This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
You can call me "old-fashioned", but the way music is made (in recent years, to be precise) is going from bad to worse. The concept of music under two minutes and thirty seconds is frightening (at least for those who like to listen to real music, of course), and by all indications, this is a trend that doesn't intend to go away entirely (at least not while the current generation is aligned with this outdated type of sound appreciation).
It's not about adapting music for a new generation. It's about distorting the concept of a universal art form for the sake of how much money can be made from its distorted use (under the guise of pleasing those who listen with "new ears"). Since music is one of the oldest cultural expressions in the world, what was done in the past cannot be compared to what is done today... The "train" has derailed, and it's not coming back.
This makes me think about how the union of rhythm and melody has been disintegrating (literally) over the years. The emptiness that "envelops" these purely radio-friendly productions doesn't allow me to believe in better days, given everything that has been written, recorded, and published. The future of music is threatened, and in this case... By a type of threat that could corrupt this art forever. In that case, only the memories of what was once good will remain.
Making music has never been as difficult as it is now, and what is being done today is just an "illusion" of what music can really be. All of this is sadly ironic, because we have extremely advanced technology that should help this scenario evolve positively... But almost everything that is being done only meets a demand where money continues to "scream" in all directions. The human essence of art is being lost, without finding its return.
Certainly, there is resistance from many artists against this type of musical "fabrication", but unfortunately, their voice is too timid to impose any kind of authority within this whole scenario. Therefore, it is up to them alone to propagate what is still good (while they can still do so). Good music still exists, but very timidly compared to decades ago. Making real music is an art... That not everyone knows how to master.
¿Hacer música es fácil?
Pueden llamarme “anticuado”, pero la forma en que se hace música (en los últimos años, para ser precisos) va de mal en peor. El concepto de música de menos de dos minutos y treinta segundos es aterrador (al menos para quienes disfrutan de la música de verdad, claro está), y todo indica que esta tendencia no parece que vaya a desaparecer del todo (al menos no mientras la generación actual siga aferrada a este tipo de apreciación sonora obsoleta).
No se trata de adaptar la música a una nueva generación. Se trata de distorsionar el concepto de una forma de arte universal en aras de obtener grandes beneficios económicos (bajo el pretexto de complacer a quienes la escuchan con "nuevos oídos"). Dado que la música es una de las expresiones culturales más antiguas del mundo, lo que se hacía en el pasado no se puede comparar con lo que se hace hoy... El “tren” se ha descarrilado, y no hay vuelta atrás.
Esto me hace reflexionar sobre cómo la unión del ritmo y la melodía se ha ido desintegrando (literalmente) con el paso de los años. El vacío que "envuelve" estas producciones puramente comerciales me impide creer en tiempos mejores, considerando todo lo que se ha escrito, grabado y publicado. El futuro de la música está amenazado, y en este caso... por una amenaza que podría corromper este arte para siempre. En ese caso, solo quedarán los recuerdos de lo que alguna vez fue bueno.
Hacer música nunca ha sido tan difícil como ahora, y lo que se hace hoy es solo una "ilusión" de lo que la música realmente puede ser. Todo esto es tristemente irónico, porque contamos con tecnología extremadamente avanzada que debería ayudar a que esta situación evolucione positivamente... Pero casi todo lo que se hace solo satisface una demanda donde el dinero sigue "gritando" en todas direcciones. La esencia humana del arte se está perdiendo, sin que se encuentre un retorno.
Ciertamente, existe resistencia por parte de muchos artistas contra este tipo de "fabricación" musical, pero lamentablemente, su voz es demasiado tímida para imponer algún tipo de autoridad en todo este panorama. Por lo tanto, depende solo de ellos difundir lo que aún es bueno (mientras puedan hacerlo). La buena música aún existe, pero de forma muy tímida en comparación con décadas atrás. Hacer música de verdad es un arte... que no todos saben dominar.
Fazer música é fácil?
Pode me chamar de “antiquado”, mas o jeito de fazer música (de alguns anos pra cá, precisamente falando) está indo de mal a pior. O conceito da música com menos de dois minutos e trinta segundos é assustador (ao menos para quem gosta de ouvir música de verdade, é claro), e ao que tudo indica, essa é uma tendência que não pretende ir embora na sua totalidade (ao menos não enquanto a geração atual estiver alinhada com esse tipo de apreciação sonora defasada).
Não se trata sobre adaptar a música para uma nova geração. Se trata sobre deturpar o conceito de uma arte universal em detrimento de quanto dinheiro é possível fazer com o seu uso desconfigurado (com a desculpa de agradar aqueles que as ouvem com “novos ouvidos”). Sendo a música uma das manifestações culturais mais antigas do mundo, não se compara o que era feito antigamente com o que é feito nos dias atuais... O “trem” saiu dos trilhos, e não vai mais voltar.
Isso me faz pensar sobre como a união o ritmo com a melodia vem sendo desintegrada (literalmente) com o passar de anos. O vazio que “envelopa” essas produções puramente radiofônicas não me deixam acreditar em dias melhores por tudo o que vem sendo escrito, gravado e publicado. O futuro da música está ameaçado, e neste caso... Por um tipo de ameaça que pode corromper essa arte para todo sempre. Nesse caso, ficarão apenas as lembranças do que já foi bom.
Fazer música nunca foi tão difícil quanto está sendo agora, e o que é feito hoje, é apenas uma “ilusão” do que a música realmente pode ser. Tudo isso é tristemente irônico, porque temos uma tecnologia extremamente evoluída que deveria ajudar esse cenário a evoluir positivamente... Mas quase tudo o vem sendo feito atende apenas a uma demanda onde o dinheiro continua “gritando” para todos os lados. A essência humana da arte vai se perdendo, sem achar seu retorno.
Certamente, há uma resistência de muitos artistas contra esse tipo de “fabricação” musical, mas infelizmente a voz dele é muito tímida para impor algum tipo de autoridade dentro de todo esse cenário. Sendo assim, cabe a eles apenas a eles a propagação do que ainda é bom (enquanto eles ainda podem fazer isso). A música boa ainda existe, mas muito timidamente em comparação há décadas atrás. Fazer música de verdade é uma arte... Que nem todos sabem dominar.