This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
This year, some faces in Hollywood are being used to “exhaustion”. Precisely speaking, Anne Hathaway, Robert Pattinson and Zendaya are in no fewer than five projects (the vast majority of them on cinema screens). All of them are being “used” by the major studios to make even more money, and obviously, they themselves are on board with this so that they can get better salaries, in addition to even greater exposure for their work.
In the midst of this cinematic frenzy dominated by the endless pursuit of more money and power, I wonder if these actors and actresses don't think about how much their faces can become lost over the years. Perhaps, within an even shorter period than they imagine. Even though the movies industry is “brutal” when it comes to age (especially with women), is it worth being seen as a tiresome face within this industry?
Literally, it is as if these actors and actresses were working to save (or spend) money at a speed never seen before. The way current cinema has been “exploiting” (in common and total agreement with those being “exploited”, obviously) these same faces is even a little sad (as well as concerning), because this brings terrible consequences for this category. In other words, it is as if the entire class ends up being reduced to a few faces.
The more the same faces are used (ignoring the whole group to the detriment of just a few names), it is natural for them to lose relevance over the years, especially within a society that is always looking for something new. The great trap here is to make (or spend) a lot of money, and have as a consequence an involuntary “ostracism”, being imposed by an audience that may already be tired of always seeing the same faces on the big screens.
I can't say that this will become a trend, but personally speaking; I think seeing the same faces always acting at a frantic pace (whether due to personal or professional motivations imposed by the countless contractual issues coming from the major studios) is tiring, because it is almost as if these people were losing their own faces amid a crowd that is also waiting for a great chance to be properly recognized around the world.
Sin rosto.
Este año, algunos rostros de Hollywood están siendo utilizados hasta el “agotamiento”. Hablando con precisión, Anne Hathaway, Robert Pattinson y Zendaya están en nada menos que cinco proyectos (la gran mayoría de ellos en las salas de cine). Todos ellos están siendo “utilizados” por los grandes estudios para ganar aún más dinero y, obviamente, ellos mismos están de acuerdo con ello para recibir mejores honorarios, además de una exposición aún mayor de su trabajo.
En medio de este frenesí cinematográfico dominado por la búsqueda interminable de más dinero y poder, me pregunto si estos actores y actrices no piensan en cuánto pueden llegar a desgastarse sus rostros con el paso de los años. Quizás, dentro de un período aún más corto de lo que imaginan. Aunque la industria cinematográfica sea “brutal” con respecto a la edad (especialmente con las mujeres), ¿realmente vale la pena ser visto como un rostro cansado dentro de esta industria?
Literalmente, es como si estos actores y actrices estuvieran trabajando para acumular (o gastar) dinero a una velocidad nunca antes vista. La manera en que el cine actual viene “explotando” (con el común y total acuerdo de quienes están siendo “explotados”, obviamente) estos mismos rostros es incluso un poco triste (además de preocupante), porque esto trae pésimas consecuencias para esta categoría. En otras palabras, es como si toda la clase terminara reducida a unos pocos rostros.
Cuanto más se utilizan los mismos rostros (ignorando a todo el grupo en detrimento de apenas algunos nombres), es natural que pierdan relevancia con el paso de los años, especialmente dentro de una sociedad que siempre está buscando novedades. La gran trampa aquí es acumular (o gastar) mucho dinero y tener como consecuencia un “ostracismo” involuntario, impuesto por un público que ya puede estar cansado de ver siempre los mismos rostros en las grandes pantallas.
No puedo afirmar que esto vaya a convertirse en una tendencia, pero particularmente hablando; pienso que ver siempre los mismos rostros actuando a un ritmo frenético (ya sea por motivaciones personales o profesionales impuestas por las innumerables cuestiones contractuales provenientes de los grandes estudios) es cansado, porque es casi como si estas personas perdieran sus propios rostros en medio de una multitud que también espera una gran oportunidad de ser debidamente reconocida en todo el mundo.
Sem rosto.
Este ano, alguns rostos em Hollywood estão sendo usados a “exaustão”. Precisamente falando, Anne Hathaway, Robert Pattinson e Zendaya estão em nada menos do que cinco projetos (a grande maioria deles nas telas dos cinemas). Todos eles estão sendo “usados” pelos grandes estúdios para fazer ainda mais dinheiro, e obviamente, eles mesmos estão de acordo com isso para que eles recebam melhores cachês, além de uma exposição ainda maior sobre o trabalho deles.
No meio desse frenesi cinematográfico dominado pela busca interminável por mais dinheiro e poder, eu me pergunto se esses atores e atrizes não pensam sobre o quanto os rostos deles podem se perder ao longo dos anos. Talvez, dentro de um período ainda mais curto do que eles imaginam. Ainda que a indústria cinematográfica seja “brutal” com relação a idade (em especial com as mulheres), será que vale à pena ser visto como um rosto cansativo dentro dessa indústria?
Literalmente, é como se esses atores e atrizes estivesse trabalhando para juntar (ou gastar) dinheiro numa velocidade antes nunca vista. O modo como o cinema atual vem “explorando” (de comum e total acordo com quem está sendo “explorado”, obviamente) esses mesmos rostos é até um pouco triste (além de preocupante), porque isso traz péssimas consequências para essa categoria. Em outras palavras, é como se toda a classe acaba sendo reduzida a poucos rostos.
Quanto mais os mesmos rostos são usados (ignorando todo o grupo em detrimento de apenas alguns nomes), é natural que eles percam a relevância ao longo dos anos, principalmente dentro de uma sociedade que está sempre buscando por novidades. A grande armadilha aqui é juntar (ou gastar) muito dinheiro, e ter como consequência um “ostracismo” involuntário, sendo imposto por um público que já pode estar cansado ver sempre os mesmos rostos nas grandes telas.
Eu não posso afirmar que isso vai se torar uma tendência, mas particularmente falando; eu penso que ver sempre os mesmos rostos atuando em um ritmo frenético (seja por motivações pessoais ou profissionais impostas pelas inúmeras questões contratuais vindas dos grandes estúdios) é cansativo, porque é quase como se essas pessoas perdessem seus próprios rostos em meio a uma multidão que também esperando uma grande chance de ser devidamente reconhecida ao redor do mundo.