Turning Tables.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Financial Times

After Joe Biden's withdrawal from his quest for presidential reelection in the United States, Donald Trump was certainly already (at least mentally) proclaiming himself the new president of the Americans. However, after Kamala Harris was officially announced as Biden's replacement to run for the same position as him, Trump is starting to bite the dust in this race against the grain. At least, that's what initial polls indicates. This battle will be fun to watch to say the least.

Harris already has a brief lead over Trump, especially in the well-known “swing states” (those states that do not have a defined electoral tradition, and can always surprise in the overall vote count by not having such clear paths in relation to their political choices in election times). This whole situation is certainly making the Trump team (and Trump himself, obviously) have to work really hard to destabilize the entire Harris team (something that won't be easy).

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Financial Times

Who would have thought that a vice president would be the main thorn in the side of this opportunist gentleman? No, I'm not American, but rooting for the restructuring of the United States is rooting for world restructuring (because everyone knows that when this country sneezes, it's the other countries that get the flu). Therefore, it is more than obvious that Harris in power is much more beneficial for everyone than seeing Trump in that same chair for the second time.

Harris could change the game, and in fact she is already doing so alongside her vice-presidential pick. Tim Walz currently has the highest approval rating among Americans (and this is another problem for the opposing team, which with J. D. Vance as its choice, has not been able to add much value to its own campaign). In this battle, it seems to me that the Republicans will lose to the Democrats again and it will be a pleasure to be able to watch that happen again.


Cambiando el juego.

Después de que Joe Biden se retirara de su búsqueda de la reelección presidencial en Estados Unidos, Donald Trump ya se estaba proclamando (al menos mentalmente) nuevo presidente de los americanos. Sin embargo, después de que Kamala Harris fuera anunciada oficialmente como la reemplazante de Biden para postularse para el mismo puesto que él, Trump está empezando a morder el polvo en esta carrera a contracorriente. Al menos, eso es lo que indican las encuestas iniciales. Esta batalla será divertida de ver, por decir lo menos.

Harris ya tiene una breve ventaja sobre Trump, especialmente en los conocidos “estados indecisos” (aquellos estados que no tienen una tradición electoral definida, y siempre pueden sorprender en el recuento general de votos al no tener caminos tan claros en relación a sus decisiones políticas en tiempos electorales). Este hecho ciertamente está haciendo que el equipo de Trump (y el propio Trump, obviamente) tenga que trabajar duro para desestabilizar a todo el equipo de Harris (algo que no será fácil).

¿Quién hubiera pensado que un vicepresidente sería la principal espina clavada en el zapato de este señor oportunista? No, no soy estadounidense, pero apoyar la reestructuración de Estados Unidos es apoyar la reestructuración mundial (porque todo el mundo sabe que cuando este país estornuda, son los demás países los que contraen la gripe). Por tanto, es más que obvio que Harris en el poder es mucho más beneficioso para todos que ver a Trump en esa misma silla por segunda vez.

Harris podría cambiar el juego y, de hecho, ya lo está haciendo junto con su elección para la vicepresidencia. Tim Walz tiene actualmente el índice de aprobación más alto entre los estadounidenses (y este es otro problema para el equipo contrario, que con J. D. Vance como elegido no ha podido añadir mucho valor a su propia campaña). En esta batalla, me parece que los republicanos volverán a perder frente a los demócratas y será un placer poder ver que eso vuelva a suceder.


Virando o jogo.

Depois da desistência de Joe Biden em busca da reeleição presidencial dos Estados Unidos, Donald Trump certamente já estava (ao menos mentalmente) se autoproclamando o novo presidente dos americanos. No entanto, depois que Kamala Harris foi oficialmente anunciada como a substituta de Biden para concorrer ao mesmo cargo que ele, Trump estão começando a comer poeira nessa corrida contra a corrente. Ao menos, é isso o que apontam as pesquisas iniciais. Essa batalha será no mínimo divertida de ser assistida.

Harris já abre uma breve vantagem sobre Trump, especialmente nos conhecidos “estados pêndulos” (aqueles estados que não tem uma tradição eleitoral definida, e sempre podem surpreender na contagem de votos geral por não ter os caminhos tão claros em relação as suas escolhas políticas em tempos de eleições). Esse fato certamente está fazendo a equipe de Trump (e o próprio Trump, obviamente) ter que trabalhar duro para desestabilizar toda a equipe de Harris (algo que não será fácil).

Quem diria que justamente uma vice-presidente seria a principal pedra no sapato desse senhor oportunista? Não, eu não sou americano, mas torcer pela reestruturação dos Estados Unidos é torcer pela reestruturação mundial (porque todo mundo sabe que quanto esse país espirra, são os outros países que ficam gripados). Sendo assim, é mais do que óbvio que Harris no poder é muito mais benéfico para todos do que ver Trump nessa mesma cadeira pela segunda vez.

Harris pode mudar o jogo, e na verdade ela já está fazendo isso ao lado da sua escolha para vice-presidente. Tim Walz, atualmente, tem a maior aprovação entre os americanos (e esse é outro problema para a equipe adversária, que tendo J. D. Vance como escolha, não anda conseguindo agregar muito valor à própria campanha). Nessa batalha, me parece que os republicanos irão perder para os democratas novamente e será um prazer poder assistir isso acontecer de novo.

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