This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Over the years, since its creation, the streaming channel option to access different types of content (which for some time now has not been restricted to just movies and television series) through multiple platforms is no longer the same. The industry has been evolving by leaps and bounds, and has shown that this idea has come to revolutionize what no one could have imagined would ever happen (from a global perspective). So far, nobody knows what comes next.
Thus, with more and more companies emerging around the world (although many of them cannot survive brutal competition), it is more than natural that the content offered is becoming increasingly democratic, with bets on different original productions to strengthen the brand itself in the eyes of its subscribers. This is what can be called a “lifelong contract” with those consumers who truly value a quality catalog.
Not only in terms of quality alone (although that is an essential factor), but also in terms of quantity, putting the spotlight on what is done in other countries as well (going beyond the US monopoly). This is a chance to look at the world through another "prism", although it continues to be mostly American (so to speak). In any case, competition is becoming increasingly intense... And the "war" of streaming channels promises to get even hotter.
The two sides of the same coin (quality vs. quantity) also go hand in hand with other aspects, and the financial issue becomes a definitively important element. The more expensive an experience is, the better it has the potential to be (but no, this is not a rule... it is just a claim to offer something better based on the best financial availability of each customer). At the end of the day, may there be more and more competition, with more and more options.
La “guerra” de los canales de streaming.
A lo largo de los años, desde su creación, la opción de acceder a distintos tipos de contenido (que desde hace tiempo no se limita solo a películas y series) a través de múltiples plataformas de streaming ha cambiado radicalmente. La industria ha evolucionado a pasos agigantados y ha demostrado que esta idea ha revolucionado algo inimaginable (a nivel global). Hasta el momento, nadie sabe qué sucederá después.
Así, con el surgimiento de cada vez más empresas en todo el mundo (aunque muchas no logran sobrevivir a la feroz competencia), es natural que el contenido ofrecido se vuelva cada vez más accesible, apostando por producciones originales para fortalecer la marca ante sus suscriptores. Esto se puede denominar un “contrato de por vida” con aquellos consumidores que valoran un catálogo de calidad.
No solo en términos de calidad (aunque este es un factor esencial), sino también en términos de cantidad, poniendo de relieve lo que se hace en otros países (más allá del monopolio estadounidense). Esta es una oportunidad para ver el mundo a través de otro "prisma", aunque siga siendo mayoritariamente estadounidense (por así decirlo). En cualquier caso, la competencia se está intensificando... Y la "guerra" de las plataformas de streaming promete ser aún más feroz.
Las dos caras de la misma moneda (calidad frente a cantidad) también van de la mano con otros aspectos, y el factor económico se convierte en un elemento crucial. Cuanto más cara sea una experiencia, mejor potencial tiene (pero no, esto no es una regla... es simplemente una afirmación de ofrecer algo mejor en función de la capacidad económica de cada cliente). En definitiva, ojalá haya cada vez más competencia y más opciones.
A “guerra” dos canais de streaming.
Ao longo dos anos, depois de sua criação, a opção do canal de streaming para ter acesso a diferentes tipos de conteúdos (que já algum tempo não se restringem apenas mais a filmes e séries de televisão) através de plataformas múltiplas já não é mais a mesma coisa. A indústria vem evoluindo a passos largos, e vem mostrando que essa ideia chegou para revolucionar o que antes ninguém pudesse imaginar que um dia fosse acontecer (dentro de uma perspectiva mundial). Até aqui, ninguém sabe o que vem a seguir.
Desse modo, com cada vez mais empresas emergindo mundo à fora (embora muitas delas não consigam sobreviver a uma brutal concorrência), é mais do que natural que os conteúdos oferecidos sejam cada vez mais democráticos, com apostas em diferentes produções originais para fortalecer a própria marca diante dos seus assinantes. Esse é o que se pode chamar de “contrato vitalício” com aqueles consumidores que realmente prezam por um catálogo de qualidade.
Não apenas de qualidade isoladamente (embora esse seja um fator essencial), mas também de quantidade, colocando os holofotes também sobre o que é feito em outros países (indo além do monopólio estadunidense). Essa é uma chance de olhar o mundo dentro de outro “prisma”, embora ele continue sendo majoritariamente americano (por assim dizer). De todo modo, a concorrência é cada vez mais intensa... E a “guerra” dos canais de streaming promete esquentar mais.
Os dois lados de uma mesma moeda (qualidade vs. quantidade) andam de mãos dadas também com outros aspectos, e a questão financeira se torna um elemento de peso definitivo. Quanto mais cara for uma experiência, melhor ela tem potencial de ser (mas não, isso não é uma regra... é apenas uma pretensão de oferecer algo melhor mediante a melhor disponibilidade financeira de cada cliente). No final do dia, que haja cada mais competições, com cada vez mais opções.