This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Many people say that money in itself does not bring happiness, but I strongly disagree with this thought because many of the things that make us happy are bought with money. I know that this thought may be the height of “capitalist sentiment”, but even if your lifestyle is as less consumerist as possible, it still depends on money to exist within its simplicity. Money is a really necessary evil.
Consider, for example, the following activities: shopping at the supermarket, paying for a ticket to go to the theater, a musical concert or the cinema, traveling to visit a much-desired place, buying a house or even a car... Absolutely none of these it could be purchased without money, and all the examples mentioned can bring happiness at different levels to different types of people. Here, everything is a very particular point of view.
In my way of seeing things, it is impossible to ignore the presence of money in the process of achieving what is known as happiness. Obviously, once again this is something very subjective, but being happy at some point in life involves having money. Fortunately, we are not hostages to it, because there is a very incredible life outside of capitalism, and when we are among family and friends, doing simpler activities, we notice these details.
Our tastes, our hobbies, our preferences, our references and even our demands... All of this becomes part of our happiness, which only becomes real according to our actions and ways of seeing the world. From my perspective, activities such as traveling, going to the cinema, eating, drinking, planning my personal and professional future are part of my happiness (and I need money for that), just like a hug, a kiss or even advice.
The truth is that the concept of happiness is something extremely broad, and at times, subjective. What makes me happy is not necessarily something that makes you happy (and vice versa). Our experiences shape us, and so do the people we meet along the way. All of this ends up directly (and indirectly) impacting our daily decisions, therefore, our happiness never has a certain destination because it is very changeable in its most different representations.
Mi prisma sobre la felicidad.
Mucha gente dice que el dinero por sí solo no trae la felicidad, pero yo estoy totalmente en desacuerdo con este pensamiento porque muchas de las cosas que nos hacen felices se compran con dinero. Sé que este pensamiento puede ser el colmo del “sentimiento capitalista”, pero incluso si tu estilo de vida es lo menos consumista posible, todavía depende del dinero para existir dentro de su simplicidad. El dinero es un mal realmente necesario.
Consideremos, por ejemplo, las siguientes actividades: comprar en el supermercado, pagar una entrada para ir al teatro, un concierto musical o al cine, viajar para visitar un lugar tan deseado, comprar una casa o incluso un coche... Absolutamente Ninguno de estos se puede comprar sin dinero, y todos los ejemplos mencionados pueden traer felicidad en diferentes niveles a diferentes tipos de personas. Aquí todo es un punto de vista muy particular.
A mi modo de ver las cosas, es imposible ignorar la presencia del dinero en el proceso de alcanzar lo que se conoce como felicidad. Evidentemente, una vez más esto es algo muy subjetivo, pero ser feliz en algún momento de la vida implica tener dinero. Afortunadamente no somos rehenes de ello, porque fuera del capitalismo hay una vida muy increíble, y cuando estamos entre familiares y amigos, realizando actividades más sencillas, notamos estos detalles.
Nuestros gustos, nuestras aficiones, nuestras preferencias, nuestros referentes e incluso nuestras exigencias… Todo ello pasa a formar parte de nuestra felicidad, que sólo se hace real según nuestras acciones y formas de ver el mundo. Desde mi perspectiva, actividades como viajar, ir al cine, comer, beber, planificar mi futuro personal y profesional forman parte de mi felicidad (y necesito dinero para ello), al igual que un abrazo, un beso o incluso un consejo.
Lo cierto es que el concepto de felicidad es algo sumamente amplio, y en ocasiones, subjetivo. Lo que me hace feliz no es necesariamente algo que te haga feliz a ti (y viceversa). Nuestras experiencias nos moldean, al igual que las personas que conocemos en el camino. Todo ello acaba impactando directa (e indirectamente) en nuestras decisiones diarias, por lo tanto, nuestra felicidad nunca tiene un destino determinado porque es muy cambiante en sus más diferentes representaciones.
Meu prisma sobre a felicidade.
Muitas pessoas dizem que o dinheiro em si não traz felicidade, mas eu discordo fortemente deste pensamento porque muitas das coisas que nos fazem felizes é comprada justamente com dinheiro. Eu sei que esse pensamento pode ser o auge do “sentimento capitalista”, mas mesmo que o seu estilo de vida seja o menos consumista possível, mesmo assim, ele ainda depende do dinheiro para existir dentro da sua simplicidade. Dinheiro é um mal realmente muito necessário.
Considere por exemplos as seguintes atividades: fazer compras no supermercado, pagar um ingresso para ir ao teatro, a um concerto musical ou ao cinema, viajar para conhecer um lugar muito desejado, comprar uma casa ou até mesmo um carro... Absolutamente nada disso poderia ser comprado sem dinheiro, e todos os exemplos mencionados podem trazer felicidade em diferentes níveis para diferentes tipos de pessoas. Aqui, tudo é um ponto de vista muito particular.
No meu modo de enxergar as coisas, é impossível desconsiderar a presença do dinheiro em meio conquista do que se conhece como felicidade. Obviamente que mais uma vez isso é algo muito subjetivo, mas ser feliz em algum momento da vida passa pela posse do dinheiro. Felizmente não somos reféns dele, porque existe uma vida muito incrível fora do capitalismo, e quando estamos entre familiares e amigos, fazendo atividades mais simples, percebemos esses detalhes.
Nossos gostos, nossos hobbies, nossas preferências, nossas referências e até mesmo nossas exigências... Tudo isso se torna parte da nossa felicidade, que só se torna real de acordo com às nossas ações e maneiras de enxergar o mundo. No meu prisma, as atividades como viajar, ir ao cinema, comer, beber, planejar o meu futuro pessoal e profissional são parte da minha felicidade (e preciso de dinheiro para isso), assim como um abraço, um beijo ou até mesmo conselhos.
A verdade é que o conceito de felicidade é algo extremamente amplo, e uma vez, subjetivo. O que me torna feliz não é necessariamente algo que te torna feliz (e vice-versa). Nossas experiências nos moldam, as pessoas que conhecemos pelo caminho também. Tudo isso acaba impactando diretamente (e indiretamente) nas nossas decisões diárias, sendo assim, nossa felicidade nunca tem um destino certo porque ela é bem mutável em suas mais diferentes representações.