The trash is yours, but the planet is ours.

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This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Verywell Mind

I've always lived very close to the beach, and since then, my sense regarding the maintenance of these places has been very sharp (to the point of getting quite irritated). Not just because of the dirt itself (which ends up being the driving force of the problem), but because of everything bad and harmful it represents for the entire ecosystem. This is the type of chain reaction that does absolutely nothing good for society, but unfortunately, society still doesn't realize that.

Maybe I even realize (because I don't believe that people throw trash on the beach "unconsciously"), at a certain point, they even regret propagating these attitudes, but I don't see consistent changes in these behaviors that continue to bring more and more dirt to the beach. these paradisiacal places and for those who live or survive in them (or within them, such as marine species). An entire chain is affected in this process, and may never recover.

I almost always see my act of cleaning the beaches (in general, the places where I am at a given moment or when I participate in a collective cleaning action organized by friends who work in NGOs) in a very simple way (that old story about ant work), but at the same time, I know that every type of help has a vital impact, especially if this type of situation is analyzed completely, and not just in singularity.

Removing the trash that is thrown on the beach is not my obligation, but I feel obliged to help because this place is also mine. If right needs to be an effect to the detriment of wrong, sometimes I accept the challenge, but I also continue to bet on a substantial change in behavior on the part of society as the main factor in this change and obviously without forgetting the participation of government public policies to try do the same thing.


La basura es vuestra, pero el planeta es nuestro.

Siempre he vivido muy cerca de la playa, y desde entonces mi sentido respecto al mantenimiento de estos lugares ha sido muy agudo (hasta el punto de irritarme bastante). No sólo por la propia suciedad (que acaba siendo el motor del problema), sino por todo lo malo y dañino que representa para todo el ecosistema. Este es el tipo de reacción en cadena que no aporta absolutamente nada bueno a la sociedad, pero lamentablemente la sociedad todavía no se da cuenta de ello.

Tal vez incluso me doy cuenta (porque no creo que la gente tire basura en la playa "inconscientemente"), en cierto momento, incluso se arrepienten de haber propagado estas actitudes, pero no veo cambios consistentes en estos comportamientos que sigan trayendo Cada vez hay más suciedad para las playas de estos lugares paradisíacos y para quienes viven o sobreviven en ellos (o dentro de ellos, como las especies marinas). Toda una cadena se ve afectada en este proceso y es posible que nunca se recupere.

Casi siempre veo mi acto de limpiar las playas (en general, los lugares donde estoy en un momento dado o cuando participo en una acción de limpieza colectiva organizada por amigos que trabajan en ONG) de una manera muy simple (esa vieja historia de trabajo de hormigas), pero al mismo tiempo sé que todo tipo de ayuda tiene un impacto vital, sobre todo si este tipo de situaciones se analizan de forma integral, y no sólo de forma singular.

Sacar la basura que se tira en la playa no es mi obligación, pero me siento en la obligación de ayudar porque este lugar también es mío. Si el bien tiene que ser un efecto en detrimento del mal, a veces acepto el reto, pero también sigo apostando por un cambio sustancial de comportamiento por parte de la sociedad como factor principal de ese cambio y obviamente sin olvidar la participación de Las políticas públicas gubernamentales intentan hacer lo mismo.


O lixo é seu, mas o planeta é nosso.

Eu sempre morei muito próximo à praia, e desde então, o meu senso em relação à manutenção destes locais é muito aguçado (a ponto de ficar bastante irritado). Não apenas pela sujeira em si (motivo que acaba sendo a força motriz do problema), mas por tudo o que ela representa de ruim e danoso para todo o ecossistema. Esse é o tipo de reação em cadeia que não traz absolutamente nada de bom para a sociedade, mas infelizmente, a mesma ainda não percebe isso.

Talvez até perceba (porque eu não acredito que as pessoas joguem lixo na praia de maneira “inconsciente”), em certo ponto, até se arrependam de propagar essas atitudes, mas eu não vejo mudanças consistentes nestes comportamentos que continuam trazendo cada vez mais sujeira para esses lugares paradisíacos e para quem vive ou sobrevive dele (ou dentro dele, como as espécies marinhas). Toda uma cadeia é um afetada neste processo, e pode não se recupera mais.

Quase sempre eu vejo o meu ato de limpar as praias (em geral, os lugares onde eu estou em um determinado momento ou quando participo de alguma ação coletiva de limpeza organizada por amigos que trabalham em ONGs) de maneira muito simples (aquela velha estória do trabalho de formiga), mas ao mesmo tempo, eu sei que todo tipo de ajuda tem um impacto vital, principalmente se esse tipo de situação for analisado por completo, e não apenas em singularidade.

Retirar o lixo que é jogado na praia não é uma obrigação minha, mas eu me sinto na obrigação de ajudar porque esse mesmo lugar também é meu. Se o certo precisa ser efeito em detrimento do errado, às vezes eu aceito o desafio, mas sigo apostando também em uma mudança substancial no comportamento por parte da sociedade como fator principal nesta mudança e óbvio sem esquecer da participação das políticas pública do governo para tentar fazer à mesma coisa.

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