This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
This afternoon I heard this phrase (which I know as the title of this post) being uttered by a character in a random movie (who I wasn't interested in knowing the name of because I was already leaving to go to the bank) during a scene psychologically intense (at least at that moment), so I started to question myself about the idea that many people have about true maturity (something that is in force in society as a type of absolute truth).
Populist thinking says that age brings maturity, but I completely disagree. Age can and should be considered as a factor that helps in this process, but it is experiences throughout our lives that are determining factors for this. Many of our experiences are not good and end up becoming scars, which in turn represent our damage, and which build us and shape us as humans.
Understanding this is understanding how to mature in the correct way. There is no equation or magic formula for our maturation to happen, and it almost never depends on other people for this to happen. Although everything that happens around us has a direct impact on this ongoing process, this is the type of process that in a very unique way becomes personal because it affects us in different types of spheres... Damage is part of this.
The older we become, the more chances of becoming more mature we will have. Obviously, this all depends on how we decide to live our life. The difference between inertia and the desire to make things happen dictates the course of events, which do not depend solely on our age to become real. Maturing has to do with intensity, with courage, with the possibility of falling, getting up and moving forward, enjoying the moments.
Maduramos con el daño, no con la edad.
Esta tarde escuché esta frase (que conozco como el título de este post) pronunciada por un personaje de una película cualquiera (del cual no me interesaba saber el nombre porque ya me iba para ir al banco) durante una escena psicológicamente intensa (al menos en ese momento), por lo que comencé a cuestionarme sobre la idea que mucha gente tiene sobre la verdadera madurez (algo que está vigente en la sociedad como un tipo de verdad absoluta).
El pensamiento populista dice que la edad trae madurez, pero estoy completamente en desacuerdo. La edad puede y debe considerarse como un factor que ayuda en este proceso, pero son las experiencias a lo largo de nuestra vida las que son determinantes para ello. Muchas de nuestras experiencias no son buenas y terminan convirtiéndose en cicatrices, que a su vez representan nuestro daño, y que nos construyen y moldean como humanos.
Entender esto es entender cómo madurar de la manera correcta. No existe una ecuación o fórmula mágica para que nuestra maduración se produzca, y casi nunca depende de otras personas para que esto suceda. Si bien todo lo que sucede a nuestro alrededor tiene un impacto directo en este proceso en curso, este es el tipo de proceso que de una manera muy singular se vuelve personal porque nos afecta en diferentes tipos de esferas... El daño es parte de esto.
Cuanto más mayores nos hagamos, más posibilidades de madurar tendremos. Evidentemente, todo esto depende de cómo decidamos vivir nuestra vida. La diferencia entre la inercia y el deseo de hacer que las cosas sucedan dicta el curso de los acontecimientos, que no dependen únicamente de nuestra edad para hacerse realidad. Madurar tiene que ver con intensidad, con valentía, con la posibilidad de caer, levantarse y seguir adelante, disfrutando de los momentos.
Nós amadurecemos com os danos, não com a idade.
Hoje à tarde eu ouvi essa frase (ao qual eu sei como título deste post) ser proferida por uma personagem em um filme aleatório (que eu não me interessei em saber o nome porque eu já estava de saída para ir ao banco) durante uma cena psicologicamente intensa (ao menos naquele momento), então, eu comecei a me questionar sobre a ideia que muitas pessoas tem sobre o verdadeiro amadurecimento (algo que é vigente na sociedade como um tipo de verdade absoluta).
O pensamento populista diz que a idade traz o amadurecimento, mas eu discordo completamente. A idade até pode e deve ser considerada como um fator que ajuda nesse processo, mas são as experiências ao longo da nossa vida que se apresentam como fatores determinantes para isso. Muitas das nossas experiências não são boas e acabam se tornando cicatrizes, que por sua vez, representam nossos danos, e que vão nos construindo, e nos moldando enquanto humanos.
Entender isso é entender como amadurecer da maneira correta. Não existe uma equação ou uma fórmula mágica para que o nosso amadurecimento aconteça, e quase ele nunca depende das outras pessoas para isso acontecer. Apesar de tudo o que acontece ao nosso redor ter um impacto direto nesse processo contínuo, esse é o tipo de processo que de maneira muito singular se torna pessoal porque nos afeta em diferentes tipos de esferas... Os danos fazem parte disso.
Quanto mais velhos nos tornamos, mais chances de nos tornarmos mais maduros nós teremos. Obviamente, que tudo isso depende de como nós decidimos viver à nossa vida. A diferença entre a inércia e a vontade de fazer acontecer dita o rumo dos acontecimentos, que não dependem unicamente da nossa idade para se tornarem reais. Amadurecer tem a ver com intensidade, com coragem, com a possibilidade de cair, levantar e seguir adiante aproveitando os momentos.