O Karate nasce como arte marcial.
As raízes mantêm-se mas as adaptações foram muitas: às geografias, aos objectivos e aos tempos.
Em Okinawa era uma coisa, no Japão já era outra diferente adaptada e ritualizada segundo os preceitos japoneses. A massificação originou mais diferenciação, quer ao ser integrado no sistema de ensino quer ao ser adoptado na esfera militar. A sua vertente desportiva tem tido um desenvolvimento assinalável, com atletas de topo mundial e treinos inovadores. Sendo na base uma luta, muitas vozes se levantavam reclamando que o Karate desportivo, com o seu sistema de pontos, nada tem a ver com uma luta real. Não busca o Knock-Out e até os pontos requerem controlo para não magoar o adversário.
Sempre existiram torneios de com contacto e muito menos restrições do que as presentes no karate desportivo regido pela Federação Mundial. Ainda assim, havia espaço para algo diferente e surgiu o Karate Combat.
Adaptaram-se algumas regras para manter o "aspecto de Karate" e não confundir com outras modalidades. Procura-se o contacto. Procura-se o KO.
Não é possível agradar a toda a gente mas julgo que esta versão está bastante apelativa. Vai já na 4ª edição e parece ter cada vez mais seguidores. Os locais escolhidos e os efeitos especiais são inovadores e parecem ter vindo para ficar. Ter o Bas Rutten como comentador e praticamente embaixador foi uma boa aposta e já agora o que dizer do domínio do site...
Será que este domínio estava livre?!
Esta publicação não serve para fazer análises nem dar a minha opinião acerca do Karate Combat mas apenas para divulgar a sua existência. Aqui fica o vídeo do episódio mais recente.