This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
In Brazil, there is a very old practice (which is obviously irregular and against all laws imposed by the constitution), which is the buying of votes during election periods. Naturally, the political sector already spends a lot of money on marketing strategies (and other “political favors”) that are imposed so that candidates have some “exposure” time on television, radio and also in events organized in outdoor activities. (like the marches).
On the other hand (of the same coin), there is an “unofficial” expense that ends up not being properly accounted for by most campaigns that can pay for it, which is vote buying. In the middle of the election period (in whatever instance it may be), parties with enough money to buy voters' votes do so without thinking twice. Sparing no effort, they literally start hunting for voters' votes in exchange for some reward.
On average, each vote is around R$ 100.00 (something that can obviously vary according to each region and each political position being contested by the candidates). What may seem “little” to some people ends up being a lot to other people, because depending on the number of positions in dispute, each vote needs to be “repurchased” (generating extra spending and, at the same time, extra income for all voters).
Municipal elections will take place this year, and it is clear that the parties' coffers are already beginning to release their modest amounts in the quest to capture votes. I myself have already been approached by representatives (unofficial, of course) of three candidates, and I have already “committed” to vote for all three (if you know what I mean, haha!). If it is not possible to beat them, at least it is possible to take advantage of this chaotic scenario (which always makes me “laugh”, even if nervous).
Particularly speaking, I am totally against this type of practice, but I am not opposed to “selling” my vote (something that in practice never happens because I always vote for the candidates I want to vote for) because anyway, part of this money is coming out of my pocket. Therefore, I see it as a kind of reimbursement for the rotten services that these politicians always offer to society and every “bought” vote is still not enough.
La búsqueda de votos ha comenzado.
En Brasil existe una práctica muy antigua (obviamente irregular y contraria a todas las leyes impuestas por la constitución), que es la compra de votos durante los períodos electorales. Naturalmente, el sector político ya gasta mucho dinero en estrategias de marketing (y otros “favores políticos”) que se imponen para que los candidatos tengan algún tiempo de “exposición” en televisión, radio y también en eventos organizados en actividades al aire libre (como los. marchas).
Por otro lado (de la misma moneda), hay un gasto “no oficial” que termina no siendo contabilizado adecuadamente por la mayoría de las campañas que pueden pagarlo, que es la compra de votos. En pleno período electoral (cualquiera que sea), los partidos con suficiente dinero para comprar los votos de los electores lo hacen sin pensarlo dos veces. Sin escatimar esfuerzos, literalmente empiezan a cazar los votos de los electores a cambio de alguna recompensa.
En promedio, cada voto ronda los R$ 100,00 (algo que obviamente puede variar según cada región y cada posición política disputada por los candidatos). Lo que puede parecer “poco” para algunas personas termina siendo mucho para otras, porque dependiendo del número de puestos en disputa, cada voto necesita ser “recomprado” (generando gasto extra y, al mismo tiempo, ingresos extra para todos los votantes).
Este año se celebrarán elecciones municipales y está claro que las arcas de los partidos ya empiezan a liberar sus modestas cantidades en la búsqueda de captación de votos. A mí mismo ya se me han acercado representantes (no oficiales, por supuesto) de tres candidatos, y ya me he “comprometido” a votar por los tres (si sabes a qué me refiero, ¡jaja!). Si no es posible vencerlos, al menos es posible aprovechar este escenario caótico (que siempre me hace “reír”, aunque esté nervioso).
Particularmente, estoy totalmente en contra de este tipo de prácticas, pero no me opongo a “vender” mi voto (algo que en la práctica nunca sucede porque siempre voto por los candidatos que quiero votar) porque de todos modos, parte de ese dinero sale de mi bolsillo. Por tanto, lo veo como una especie de reembolso por los pésimos servicios que estos políticos siempre ofrecen a la sociedad y cada voto “comprado” todavía no es suficiente.
A caça aos votos começou.
No Brasil, existe uma prática (que é obviamente irregular e contra todas as leis impostas pela constituição) muito antiga, que é a compra de votos durante os períodos de eleições. Naturalmente, o setor político já gasta muito dinheiro pelas estratégias de marketing (e outros “favores políticos”) que são impostas para que os candidatos tenham algum tempo de “exposição” na televisão, no rádio e também nos eventos organizados em atividades ao ar livre (como as passeatas).
Por outro lado (da mesma moeda), existe um gasto “extraoficial” que acaba não sendo devidamente contabilizado pela maioria das campanhas que podem pagar por isso, que é a compra de votos. Em meio ao período eleitoral (seja ele na instância que for), os partidos com dinheiro suficiente para comprar os votos dos eleitores fazem isso sem pensar duas vezes. Sem medir esforços, eles literalmente começam a caçar os votos dos eleitores em troca de alguma recompensa.
Em média, cada voto gira em torno de R$ 100,00 (algo que obviamente pode variar de acordo com cada região e com cada cargo político que estiver sendo disputado pelos candidatos). O que pode parecer “pouco” para algumas pessoas, acaba sendo muito para outras pessoas, porque dependendo da quantidade de cargos que estiverem na disputa, cada voto precisa ser “recomprado” (gerando um gasto extra e, ao mesmo tempo, uma renda extra para todos os eleitores).
Este ano irão acontecer as eleições municipais, e é claro que os cofres dos partidos já estão começando a soltar as suas quantias módicas na busca pela captação de votos. Eu mesmo já fui procurado por representantes (não oficiais, é claro) de três candidatos, e já me “comprometi” a votar nos três (se é que me entendem, haha!). Se não é possível vencê-los, ao menos é possível tirar uma certa vantagem desse cenário caótico (e que sempre me faz “rir”, ainda que de nervoso).
Particularmente falando, eu sou totalmente contra a este tipo de prática, mas não me oponho a “vender” o meu voto (algo que na prática nunca acontece porque eu sempre votos nos candidatos que eu quero votar) porque de qualquer maneira, uma parte desse dinheiro está saindo do meu bolso. Sendo assim, eu encaro como uma espécie de reembolso pelos serviços podres que esses políticos sempre oferecem para à sociedade e todo votado “comprado” ainda é pouco.