This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
It was only a matter of time before the Central Bank began (at least officially) to monitor the actions taken by brokers within the cryptocurrency market in Brazilian territory. What was previously considered a possible (and perhaps isolated) intervention is now a reality. Once again, the weight of the political hand is present in the daily life of society, showing that democracy exacts a high price for the survival of an entire people.
We all knew that there needed to be some kind of regulation of this financial sector, but I am very skeptical about the massive involvement of any government in issues of this kind. We are not talking about appealing to popular issues; the matter is much more complex, and there should be a less state-controlled solution within this type of reality. At the end of the day, we are once again in the hands of politicians, trapped in chains sinking in the ocean.
Basically, in general terms, Normative Instructions (IN) No. 701 and No. 704 "consolidate the legal framework of the sector created by Law 14,478/2022, imposing standards of compliance, cybersecurity, and auditing for bitcoin and cryptocurrency brokers". Thus, the Brazilian market (within this segment) begins to operate under the direct supervision of the financial authority, which still imposes itself as the supreme figure within the capitalist system in force here in the country.
This also ends a "brief" period of self-regulation (which brought more autonomy and freedom to investors within a broad context) that was previously the plan of action. Now, under national supervision, the idea has strength in aspects such as legal security against scams and other types of controversial situations that are present in this market (such as pyramid schemes, cyberterrorism and money laundering... for example).
The game is now much more difficult for companies that want to start in this segment, because they need to adapt to the new regulatory standards, while those that are already playing have an adaptation period until they can match their competitors. One way or another, the one who ends up "losing" is the final investor, who now has less freedom and autonomy to work in these fields. Being Brazilian really isn't something very easy.
El ojo que todo lo ve.
Era solo cuestión de tiempo para que el Banco Central comenzara (al menos oficialmente) a monitorear las acciones de los corredores en el mercado de criptomonedas en territorio brasileño. Lo que antes se consideraba una posible (y quizás aislada) intervención ahora es una realidad. Una vez más, el peso de la política está presente en la vida cotidiana de la sociedad, demostrando que la democracia tiene un alto precio para la supervivencia de todo un pueblo.
Todos sabíamos que era necesario algún tipo de regulación del sector financiero, pero soy muy escéptico sobre la intervención masiva de cualquier gobierno en asuntos de este tipo. No se trata de apelar a la opinión pública; el asunto es mucho más complejo, y debería haber una solución menos estatal ante esta realidad. En definitiva, estamos una vez más en manos de políticos, atrapados en cadenas que se hunden en el océano.
Básicamente, en términos generales, las Instrucciones Normativas (IN) n.º 701 y n.º 704 “consolidan el marco legal del sector creado por la Ley 14.478/2022, imponiendo estándares de cumplimiento, ciberseguridad y auditoría para los corredores de bitcoin y criptomonedas”. Así, el mercado brasileño (dentro de este segmento) comienza a operar bajo la supervisión directa de la autoridad financiera, que aún se impone como la figura suprema dentro del sistema capitalista vigente en el país.
Esto también pone fin a un “breve” período de autorregulación (que brindó mayor autonomía y libertad a los inversores en un contexto amplio) que era el plan de acción anterior. Ahora, bajo supervisión nacional, la idea cobra fuerza en aspectos como la seguridad jurídica contra estafas y otras situaciones controvertidas presentes en este mercado (como las estafas piramidales, el ciberterrorismo y el blanqueo de capitales, por ejemplo).
El juego ahora es mucho más difícil para las empresas que desean iniciarse en este segmento, ya que necesitan adaptarse a las nuevas normas regulatorias, mientras que las que ya participan tienen un período de adaptación hasta que puedan igualar a sus competidores. De una forma u otra, quien termina “perdiendo” es el inversor final, que ahora tiene menos libertad y autonomía para trabajar en estos campos. Ser brasileño no es nada fácil.
O olho que tudo vê.
Era apenas uma questão de tempo até que o Banco Central começasse (ao menos oficialmente) a monitorar as ações feitas pelas corretoras dentro do mercado das criptomoedas em território brasileiro. O que antes era considerado até como uma possível (e talvez pontual) intervenção, agora é uma realidade. Uma vez mais, o peso da mão política se faz presente na rotina da sociedade, mostrando que a democracia cobra um preço caro pela subsistência de todo um povo.
Todos nós sabíamos que era preciso haver algum tipo de regulamentação sobre esse setor financeiro, mas eu sou muito cético quanto ao envolvimento massivo de qualquer governo em pautas desse tipo. Não estamos falando sobre apelo de assuntos populares; o assunto é muito mais complexo e deveria haver uma solução menos estatal dentro desse tipo de realidade. No final do dia, estamos uma vez mais nas mãos dos políticos, presos a correntes afundando no oceano.
Basicamente, em linhas gerais, as Instruções Normativas (IN) nº 701 e nº 704 “consolidam o marco legal do setor criado pela Lei 14.478/2022, impondo padrões de conformidade, segurança cibernética e auditoria para corretoras de bitcoin e criptomoedas”. Sendo assim, o mercado brasileiro (dentro desse segmento) começa a trabalhar sob supervisão direta da autoridade financeira, que ainda se impõe como a figura máxima dentro do sistema capitalista vigente aqui no país.
Isso acaba encerrando também um “breve” período de autorregulação (que trazia mais autonomia e liberdade para os investidores dentro de um amplo contexto) que antes era o plano de ação. Agora, sob supervisão nacional, a ideia tem força dentro de aspectos como segurança jurídica contra golpes e outros tipos de situações controversas que se fazem presente nesse mercado (como esquemas de pirâmides, terrorismo cibernético e lavagens de dinheiro... por exemplo).
O jogo agora é bem mais difícil para empresas que querem começar nesse segmento, porque elas precisam se adequar aos novos padrões regulatórios, enquanto aquelas que já estão jogando, tem um período de adaptação até que possam se equiparar aos demais concorrentes. De uma maneira ou de outra, quem acaba “perdendo” é o investidor final, que agora tem menos liberdade e autonomia para trabalhar nesses campos. Ser brasileiro realmente não é algo muito fácil.