This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Sometimes, I find myself thinking a lot about the fact that I no longer enjoy watching movie trailers as much as I used to. This was something I used to do with all the movies I really wanted to watch in theaters (and even with those movies that didn't interest me that much). The habit became less frequent (somewhat irrelevant) as this marketing tool was gradually destroyed (on different scales, so to speak) by the producers.
Whether due to an excess of information or even the editing of scenes of questionable quality, many movie trailers have become a kind of "antagonist" to the project itself. Over the years, trailers are no longer what they used to be, and this is evident to those who follow the world of cinema more closely. The big question is: have trailers become marketing pieces that need to be replaced in favor of their value within the perception of their audience?
I wouldn't say that trailers should be "extinct", because they are still an efficient way to show the audience a glimpse of what is hidden behind this strategic audiovisual preview. On the other hand, we need to think a lot about how to establish more creative ways to do this without practically destroying the experience for those who go to a movie theater. Speaking from my own experience, I've lost count of how many movies have been ruined in this context.
This may not even be a problem for the seasonal audience of this type of content, but for those who truly appreciate cinema... It is necessary to find other ways to try to learn a bit more about a particular movie without the unpleasant surprises that many trailers insist on delivering. Although I still watch some trailers, I prefer to avoid consuming more than one preview (more than the first trailer) and let myself be surprised in the cinemas.
Trailers: ¿Una herramienta de marketing obsoleta?
En algunos momentos, me encuentro pensando mucho en el hecho de que ya no me gusta tanto ver trailers de películas como me gustaba antes. Eso era algo que solía hacer con todas las películas que quería mucho ver en el cine (e incluso con aquellas películas que no me interesaban tanto). El hábito se volvió menos frecuente (algo irrelevante) a medida que esta herramienta de marketing fue siendo gradualmente destruida (en diferentes escalas, por así decirlo) por los productores.
Ya sea por el exceso de información o incluso por la edición de escenas de calidad dudosa, muchos trailers de películas se han convertido en una especie de "antagonista" del propio proyecto. A lo largo de los años, los trailers ya no son los mismos y eso es evidente para quienes siguen el universo del cine más de cerca. La gran cuestión es: ¿los trailers se han convertido en piezas de marketing que necesitan ser sustituidas en detrimento de su valor dentro de la percepción de su audiencia?
No diría que los trailers deberían ser "extinguidos", porque todavía son una manera eficiente de mostrar al público una chispa de lo que está escondido detrás de esa previa audiovisual estratégica. Por otro lado, es necesario pensar mucho en cómo establecer medios más creativos para hacerlo sin prácticamente destruir la experiencia de quienes van a una sala de cine. Hablando por experiencia propia, ya he perdido la cuenta de cuántas películas han sido destruidas en ese contexto.
Esto puede que no sea un problema para el público ocasional de este tipo de contenido, pero para quienes realmente aprecian el cine... Es necesario encontrar otras maneras de intentar saber un poco más sobre una determinada película sin tener las ingratas sorpresas que muchos trailers se empeñan en entregar. A pesar de que todavía veo algunos trailers, prefiero evitar consumir más de un adelanto (más que el primer trailer) y dejarme sorprender en los cines.
Trailers: Uma ferramenta de marketing obsoleta?
Em alguns momentos, eu me pego pensando muito sobre o fato de eu não gostar mais tanto de assistir trailer de filmes quanto eu gostava antigamente. Isso era algo que eu costumava fazer com todos os filmes que eu queria muito assistir nos cinemas (e até mesmo com aqueles filmes que não me interessavam tanto). O hábito se tornou menos frequente (meio irrelevante) à medida em que essa ferramenta de marketing foi sendo gradualmente destruída (em diferentes escalas, por assim dizer) pelos produtores.
Seja pelo excesso de informações ou até mesmo pela edição de cenas de qualidade duvidosa, muitos trailers de filmes se tornaram uma espécie de “antagonista” do próprio projeto. Ao longo dos anos, os trailers já não são mais os mesmos e isso é nítido para quem acompanha o universo do cinema mais de perto. A grande questão é: os trailers se tornaram peças de marketing que precisam ser substituídas em detrimento do seu valor dentro da percepção da sua audiência?
Eu não diria que os trailers deveriam ser “extintos”, porque eles ainda são uma maneira eficiente de mostrar ao público uma faísca do que está escondido por trás dessa prévia audiovisual estrategista. Por outro lado, é preciso pensar muito em como estabelecer meios mais criativos de fazer isso sem praticamente destruir a experiência de quem vai até uma sala de cinema. Falando por experiência própria, eu já perdi a conta de quantos filmes foram destruídos nesse contexto.
Isso pode até não ser um problema para o público sazonal desse tipo de conteúdo, mas para quem realmente aprecia cinema... É preciso encontrar outras maneiras de tentar saber um pouco mais sobre um determinado filme sem ter as ingratas surpresas que muitos trailers fazem questão de entregar. Apesar de eu ainda assistir alguns trailers, eu prefiro evitar consumir mais de uma prévia (mais do que o primeiro trailer) e me deixar ser surpreendido nos cinemas.