This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Over nearly nine years here (and it even feels like it was yesterday), I’ve had the pleasure (and also the displeasure) of witnessing the birth of the most diverse communities that have been created since this new feature was implemented in this ecosystem. Looking back (after many of them ended up falling into oblivion, or because their creators and / or administrators became involved in some controversies), it was easy to understand why some of them failed.
However, perhaps due to overconfidence in believing in certain projects, many users “tied” themselves to the idea that the existence of some communities was justified (at least at that moment, and many different reasons fit here), and that in fact, the entire ecosystem would benefit from them in some way. In the end, the communities that were destined to fail, in fact failed... Even with massive support from users.
Many of those communities were, literally, on the edge of the abyss (basically because of issues involving the internal rules governing them). As has been mentioned before, many of us chose to believe, and bought into all the aspects that kept them as something useful for the common good. Concepts, ideas, thoughts... Every effort that was even “rewarded” with second-layer tokens, but that soon afterward were no longer worth absolutely anything.
After all those communities “jumped off the cliff”, they took with them all the commitment and efforts that users had put into helping build them throughout the time they remained highly active. This is where the frustration hit hard, making us question how far a community should (or should not) actually be supported with such commitment. Fortunately, things have changed... But the abyss “persists”.
It’s been a while since we’ve had a more efficient community structure, and more responsible users (so to speak). Some communities are really more demanding than others (especially when it comes to permission to be a member or even their rules for posts to be written, and properly published), but it’s all part of a maturation process (which may perhaps be a reflection of the not-so-distant past).
Al borde del abismo.
A lo largo de casi nueve años por aquí (y hasta parece que fue ayer), ya tuve el placer (y también el disgusto) de ver el nacimiento de las más diferentes comunidades que se han creado desde que esta novedad fue implementada en este ecosistema. Mirando hacia atrás (después de que muchas de ellas terminaron cayendo en el olvido, o porque sus creadores y / o administradores se involucraron en algunas controversias), fue fácil entender por qué algunas de ellas fracasaron.
Sin embargo, quizás por el exceso de confianza en creer en determinados proyectos, muchos usuarios se “aferraron” a la idea de que la existencia de algunas comunidades estaba justificada (al menos en aquel momento, y aquí caben muchas y diferentes razones), y que de hecho, todo el ecosistema se beneficiaría de ellas de alguna manera. Al final de todo, las comunidades que estaban destinadas a fracasar, de hecho fracasaron... Aun con un apoyo masivo de los usuarios.
Muchas de aquellas comunidades estaban, literalmente, al borde del abismo (básicamente por cuestiones que involucraban el reglamento interno de sus reglas). Como ya se ha dicho anteriormente, muchos de nosotros elegimos creer, y compramos todos los aspectos que las mantenían como algo útil para el bien común. Conceptos, ideas, pensamientos... Todo esfuerzo que incluso fue “recompensado” con tokens de segunda capa, pero que poco después ya no valían absolutamente nada.
Después de que todas esas comunidades “saltaron del precipicio”, se llevaron consigo todo el compromiso y los esfuerzos que los usuarios tuvieron para ayudar a construirlas a lo largo del tiempo en que se mantuvieron muy activas. He aquí el momento en que la frustración golpeó fuerte, haciéndonos cuestionar hasta qué punto una comunidad debería (o no) ser efectivamente apoyada con semejante compromiso. Afortunadamente, las cosas cambiaron... Pero el abismo “persiste”.
Ya hace un tiempo que tenemos una estructura de comunidades más eficiente, y con usuarios más responsables (por así decirlo). Algunas comunidades son realmente más exigentes que otras (principalmente cuando se trata del permiso para ser miembro o incluso de sus reglas para que las publicaciones puedan ser escritas, y debidamente publicadas), pero todo forma parte de un proceso de maduración (que quizá sea un reflejo del pasado no tan lejano).
Na beira do abismo.
Ao longo de quase nove anos por aqui (e até parece que foi ontem), eu já tive o prazer (e também o desprazer) de ver o nascimento das mais diferentes comunidades que já foram criadas desde que essa novidade foi implementada nesse ecossistema. Olhando para trás (depois que muitas delas acabaram caindo no esquecimento, ou porque seus criadores e / ou administradores se envolveram em algumas controvérsias), foi fácil entender porque algumas delas fracassaram.
No entanto, talvez pelo excesso de confiança em acreditar em determinados projetos, muitos usuários se “prenderam” a ideia de que a existência de algumas comunidades era justificável (ao menos naquele momento, e aqui cabem muitas e diferentes razões), e que de fato, todo o ecossistema iria de beneficiar delas de alguma maneira. No final de tudo, as comunidades que estavam destinadas a fracassar, de fato fracassaram... Ainda que com um apoio massivo dos usuários.
Muitas daquelas comunidades estavam, literalmente, na beira do abismo (basicamente por questões que envolviam o regimento interno de suas regras). Como já foi anteriormente, muitos de nós escolhemos acreditar, e compramos todos os aspectos que as mantinham como algo útil ao bem comum. Conceitos, ideias, pensamentos... Todo esforço que até foi “recompensado” com tokens de segunda camada, mas que logo em breve já não valiam mais absolutamente nada.
Depois que todas essas comunidades “pularam do precipício”, elas levaram junto com elas todo o comprometimento e os esforços que os usuários tiveram para ajudar a construí-las ao longo do tempo em que se mantiveram bem ativas. Eis aqui o momento onde a frustração bateu forte, nos fazendo questionar até onde uma comunidade deveria (ou não) ser efetivamente apoiada com tamanho comprometimento. Felizmente, as coisas mudaram... Mas o abismo “persiste”.
Já faz um tempo que nós temos uma estrutura de comunidades mais eficiente, e com usuários mais responsáveis (por assim dizer). Algumas comunidades são realmente mais exigentes do que outras (principalmente quando o assunto é permissão para ser um membro ou até mesmo quanto às suas regras para que os posts possam escritos, e devidamente publicados), mas tudo faz parte de um processo de maturação (que talvez seja um reflexo do passado não tão distante).