This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
If you follow the entire development of modern horror cinema, you certainly know Robert Eggers (even if you haven’t watched any of his movies so far). His name is one of the most in-demand when it comes to rethinking this movie genre through a different (and bold) approach... Literally, what this filmmaker does is imprint his vision on his projects, and so far, he has had total freedom to work in this way. This is a very important achievement, especially for horror movies.
As a horror fan, I am really enjoying how much he manages to break certain patterns and subvert many expectations of the general audience. There is a clear effort on his part to work outside the trivial, and what he has been building so far is an enviable filmography for any filmmaker. His next movie, Werwulf, is further proof of what I’m talking about. The first trailer was released today and I have high expectations for what is coming.
Aesthetically speaking, the movie seems to keep the gothic horror style that he likes to work with. The production is certainly well-crafted, with set design full of detailss. Plus, there is also excellent cinematography. The atmosphere of tension is almost “palpable”, and what we will witness is precisely the transformation of what appears to be a “beast man” into something brutal through a ritual (still unknown) in 13th-century England.
Unlike what many people might think, this is not a literary adaptation of the classic werewolf myth, but rather a reimagining focused on the historical recovery (with medieval folkloric roots) of this same myth. This has already been enough to catch my attention, because this is what cinema needs: courage to do something different, especially when it comes to a theme that has been explored to exhaustion (worldwide speaking) within this art form.
In the cast, names such as Willem Dafoe, Lily-Rose Depp and Aaron Taylor-Johnson are at the forefront, and Eggers not only directed Werwulf but also wrote it alongside Sjón. Curiously (or ironically?), the movie will premiere on December 25 of this year, on Christmas Day. The potential of this movie is enormous, and I believe it will have a chance of receiving possible nominations in the next Academy Awards (Oscars). I am already looking forward to watching it in theaters.
El hombre lobo, de Robert Eggers.
Si sigues todo el desarrollo del cine de terror moderno, seguramente debes conocer a Robert Eggers (aunque aún no hayas visto ninguna de sus películas hasta ahora). Su nombre es uno de los más solicitados cuando se trata de repensar este género cinematográfico a través de un enfoque diferente (y audaz)... Literalmente, lo que este cineasta hace es plasmar su visión en sus proyectos, y hasta ahora, ha tenido total libertad para trabajar todo ello. Este es un logro muy importante, especialmente para las películas de terror.
Como fan del terror, estoy disfrutando bastante de cómo consigue romper algunos patrones y subvertir muchas expectativas del público en general. Hay un esfuerzo nítido por su parte por trabajar fuera de lo trivial, y lo que está construyendo hasta ahora es una filmografía envidiable para cualquier cineasta. Su próxima película, Werwulf, es otra prueba de lo que estoy diciendo. El primer tráiler se publicó hoy y tengo grandes expectativas para lo que viene.
Estéticamente hablando, la película parece mantener el estilo de terror gótico que le gusta hacer. La producción sin duda ha sido cuidada, aportando una escenografía repleta de detalles. Además, también hay un excelente trabajo de fotografía. La atmósfera de tensión es casi “palpable”, y lo que vamos a presenciar es precisamente la transformación de lo que parece ser un “hombre bestia” en algo brutal a través de un ritual (aún desconocido) en la Inglaterra del siglo XIII.
A diferencia de lo que muchas personas podrían pensar, esta no es una adaptación literaria del clásico mito del hombre lobo, sino una relectura centrada en el rescate histórico (con raíces folclóricas medievales) de ese mismo mito. Esto realmente ya ha sido suficiente para captar mi atención, porque de eso es de lo que el cine necesita: la valentía de hacer algo diferente, especialmente cuando se trata de un tema que ya ha sido explorado hasta el agotamiento (a nivel mundial) dentro de este arte.
En el elenco, nombres como Willem Dafoe, Lily-Rose Depp y Aaron Taylor-Johnson están al frente, y Eggers no solo dirigió Werwulf, sino que también la escribió junto a Sjón. Curiosamente (¿o irónicamente?), la película se estrenará el 25 de diciembre de este año, en plena Navidad. El potencial de esta película es enorme, y creo que tendrá posibilidades de conseguir posibles nominaciones en la próxima edición de los Oscar. Desde ya, estoy ansioso por verla en la pantalla del cine.
O lobisomem, de Robert Eggers.
Se você acompanha todo o desenvolvimento do cinema de horror moderno, certamente deve conhecer Robert Eggers (ainda que não tenha assistido nenhum dos seus filmes até então). O nome dele é um dos mais requisitados quando o assunto é repensar esse gênero cinematográfico através de uma abordagem diferenciada (e ousada)... Literalmente, o que esse cineasta faz é imprimir a visão dele nos seus projetos, e até agora, tem tido liberdade total para trabalhar tudo isso. Isso é um feito muito importante, especialmente para filmes de horror.
Enquanto fã de horror, eu estou gostando bastante do quanto ele consegue quebrar alguns padrões, e subverter muitas expectativas do público em geral. Há um nítido esforço por parte dele em trabalhar fora do que trivial, e o que ele está construindo até então é uma filmografia invejável para qualquer cineasta. O seu próximo filme, Werwulf, é outra prova do que eu estou falando. O primeiro trailer foi divulgado hoje e eu estou com altas expectativas para o que vem por aí.
Esteticamente falando, o filme parece manter o estilo de horror gótico que ele gosta de fazer. A produção certamente foi caprichada, trazendo uma cenografia repleta de detalhes. Além disso, há também um ótimo trabalho de fotografia. A atmosfera de tensão é quase “palpável”, e o que nós iremos testemunhar, é precisamente a transformação do que aparenta ser um “homem fera” em algo brutal através de um ritual (ainda desconhecido) na Inglaterra do século XIII.
Ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, essa não é uma adaptação literária do clássico mito do lobisomem, mas sim, uma releitura focada no resgate histórico (com raízes folclóricas medievais) desse mesmo mito. Isso realmente já foi o suficiente para ganhar à minha atenção, porque é disso que o cinema precisa: coragem de fazer algo diferente, especialmente quando se trata de um tema que já foi explorado a exaustão (mundialmente falando) dentro dessa arte.
No elenco, nomes como Willem Dafoe, Lily-Rose Depp e Aaron Taylor-Johnson estão na linha de frente e Eggers não só dirigiu Werwulf, como também o escreveu ao lado de Sjón. Curiosamente (ou seria ironicamente?), o filme irá estrear no dia 25 de dezembro deste ano, em pleno Natal. O potencial desse filme é enorme, e eu acredito que ele terá chances de conseguir possíveis indicações na próxima edição do Oscar. Desde já, estou ansioso para assisti-lo na tela do cinema.