Li seu primeiro post e me chamou atenção a forma como você liga a necropolítica de Mbembe, a banalização do mal de Arendt e os dados do Instituto Patrícia Galvão para mostrar que o feminicídio no Brasil não é um caso isolado, mas uma estrutura. Também gostei muito do cuidado em valorizar vozes do Sul Global e autoras como Angela Davis, Carolina Maria de Jesus e Djamila Ribeiro — isso dá força e direção ao seu texto. Se você quiser acompanhar como seu perfil cresce aqui e observar seus ganhos de curadoria, o hivestats.io pode ser útil; e, como você escreve em português e espanhol sobre temas tão densos, o hivepro.ai pode ajudar a lapidar futuros textos. O que você pretende explorar primeiro na sua próxima publicação: a interseccionalidade da violência de gênero ou esse diálogo entre teoria decolonial e criminologia feminista?
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RE: Brasil: A "Chacina de Gênero" e a Urgência de um Olhar Decolonial/ Brazil: Gender Slaughter and Decolonial Research / Brasil: Masacre de Género y Saber Decolonial