This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
In an increasingly unequal world (in every possible way), investing in education as a tool for large-scale social transformation is really one of the only alternatives to at least try to alleviate all the political, social and cultural differences that have always existed (and still exist) in all societies. Bringing this concept to a financial side, El Salvador recently launched the book My First Bitcoin and the result is great.
Divided into 10 chapters and with a total of 200 pages, the project's main functions are to teach and raise awareness among its readers about money as a whole. Going from the time of barter to the arrival of Bitcoin (and its strong and complex system involving other digital currencies and even the presence of central banks), the book has a simple, punctual and extremely precise approach to the main messages it wants. deliver to your consumers. The didactic level meets many needs, both for beginners and more experienced readers.
Betting on interactivity, the book proposes practical day-to-day activities, in addition to bringing a functional approach to the topics that are discussed. I didn't read the book in its entirety, but considering everything I had the opportunity to “leaf through”, I think the project is very interesting, mainly because I believe in the power of primary education with a focus on exponential learning. This type of initiative “feeds back” systems, which grow strong and intelligent.
I see this type of material as essential in schools (especially within the sphere related to financial education), for example, because it can be easily adapted to the realities of each country according to their own needs. The world certainly needs to invest more in this type of education, because we need a society that is increasingly more aware of the knowledge that governs the local and global economy.
Mixing stories with exercise practices, the book's writing values simplicity, but goes to great lengths to plant its messages in the readers' minds. There is a very interesting textual and visual work here, and it is clear that the eyes of the younger public can easily turn to this project, just as the eyes of the older public can also turn to the same project for its objectivity in dealing with more complex issues (such as the barriers that make the traditional financial system something so bureaucratic) in a much more “tangible” way.
Translated into several languages, My First Bitcoin also appears to be a great marketing move very much about Bitcoin (and blockchain technology), as well as a smart move to put El Savaldor's name on the world's lips as it is a country that sees in education a way to spread knowledge about what will be the reality of the world in a few years. Being remembered as the builder country is almost like a kind of legacy.
Mi primer Bitcoin: Enseñar y Crear conciencia.
En un mundo cada vez más desigual (en todos los sentidos), invertir en la educación como herramienta de transformación social a gran escala es realmente una de las únicas alternativas para al menos intentar aliviar todas las diferencias políticas, sociales y culturales que siempre han existido (y todavía existen) en todas las sociedades. Llevando este concepto al lado financiero, El Salvador lanzó recientemente el libro Mi primer Bitcoin y el resultado es excelente.
Dividido en 10 capítulos y con un total de 200 páginas, las principales funciones del proyecto son enseñar y concienciar a sus lectores sobre el dinero en su conjunto. Desde la época del trueque hasta la llegada del Bitcoin (y su fuerte y complejo sistema que involucra otras monedas digitales e incluso la presencia de bancos centrales), el libro tiene un enfoque simple, puntual y extremadamente preciso de los principales mensajes que quiere transmitir. a sus consumidores. El nivel didáctico cubre muchas necesidades, tanto para principiantes como para lectores más experimentados.
Apostando por la interactividad, el libro propone actividades prácticas del día a día, además de aportar un enfoque funcional a los temas que se tratan. No leí el libro en su totalidad, pero considerando todo lo que tuve la oportunidad de “hojear”, creo que el proyecto es muy interesante, principalmente porque creo en el poder de la educación primaria con un enfoque en el aprendizaje exponencial. Este tipo de iniciativas “realimentan” los sistemas, que crecen fuertes e inteligentes.
Este tipo de material lo veo imprescindible en las escuelas (especialmente en el ámbito relacionado con la educación financiera), por ejemplo, porque se puede adaptar fácilmente a las realidades de cada país según sus propias necesidades. Sin duda, el mundo necesita invertir más en este tipo de educación, porque necesitamos una sociedad cada vez más consciente del conocimiento que rige la economía local y global.
