I hate answering polls about politics.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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This year, there will be municipal elections all over Brazil (yes, the nightmare is back). One of the most common practices is to carry out traditional (and boring) political polls about the work of politicians currently in power, their respective parties and what the competing side may represent as a threat to the renewal of mandates. The companies responsible for doing this type of work go to great lengths to take to the streets and make more money.

What ends up having to “pay the price” (wasting time and patience, in some cases where surveys are longer than normal) is society itself, which ends up having to be courteous with the people who are on the street doing this work in order to obtain extra financial income. I personally hate having to answer any kind of survey about products and services, but I understand the need for these people to be at their wits end doing what they do.

Today I had to answer one of these surveys, related to the work done by the current mayor's party and about the work of the mayor himself. A survey full of biased questions, which at the end of it all did not provide the necessary reflection so that the “interviewee” had the chance to express their real thoughts about what was being asked. I even made an honorable mention about it, but the employee didn't know how to respond.

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The most perverse side of this work is making employees take to the streets with poorly done polls, and seeing many of them being mistreated by people who don't believe in politicians and the entire system that keeps them where they are. The “essence” of the work for me is almost useless, but putting people in a situation where they have no knowledge absorption just to try to secure the gains of others is the worst kind of work possible.

I know that there is a whole issue of political science behind these works, but here I am referring to what reaches the civilian population, and not to the professionals who study this. Labor has zero strength, and the aim here is always to promote one side, and never a social system altogether. I have always hated, hate and will always hate this type of work, mainly because of the negative feedback they bring to the population in general.

Sometimes I wonder whether this type of work is really necessary, because in many scenarios I see it as a somewhat useless “tool”, after all, one of the easiest things that can happen here are the manipulations that can be done with these supposed results (which turns out not to be an isolated case, as many people believe). The political system is entirely corrupt, from one end to the other. That will never change.


Odio responder encuestas sobre política.

Este año habrá elecciones municipales en todo Brasil (sí, la pesadilla ha vuelto). Una de las prácticas más comunes es realizar las tradicionales (y aburridas) encuestas políticas sobre el trabajo de los políticos actualmente en el poder, sus respectivos partidos y lo que el bando contrincante puede representar como una amenaza para la renovación de mandatos. Las empresas responsables de realizar este tipo de trabajos hacen todo lo posible para salir a la calle y ganar más dinero.

Lo que acaba teniendo que “pagar el precio” (perdiendo tiempo y paciencia, en algunos casos donde las encuestas son más largas de lo normal) es la propia sociedad, que acaba teniendo que ser cortés con las personas que están en la calle haciendo este trabajo para poder para obtener ingresos económicos adicionales. Personalmente, odio tener que responder cualquier tipo de encuesta sobre productos y servicios, pero entiendo la necesidad de que estas personas estén a tope haciendo lo que hacen.

Hoy me tocó responder una de estas encuestas, relacionada con el trabajo realizado por el partido del actual alcalde y sobre el trabajo del propio alcalde. Una encuesta llena de preguntas sesgadas, que al final no aportaron la reflexión necesaria para que el “entrevistado” tuviera la oportunidad de expresar su verdadero pensamiento sobre lo que se le preguntaba. Incluso hice una mención honorífica al respecto, pero el empleado no supo responder.

El lado más perverso de este trabajo es sacar a los empleados a las calles con encuestas mal hechas, y ver a muchos de ellos siendo maltratados por personas que no creen en los políticos y en todo el sistema que los mantiene donde están. La “esencia” del trabajo para mí es casi inútil, pero poner a las personas en una situación en la que no pueden absorber conocimientos sólo para tratar de asegurar las ganancias de los demás es el peor tipo de trabajo posible.

Sé que hay toda una cuestión de ciencia política detrás de estos trabajos, pero aquí me refiero a lo que llega a la población civil, y no a los profesionales que estudian esto. El Partido Laborista no tiene fuerza y el objetivo aquí es siempre promover un lado, y nunca un sistema social en su totalidad. Siempre he odiado, odio y siempre odiaré este tipo de trabajos, principalmente por la retroalimentación negativa que traen a la población en general.

A veces me cuestiono si realmente es necesario este tipo de trabajo, porque en muchos escenarios lo veo como una “herramienta” un tanto inútil, al fin y al cabo una de las cosas más fáciles que pueden pasar aquí son las manipulaciones que se pueden hacer con esos supuestos resultados (que resulta no ser un caso aislado, como mucha gente cree). El sistema político es totalmente corrupto, de un extremo al otro. Eso nunca cambiará.


Eu odeio responder enquetes sobre política.

Este ano, no Brasil inteiro haverá eleições municipais (sim, o pesadelo está de volta). Uma das práticas mais comuns é fazer as já tradicionais (e entediantes) enquetes políticas sobre o trabalho dos políticos que atualmente estão no poder, seus respectivos partidos e sobre o que o lado concorrente pode representar como ameaça à renovação de mandatos. As empresas responsáveis por fazer esse tipo de trabalho não medem esforços para ir até as ruas e fazer mais dinheiro.

Que acaba tendo que “pagar o pato” (perdendo tempo e paciência, em alguns casos onde as enquetes são mais longas do que o normal) é a própria sociedade, que acaba tendo que ser cortes com as pessoas que estão na rua fazendo esse trabalho afim de conseguir uma renda financeira extra. Eu particularmente odeio ter que responder qualquer tipo de enquete sobre produtos e serviços, mas entendo à necessidade dessas pessoas estarem nas suas fazendo o que fazem.

Hoje eu tive que responder uma dessas enquetes, relacionada ao trabalho feito pelo partido do atual prefeito e sobre o trabalho do próprio prefeito em si. Uma enquete repleta de perguntas tendenciosas, que no final de tudo não trazia à reflexão necessária para que o “entrevistado” tivesse a chance de expressar os seus reais pensamentos sobre o que estava sendo perguntado. Eu até fiz uma menção honrosa sobre isso, mas a funcionária não soube o que me responder.

O lado mais perverso desse trabalho é fazer os funcionários irem as ruas com as enquetes mal feitas, e ver muitos deles sendo destratados pelas pessoas que são descrentes dos políticos e de todo o sistema que os mantém onde eles estão. A “essência” do trabalho para mim é quase inútil, mas colocar as pessoas em uma situação onde elas não têm nenhum tipo absorção de conhecimento apenas para tentar assegurar os ganhos de terceiros é o pior tipo de trabalho possível.

Eu sei que há toda uma questão de ciência política por trás desses trabalhos, mas aqui eu me refiro ao que chega para a população civil, e não para os profissionais que estudam sobre isso. O trabalho tem uma força nula, e o objetivo aqui é sempre para promover um dos lados, e nunca um sistema social por completo. Eu sempre odiei, odeio e sempre vou odiar esse tipo de trabalho, principalmente pelo retorno negativo que eles trazem para a população de maneira geral.

Às vezes eu me questiono se esse tipo de trabalho é algo realmente necessário, porque em muitos cenários eu enxergo isso como uma “ferramenta” um tanto quanto inútil, afinal, uma das coisas mais fáceis que podem acontecer aqui são as manipulações que podem ser feitas com esses supostos resultados (o que acaba não sendo um caso isolado, como muitas pessoas acreditam). O sistema político é inteiramente corrupto, de uma ponta a outra. Isso não mudará nunca.

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