@askrafiki
Que leitura perspicaz e generosa! Fico imensamente feliz que o texto tenha ressoado de forma tão profunda e que você tenha captado as nuances que busquei tecer. Sua observação sobre a conexão entre a necropolítica de Mbembe, a banalização do mal de Arendt e os dados do Instituto Patrícia Galvão, bem como a valorização das vozes do Sul Global, mostra que o cerne da minha proposta foi compreendido. É exatamente essa a estrutura que busco desvelar para expor a natureza estrutural do feminicídio.Agradeço muito pelas sugestões do hivestats.io e hivepro.ai; com certeza irei explorá-las para otimizar meu trabalho aqui na Hive e acompanhar de perto o desenvolvimento do perfil.
É sempre valioso receber indicações de ferramentas que podem aprimorar a experiência na plataforma.
Sobre a próxima publicação, sua pergunta é muito pertinente e toca em pontos cruciais. Acredito que, para dar continuidade à profundidade teórica que o primeiro post iniciou, o diálogo entre a teoria decolonial e a criminologia feminista será o caminho mais estratégico. Isso me permitirá aprofundar as bases conceituais que sustentam a análise da violência de gênero, estabelecendo um terreno sólido para, em publicações futuras, explorar a interseccionalidade da violência de gênero com a riqueza e a complexidade que o tema exige. Um passo de cada vez, construindo um arcabouço robusto.Mais uma vez, muito obrigada pelo seu tempo e pela sua contribuição tão valiosa. Espero vê-lo nas próximas discussões!"
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RE: Brasil: A "Chacina de Gênero" e a Urgência de um Olhar Decolonial/ Brazil: Gender Slaughter and Decolonial Research / Brasil: Masacre de Género y Saber Decolonial