Mezclando historias con prácticas de ejercicios, la escritura del libro valora la simplicidad, pero hace todo lo posible para plantar sus mensajes en la mente de los lectores. Hay aquí un trabajo textual y visual muy interesante, y está claro que los ojos del público más joven pueden dirigirse fácilmente a este proyecto, así como los ojos del público mayor también pueden dirigirse al mismo proyecto por su objetividad al abordar cuestiones más complejas (como las barreras que hacen del sistema financiero tradicional algo tan burocrático) de una manera mucho más “tangible”.
Traducido a varios idiomas, Mi primer Bitcoin también parece ser un gran movimiento de marketing muy relacionado con Bitcoin (y la tecnología blockchain), así como un movimiento inteligente para poner el nombre de El Savaldor en boca del mundo, ya que es un país que ve en la educación. una forma de difundir conocimiento sobre cuál será la realidad del mundo dentro de unos años. Ser recordado como el país constructor es casi como una especie de legado.
Meu Primeiro Bitcoin: Ensinando e Conscientizando.
Em um mundo cada vez mais desigual (em todos os sentidos possíveis), apostar na educação como ferramenta de transformação social em larga escala é realmente uma das únicas alternativas para tentar ao menos amenizar todas as diferenças políticas, sociais e culturais que sempre existiram (e ainda existem) em todas as sociedades. Trazendo esse conceito para um lado financeiro, recentemente El Salvador lançou o livro Meu Primeiro Bitcoin e o resultado é ótimo.
Dividido em 10 capítulos e com um total de 200 páginas, o projeto tem como principais funções ensinar e conscientizar os seus leitores sobre o dinheiro como um todo. Indo desde à época do escambo até a chegada do Bitcoin (e seu forte e complexo sistema envolvendo outras moedas digitais e até mesmo a presença dos bancos centrais), o livro tem uma abordagem simples, pontual e extremamente precisa em relação às principais mensagens que quer entregar aos seus consumidores. O nível didático atende muitas necessidades, tanto dos iniciantes, quanto dos leitores mais experientes.
Apostando em interatividade, o livro propõe atividades práticas do dia-a-dia, além de trazer uma abordagem funcional sobre os temas que são discutidos. Eu não li o livro por inteiro, mas considerando tudo o que eu tive oportunidade “folhear”, eu acho que o projeto é muito interessante, principalmente por acreditar na força da educação primária com foco em um aprendizado exponencial. Esse tipo de iniciativa “retroalimenta” sistemas, que cresces fortes e inteligentes.
Misturando histórias com práticas de exercícios, à escrita do livro preza pela simplicidade, mas não mede esforços para fincar suas mensagens na mente dos leitores. Há um trabalho textual e visual muito interessante aqui, e é claro que os olhares do público mais jovem podem facilmente se voltar para esse projeto, assim como os olhos do público mais velho também pode se voltar para o mesmo projeto pela sua objetividade ao lidar com assuntos mais complexos (como as barreiras que tornam o sistema financeiro tradicional em algo tão burocrático) de uma maneira bem mais “tangível”.
Eu vejo esse tipo de material como algo essencial nas escolas (principalmente dentro da esfera relacionada a educação financeira), por exemplo, porque ele pode ser facilmente adaptado para as realidades de cada país de acordo com às suas próprias necessidades. O mundo certamente precisa investir mais nesse tipo de educação, porque nós precisamos de uma sociedade cada vez mais consciente sobre os conhecimentos que regem a economia local, e também a global.
Traduzido para vários idiomas, Meu Primeiro Bitcoin também se mostra como uma ótima jogada de marketing bastante em cima do Bitcoin (e da tecnologia blockchain), assim como uma jogada inteligente para colocar o nome de El Savaldor na boca do mundo por ser um país que enxerga na educação uma maneira de espalhar conhecimento sobre essa que será a realidade do mundo em alguns anos. Ser lembrado como o país construtor é quase como uma espécie de legado.