This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
From the moment I discovered blockchain technology and cryptocurrencies, I have been trying to understand how everything works down to the smallest “details”. Once I finally understood that it is simply impossible to do that within a broader context, I accepted the fact that we are the ones who will always have to “bend” to what the financial market has to offer us. Even so, I think we need to “nurture” our own luck.
Consuming different sources on this same subject tends to undermine how valid it is to consider luck in our decisions. Things will not always, in fact, be in our favour... On the other hand, failing to consider our own luck as a relevant factor becomes a missed opportunity (especially within a universe where numbers are never just numbers in themselves). This is a divisive topic, but I side with those who believe in this approach.
It is not about fostering utopian thinking, but neither is it about blindly believing words that are simply based on practical considerations. Since the very nature of this kind of market follows its own predetermined paths, it is within its volatility that luck becomes a decisive factor in very specific situations. When is the right time to buy? To sell? To exchange? To make new investments or to give up?
The fact is that no one but ourselves has those answers. Everything is a matter of personal perspective, and that is why the “clouds of scepticism” spread by different mass media outlets become an additional obstacle in this “game”, because removing the element of “luck” from the equation gives us one less reason to hope for better scenarios that work in our favour. Whether or not you believe in luck is subjective... But underestimating its role in chance is giving up on taking a chance.
Personally speaking, I actually like the pragmatism (and the teaching approach) that grounds knowledge in examples of actions that have already been completed, but I cannot think about this game of digital money without taking into account all the benefits that luck can bring us. Perhaps this cannot even be explained through words, and is simply a “mental wager” on believing in what makes us feel good (after all, here we deal with more frustration than happiness).
Dicen que la suerte no importa.
Desde el momento en que descubrí la tecnología blockchain y las criptomonedas, he estado intentando entender cómo funciona todo hasta en los más mínimos “detalles”. Una vez que, de una vez por todas, entendí que es simplemente imposible hacerlo dentro de un contexto más amplio, acepté el hecho de que somos nosotros quienes siempre vamos a “inclinarnos” ante lo que el mercado financiero tiene para ofrecernos. Sin embargo, pienso que es necesario “alimentar” nuestra propia suerte.
El consumo de diferentes fuentes sobre este mismo tipo de tema tiende a desacreditar lo válido que es tener en cuenta la suerte en nuestras decisiones. No siempre todo estará, de hecho, a nuestro favor... Por otro lado, no considerar la propia suerte como un factor relevante se convierte en una oportunidad desperdiciada (especialmente dentro de un universo donde los números nunca son solo números propiamente dichos). Este es un tema divisivo, pero yo me pongo del lado de quienes creen en este enfoque.
No se trata de alimentar pensamientos utópicos, pero tampoco se trata de creer ciegamente en palabras que simplemente se basan en aspectos prácticos. Dado que la propia naturaleza de este tipo de mercado tiene sus propios caminos trazados, es en el aspecto volátil donde la suerte entra como un factor determinante en casos muy específicos. ¿Cuándo es el momento de comprar? ¿De vender? ¿De intercambiar? ¿De hacer nuevos tipos de inversiones o de desistir?
Lo cierto es que nadie, aparte de nosotros mismos, tiene esas respuestas. Todo es una perspectiva personal, y por eso las “nubes de escepticismo” difundidas por diferentes medios masivos de comunicación se convierten en un obstáculo adicional en este “juego”, porque quitar el elemento “suerte” de la ecuación nos da un motivo menos para esperar escenarios mejores que jueguen a nuestro favor. Creer o no en la suerte es algo subjetivo... Pero subestimar su casualidad es renunciar a apostar.
Hablando personalmente, incluso me gusta el pragmatismo (y la didáctica) que fundamenta el conocimiento tomando como base ejemplos de acciones ya concluidas, pero no consigo pensar en este juego del dinero digital sin contar con todos los beneficios que la suerte puede aportarnos. Tal vez eso ni siquiera pueda explicarse con palabras, y sea solo una “apuesta mental” por creer en aquello que nos hace bien (al fin y al cabo, aquí lidiamos con más frustraciones que con felicidad).
Eles dizem que sorte não importa.
Desde o momento em que eu descobri a tecnologia blockchain e as criptomoedas, eu venho tentando entender como tudo funciona nos mínimos “detalhes”. Uma vez que eu, de uma vez por todas, entendi que é simplesmente impossível fazer isso dentro de um contexto mais amplo, eu aceitei o fato de que nós somos quem sempre vamos nos “curvar” ao que o mercado financeiro tem para nos oferecer. No entanto, eu penso que é preciso “alimentar” a nossa própria sorte.
O consumo de diferentes fontes sobre esse mesmo tipo de assunto tende a descreditar o quão válido é ter a sorte nas nossas decisões. Nem sempre tudo, de fato, estará a nosso favor... Por outro lado, não considerar a própria sorte como um fator relevante se torna uma chance desperdiçada (especialmente dentro de um universo onde os números nunca são apenas números propriamente ditos). Esse é assunto divisivo, mas eu fico do lado quem acredita nessa abordagem.
Não se trata sobre alimentar pensamentos utópicos, mas também não se trata sobre acreditar cegamente em palavras que são simplesmente baseadas em aspectos práticos. Uma vez a própria natureza dentro desse tipo de mercado tem os seus próprios caminhos traçados, é no aspecto volátil que a sorte entra como um fator determinante em casos bem específicos. Quando é a hora de comprar? De vender? De trocar? De fazer novos tipos de investimentos ou de desistir?
O fato é que ninguém, além de nós mesmos, tem essas respostas. Tudo é uma perspectiva pessoal, e é por isso que as “nuvens de ceticismo” espalhadas por diferentes veículos massivos na mídia se tornam um obstáculo adicional nesse “jogo”, porque tirar o elemento “sorte” da equação nos dá um motivo a menos para torcer por melhores cenários que estejam a nosso favor. Acreditar ou não em sorte é subjetivo... Mas, subestimar à sua casualidade é desistir de apostar.
Particularmente falando, eu até gosto do pragmatismo (e da didática) que fundamenta conhecimentos tendo como as bases os exemplos de ações já concluídas, mas não consigo pensar nesse jogo do dinheiro digital sem contar com todos os benefícios que a sorte pode nos trazer. Talvez isso nem consiga ser explicado através de palavras, e seja apenas uma “aposta mental” sobre acreditar no que nos faz bem (afinal, aqui lidamos com mais frustrações do que com felicidade).