybe not; and perhaps the fact that the word itself is "associated" with a positive connotation makes you not think about how - in fact - being happy is a difficult mission (or at best, a complicated mission) because we only tend to reflect more on negative aspects. There are no guilty parties here, just a segregated way of "seeing" (and even perceiving) what is happening to us (and around us).
Politically, religiously, culturally, artistically, educationally, environmentally, sexually, and in the many other aspects that I could list in this text... Being happy is indeed a process of maturation, of constant leveling about ourselves, about who we are and about what we want (for ourselves... and also for others). We are not walking alone, even though many of us choose to travel this road. In some way that we don't (yet) fully understand, we are all "connected".
Whether alone or with others, being happy will always take work. It demands a series of choices from us, which don't always work in our favor (even if we think so). Being happy requires courage, discipline, strength, knowledge, attitude... And above all (besides so many other points I could have written about), it requires the humility to recognize mistakes, apologize, and allow ourselves to make mistakes again. There's no other way. That's the direction.
Certainly, many of us try to fix our failures along the way, but at the same time, we are not immune if we make new mistakes. Being happy is a personal and non-transferable act. What works for me may not work for you (and vice versa). Although there are some "guidelines" on how we should be happy, the fact is that the "recipe" is nowhere to be found but within ourselves. Go out there. Be bold. Be real. Above all, be excessively (and stupidly) human.
¿Qué te hace feliz?
Ser feliz requiere esfuerzo. ¿Te lo has planteado alguna vez? Quizás no; y tal vez el hecho de que la palabra en sí esté “associada” a una connotación positiva te impide reflexionar sobre lo difícil (o, en el mejor de los casos, complicado) que es - en realidade - ser feliz, porque solemos centrarnos más en los aspectos negativos. Aquí no hay culpables, solo una forma sesgada de “ver” (e incluso percibir) lo que nos sucede (y lo que nos rodea).
Política, religiosa, cultural, artística, educativa, ambiental, sexual y en muchos otros aspectos que podría enumerar... Ser feliz es, sin duda, un proceso de maduración, de constante autoconocimiento, de comprensión de quiénes somos y de lo que queremos (para nosotros mismos... y también para los demás). No caminamos solos, aunque muchos elijamos recorrer este camino. De alguna manera que aún no comprendemos del todo, todos estamos "conectados".
Ya sea en soledad o en compañía, la felicidad siempre requiere esfuerzo. Exige una serie de decisiones que no siempre nos favorecen (aunque creamos que sí). Ser feliz requiere valentía, disciplina, fortaleza, conocimiento, actitud... Y, sobre todo (además de tantos otros puntos que podría haber mencionado), requiere la humildad de reconocer los errores, pedir disculpas y permitirnos volver a equivocarnos. No hay otra manera. Esa es la dirección.
Ciertamente, muchos intentamos corregir nuestros errores, pero al mismo tiempo, no somos inmunes a ellos. Ser feliz es un acto personal e intransferible. Lo que funciona para mí puede no funcionar para ti (y viceversa). Aunque existen algunas "pautas" sobre cómo deberíamos ser felices, la verdad es que la "receta" no se encuentra en ningún otro lugar, sino dentro de nosotros mismos. Sal ahí fuera. Sé valiente. Ante todo, sé excesivamente (y estúpidamente) humano.
O que te faz feliz?
Ser feliz dá trabalho. Você já pensou sobre isso? Talvez não; e talvez o fato da palavra em si estar “associada” com uma conotação positiva te faça não pensar sobre o quão - de fato - ser feliz é uma missão difícil (ou na melhor das hipóteses, uma missão complicada) porque só costumamos refletir mais sobre aspectos negativos. Não há culpados aqui, apenas uma maneira segregada de “enxergar” (e até mesmo de perceber) o que está acontecendo conosco (e ao nosso redor).
Politicamente, religiosamente, culturalmente, artisticamente, educacionalmente, ambientalmente, sexualmente e nos tantos outros aspectos que eu poderia enumerar neste texto... Ser feliz é mesmo um processo de amadurecimento de nivelamento constante sobre nós mesmos, sobre quem nós somos e sobre o que nós queremos (para nós mesmos... e também para os outros). Não estamos caminhando sozinhos, ainda que muitos de nós escolha percorrer essa estrada. De alguma maneira que (ainda) não entendemos completamente, todos nós estamos "conectados".
Seja sozinho ou ao lado de outras pessoas, ser feliz sempre vai dar trabalho. Isso demanda de nós uma série de muitas escolhas, que nem sempre jogam ao nosso favor (mesmo que nós pensemos dessa maneira). Ser feliz requer coragem, disciplina, força, conhecimento, atitude... E sobre tudo isso (além de tantos outros pontos que eu poderia ter escrito), requer humildade de reconhecer o erro, pedir desculpas e se permitir a errar novamente. Não há como fazer diferente. Essa é a direção.
Certamente, muitos de nós vai tentando consertar as falhar ao longo do caminho, mas ao mesmo tempo, também não estamos ilesos se cometer novos erros. Ser feliz é um ato pessoal e intransferível. O que vale para mim, pode não valer para você (e vice versa). Apesar de haver algumas “diretrizes” sobre como devemos ser felizes, o fato é que a “receita” não está em nenhum lugar, além de dentro de nós mesmos. Vai lá fora. Seja ousado. Seja real. Seja sobretudo, exageradamente (e estupidamente) humano.