This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
The psychological impacts and effects (both good and bad) that music (lyrics and melody) has on our minds have already been scientifically proven, and even though there are no widely in-depth studies on how this happens (in a more detailed way), it is safe to say that all of us (to some degree) have some kind of close relationship with this form of art. Our connection with music happens naturally, but is triggered sporadically.
Everything is connected to some specific situation, and perhaps we do not recognize it because we are immersed in the depth of a particular moment. On the other hand, we know that exercising while listening to music can prolong our willingness to continue doing that activity. Just like going to a musical event, where a setting dominated by lyrics and sounds becomes even more inviting to our ears, and to our minds.
If you think about it a little bit, you will certainly be able to identify some episodes and events that make you naturally (almost automatically) connect with music. The moments can be quite good and even bad... But somehow, music can be part of them on a scale of immersion that we are not always able to measure. Our brain is simply “embraced” by art and our body “responds” physically. It is all a matter of personal perception.
Personally speaking, I think that everyone should discover how to connect with music (in general). The power of this artistic expression (which does not always need to be verbal to be widely felt, in various ways) is much greater than science itself can still understand, and certainly much greater than what we are able to absorb (considering that to this day, the full functionality of the human brain is still largely unknown).
It is also interesting to notice how our interactions with music also depend on recommendations from other people (both personally and through the internet). Thus, the exchange of ideas that leads us to discover new types of sounds becomes even more branched out, thereby expanding our own field of listening according to what we absorb. Eventually, we also shape a whole new way of thinking (and acting).
¿Cómo te conectas con la música?
Los impactos y efectos psicológicos (tanto buenos como malos) que la música (letra y melodía) tiene en nuestras mentes ya han sido científicamente comprobados, y aunque no haya estudios ampliamente profundos sobre cómo sucede esto (de una manera más detallada), es seguro decir que todos nosotros (en algún grado) tenemos algún tipo de relación cercana con esta expresión de arte. Nuestra conexión con la música ocurre naturalmente, pero se activa esporádicamente.
Todo está conectado con alguna situación específica, y que quizás nosotros no reconozcamos porque estamos inmersos en la profundidad de un determinado momento. Por otro lado, sabemos que al hacer algún ejercicio escuchando música puede prolongar nuestras ganas de continuar haciendo aquella actividad. Así como asistir a un evento musical, donde un escenario dominado por las letras y los sonidos se vuelve aún más atractivo para nuestros oídos, y para nuestras mentes.
Si piensas un poco sobre esto, seguramente conseguirás identificar algunos episodios y acontecimientos que hacen que te conectes naturalmente (casi que de manera automática) con la música. Los momentos pueden ser buenos e incluso malos... Pero de alguna manera, la música puede formar parte de ellos en una escala de inmersión que no siempre conseguimos medir. Nuestro cerebro simplemente es “abrazado” por el arte y nuestro cuerpo “responde” físicamente. Todo es cuestión de percepción personal.
Particularmente hablando, pienso que cada persona debería descubrir cómo conectarse con la música (de una manera general). El poder de esta expresión artística (que no siempre necesita ser verbal para ser ampliamente sentida, de diversas maneras) es mucho mayor de lo que la propia ciencia todavía consigue entender, y ciertamente mucho mayor de lo que nosotros conseguimos absorber (considerando que hasta hoy, la totalidad funcional del cerebro humano todavía es bastante desconocida).
Es interesante percibir también cómo nuestras interacciones con la música dependen también de las recomendaciones de otras personas (tanto personalmente como a través de internet). Siendo así, el intercambio de ideas que nos hace descubrir nuevos tipos de sonidos es algo que se vuelve aún más ramificado, ampliando así nuestro propio campo de escucha de acuerdo con lo que vamos absorbiendo. Eventualmente, nosotros también vamos moldeando un nuevo tipo de pensar (y de actuar).
Como você se conecta com a música?
Os impactos e efeitos psicológicos (tantos bons quanto ruins) que a música (letra e melodia) tem em nossas mentes já foram cientificamente comprovados, e ainda que não haja estudos amplamente profundos sobre como isso acontece (de uma maneira mais detalhada), é seguro dizer que todos nós (em algum grau) temos algum tipo de relação próxima com essa expressão de arte. Nossa conexão com a música acontece naturalmente, mas é engatilhada esporadicamente.
Tudo está conectado com alguma situação específica, e que talvez nós não reconheçamos porque estamos imersos na profundidade de um determinado momento. Por outro lado, nós sabemos que ao fazer algum exercício ouvindo música pode prolongar à nossa vontade em continuar fazendo aquela atividade. Assim como ir a um evento musical, onde um cenário dominado pelas letras e sons se torna ainda mais convidativo para os nossos ouvidos, e para as nossas mentes.
Se você pensar um pouco sobre isso, certamente vai conseguir identificar alguns episódios e acontecimentos que fazem você se conectar naturalmente (quase que de maneira automática) com a música. Os momentos podem ser bons e até mesmo ruins... Mas de alguma maneira, a música pode fazer parte deles numa escala de imersão que nem sempre nós conseguimos mensurar. O nosso cérebro simplesmente é “abraçado” pela arte e o nosso corpo “responde” fisicamente. Tudo é uma questão de percepção pessoal.
Particularmente falando, eu penso que cada pessoa deveria descobrir como se conectar com música (de uma maneira geral). O poder dessa expressão artística (que nem sempre precisa ser verbal para ser amplamente sentida, de diversas maneiras) é muito maior do que a própria ciência ainda consegue entender, e certamente muito maior do que o que nós conseguimos absorver (considerando que até hoje, a totalidade funcional do cérebro humano ainda é bem desconhecida).
É interessante perceber também como as nossas interações com a música dependem também das recomendações de outras pessoas (tanto pessoalmente quando através da internet). Sendo assim, a troca de ideias que nos faz descobrir novos tipos de sons é algo que se torna ainda mais ramificado, ampliando assim o nosso próprio campo de audição de acordo com que vamos absorvendo. Eventualmente, nós também vamos moldando um novo tipo de pensar (e de agir).