Como participar de um novo paradigma da economia criptografada?

Em busca de novas formas disruptivas de viver, há uns meses venho tentando entender melhor o funcionamento das criptomoedas enquanto tecnologia blockchain e também como novas formas de transações econômicas. Até então havia ficado com receio em adquirir o Bitcoin por aparentemente enxerga-lo em um jogo de investimentos tradicionais, assim como é feito em bolsas de valores, por exemplo. Ou seja, investir no Bitcoin para assim que ele valorizar, vendê-lo para poder resgatar o lucro em dólar ou real. Quais os vícios do sistema fiduciário estão se alimentando assim? Não sou economista, nem investidor experiente mas percebo que um novo paradigma está surgindo e o desafio está também na criação de novas formas de fluxos comerciais.

Por que e pra que você investe em criptomoeda? o quanto estamos participando na prática de uma verdadeira revolução? A ideia é concentrar renda? É jogo de abundância ou escassez? Estas perguntas são pra você leitor me ajudar a refletir sobre tudo isso.

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Me identifico com a ideia do empoderamento da ferramenta do blockchain e de uma economia criptografada para aprender a gerar renda e distribuição em projetos que acredito. Em termos práticos, vejo isso aos poucos acontecendo em ambientes como na Prospera ou nas ideias da E2Glats. Iniciativas inovadoras como Steemit e a economia compartilhada do Arcade City também ganham lugar de destaque. Exemplos de soluções que facilitam a inclusão no universo das criptmoedas. E onde o valor é gerado na interação, combinando sujeitos, saberes e tempo.

Posso afirmar que atualmente no novo mercado criptografado, a maior parte das necessidades da rede que o movimenta ainda giram em cima de velhos paradigmas? O quanto precisamos descontruir nossa cultura, educação e medos para poder assimilar e adentrar nessa aventura transformadora? Qual o impacto de viver na prática essa mudança?

Admiro revoluções práticas como a que a agrofloresta trás para a agricultura monocultural; a que a permacultura oferece para a gestão e produção sustentável de recursos em ambientes humanos; a que a meditação, a alimentação orgânica e a CNV trás para a saúde física, mental, emocional e das relações humanas; a que o movimento Lixo Zero e o consumo consciente impacta na nossa pegada ecológica. Uma nova cultura auto responsável e autônoma que desconstrói o PIB em busca da FIB.

Neste momento venho me identificando mais com o movimento do Fairtrade/Faircoop/Faircoin. Recentemente descobri a plataforma Sei.Eco que me parece promissora. Bem como o “green money” da Chia.network.

Portanto, convido você leitor a trocar suas experiências em relação a esses questionamentos que trago. Em busca de uma nova consciência de valoração e abundância. Quais projetos nessa linha você conhece? Acredita no potencial dessas ferramentas para a criação de um mundo melhor?

Obrigado!

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