This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
There was a time when the heads of major entertainment studios (especially those in the cinematic universe) believed in the “extinction” of cinema. In relation to cinema as we know it, indeed, things are about to change in a way never seen before... However, this type of art (just like no other) will be extinguished to the point of being truly forgotten. In the worst-case scenario, it should be replaced by an “improved version”, so to speak.
Money talks, and apparently, it is becoming increasingly “easy” for some movies to make even more money than expected. Of course, a long road needs to be paved before this financial rise, but nowadays, this is a much more common reality than before. Not only the one-billion barrier, but especially the two-billion barrier. Although this is not yet a trend, there is very strong evidence regarding this scenario that can no longer be overlooked or ignored.
Before, what was considered an atypical event... Nowadays it is already viewed more naturally. The billion-dollar movie club is growing, and establishing a new barrier in relation to the other competitors. Even though money is still a “dominant factor” here (in fact, it always has been... and will continue to be), this somewhat artificial appreciation of the Seventh Art puts the spotlight on these products, which are still widely consumed.
Events like these foster people's interest in going to the movies. As a consequence, art keeps surviving in unexpected ways and with increasingly predatory marketing strategies. In this game, almost everything is “worth it” to stay at the crest of the wave imposed by entertainment, and reaching the two-billion barrier has been a notable achievement in the eyes not only of the heads of major studios... But of the general public that is still skeptical.
In this case, I believe that the (second) billion-dollar club becomes even more necessary to reinforce the importance of cinema as a massive movie factory, because the numbers show that there is still an equally massive audience that somehow still cares about them. At the end of the day, I like to think that it is not just about the money; because it is in the midst of these “loopholes” that a bunch of new professionals emerge and bring renewal to this entire art form.
El club del (segundo) billón.
Ya hubo una época en la que los jefes de grandes estudios del entretenimiento (en especial, del universo cinematográfico) creían en la “extinción” del cine. En relación con el cine tal como lo conocemos, realmente, las cosas están a punto de cambiar de una manera nunca antes vista... Sin embargo, este tipo de arte (al igual que ningún otro) será extinguido hasta el punto de ser realmente olvidado. En el peor de los escenarios, deberá ser sustituido por una “versión mejorada”, por así decirlo.
El dinero habla, y por lo que parece, cada vez es más “fácil” para algunas películas conseguir recaudar aún más dinero de lo esperado. Claro que es necesario allanar un largo camino hasta este ascenso financiero, pero actualmente, esto es una realidad mucho más común que antes. No solo la barrera del primer billón, sino especialmente la barrera del segundo billón. Aunque esto aún no sea una tendencia, existen pruebas muy sólidas sobre este escenario que ya no pueden pasarse por alto ni ignorarse.
Antes, lo que era considerado como un evento atípico... En la actualidad ya es visto con más naturalidad. El club de las películas billonarias está creciendo, y estableciendo una nueva barrera en relación con los demás competidores. Aunque el dinero todavía sea un “factor dominante” aquí (en realidad, siempre lo fue... y continuará siéndolo), este escenario de valorización un tanto artificial sobre el Séptimo Arte pone los focos sobre estos productos, que todavía son ampliamente consumidos.
Eventos así, fomentan el interés de las personas por ir al cine. Como consecuencia de ello, el arte va sobreviviendo de maneras inesperadas y con estrategias de marketing cada vez más depredadoras. En este juego, casi todo “vale la pena” para mantenerse en la cresta de la ola impuesta por el entretenimiento, y conseguir alcanzar la barrera del segundo billón ha sido una prueba notable a los ojos no solo de los jefes de los grandes estudios... Sino del público civil que todavía es escéptico.
En este caso, creo que el club del (segundo) billón se vuelve aún más necesario para reforzar la importancia del cine como una fábrica masiva de películas, porque los números muestran que todavía existe un público igualmente masivo que de alguna manera todavía se preocupa por ellas. Al final de cuentas, me gusta pensar que no es solo por el dinero; porque es en medio de estas “brechas” que nuevos grupos de profesionales van surgiendo y aportando renovaciones a todo este arte.
O clube do (segundo) bilhão.
Já houve uma época em que chefes de grandes estúdios do entretenimento (em especial, do universo cinematográfico) acreditavam na “extinção” do cinema. Em relação ao cinema como nós o conhecemos, realmente, as coisas estão para mudar de uma maneira antes nunca vista... Porém, esse tipo de arte (assim como nenhuma outra) será extinta a ponto de ser realmente esquecida. No pior dos cenários, deverá ser substituída por uma “versão melhorada”, por assim dizer.
O dinheiro fala, e ao que parece, está cada vez mais “fácil” para alguns filmes conseguirem faturar ainda mais dinheiro do que o esperado. É claro que é preciso pavimentar um longo caminho até essa ascensão financeira, mas atualmente, isso é uma realidade muito mais comum do que antes. Não apenas a barreira do primeiro bilhão, mas especialmente a barreira do segundo bilhão. Embora isso ainda não seja uma tendência, há evidências muito fortes sobre esse cenário que não podem mais ser negligenciadas ou ignoradas.
Antes, o que era considerado como um evento atípico... Nos dias atuais já é encarado com mais naturalidade. O clube dos filmes bilionários está crescendo, e estabelecendo uma nova barreira em relação aos demais concorrentes. Mesmo que o dinheiro ainda seja um “fator dominante” aqui (na verdade, sempre foi... e continuará sendo), esse cenário de valorização meio artificial sobre a Sétima Arte joga holofotes nestes produtos, que ainda são amplamente consumidos.
Eventos assim, fomentam o interesse das pessoas em ir ao cinema. Em consequência disso, a arte vai sobrevivendo de maneiras inesperadas e com estratégias de marketing cada vez mais predatórias. Nesse jogo, quase tudo “vale à pena” para se manter na crista da onda imposta pelo entretenimento, e conseguir alcançar a barreira do segundo bilhão tem sido uma prova notável aos olhos não só dos chefes dos grandes estúdios... Mas do público civil que ainda é descrente.
Neste caso, eu acredito que o clube do (segundo) bilhão se torna ainda mais necessário para reforçar a importância do cinema enquanto uma fábrica massiva de filmes, porque os números mostram que ainda existe um público igualmente massivo que de alguma ainda se importa com eles. No final das contas, gosto de pensar que não é apenas pelo dinheiro; porque é no meio dessas “brechas” que novos grupos de profissionais vão emergindo e trazendo renovações para toda essa arte.