This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
The "soap opera" of the presidential race in Brazil ends this coming Sunday. Finally, we will be free from watching so many empty clashes, childish socio-political-cultural behaviors, and fake news everyplace (both online and offline). The second round will elect the next president of Brazil, and we really couldn't be facing such a destructive choice; one that is gradually eroding the quality of life we live.
What we have today at the top of power is evidently bad (there's no denying that), but what could still come is infinitely worse. On one hand, we have a problematic government (which has been running this country for two decades; with fluctuating terms), governed by a party that has historically fostered various crimes of corruption... On the other hand, we have a government that flirts with the morality and ethics of the constitution itself, in addition to other crimes (the list of scandals is quite long).
Historically speaking, never before in the history of Brazilian politics has society been forced to choose between such a bad pair of representatives. It's not about the parties (because division will always exist); it's about who is at the forefront of these parties, raising a banner of ideologies that should represent the interests of the people. Literally, having to vote in this runoff is like being trapped in a snare or heading straight into one.
There are no positive forecasts here, because both the left and the right suffer from some systemic problems. No one is virtuous (at least not enough) to navigate this "political game" without leaving a trail of dirt. It's precisely within this scenario that society will need to choose between the two candidates who don't have much to offer; but the decision needs to go much further than just choosing a representative.
It's necessary to choose not to lose rights (of any kind); it's necessary to choose not to flirt with the chaos that political repression can cause; it's necessary not to give up on establishing class equality (at different levels); it's necessary to understand that political perfection will never exist... Much more than that, it's to understand the danger that lies on the other side of that door, and it's precisely what can make the entire national territory go back in time in a very frightening way (to say the least).
Escolhendo entre o sujo e o mal lavado.
La "telenovela" de la carrera presidencial en Brasil termina este próximo domingo. Finalmente, nos vamos librar de ver tantos enfrentamientos vacíos, comportamientos sociopolítico-culturales infantiles y noticias falsas por todas partes (dentro y fuera de internet). La segunda vuelta va a elegir al próximo presidente de Brasil, y realmente no podríamos estar ante una elección tan destructiva; que poco a poco, va corroyendo el nivel de calidad con el que vivimos.
Lo que tenemos hoy en la cima del poder es evidentemente malo (no se puede negar eso), pero lo que aún puede venir, es infinitamente peor. Si por un lado tenemos un gobierno problemático (y que desde hace dos décadas ya gobierna este país; con mandatos oscilantes), que es regido por un partido que históricamente alimenta diferentes crímenes de corrupción... Por otro lado, tenemos un gobierno que coquetea con la moral y la ética de la propia constitución, además de otros crímenes (la lista de escándalos es muy larga).
Históricamente hablando, nunca antes en la historia de la política brasileña, la sociedad se había visto obligada a elegir entre una pareja de representantes tan malos. No se trata de partidos (porque la división siempre existirá); se trata de quién está al frente de esos partidos, levantando una bandera de ideologías que debería representar los intereses de las personas. Literalmente, tener que votar en esta segunda vuelta es como estar atrapado en una trampa o ir directo a una.
No hay pronósticos positivos aquí, porque tanto el lado izquierdo como el lado derecho sufren con algunos problemas sistémicos. Nadie es idóneo (al menos no lo suficiente) para moverse dentro de este "juego político" sin dejar un rastro de suciedad. Es precisamente dentro de este escenario, que la sociedad necesitará elegir entre los dos candidatos que no tienen mucho que ofrecer; pero la decisión debe ir mucho más allá de solo elegir a un representante.
Es necesario elegir no perder derechos (de ningún tipo); es necesario elegir no coquetear con el caos que una represión política puede causar; es necesario no desistir de establecer una igualdad de clases (en diferentes capas); es necesario entender que la perfección política nunca existirá... Mucho más allá de eso, es entender el peligro que está al otro lado de esa puerta, y es precisamente lo que puede hacer que todo el territorio nacional retroceda en el tiempo de una manera muy aterradora (por decir lo menos).
Escolhendo entre o sujo e o mal lavado.
A “novela” da corrida presidencial no Brasil acaba neste próximo domingo. Finalmente, nós iremos nos livrar de assistir a tantos embates vazios, comportamentos sócio-político-culturais infantis e notícias falsas por todos os lados (dentro, e fora da internet). O segundo turno vai eleger o próximo presidente do Brasil, e nós realmente não poderíamos estar diante de uma escolha tão destrutiva; que pouco a pouco, vai corroendo o nível de qualidade com o qual nós vivemos.
O que nós temos hoje no topo do poder é evidentemente ruim (não há como negar isso), mas o que ainda pode vir, é infinitamente pior. Se por um lado nós temos um governo problemático (e que há duas décadas já comanda esse país; com mandatos oscilantes), que é regido por um partido que historicamente alimenta diferentes crimes de corrupção... Por outro lado, nós temos um governo que flerta com a moral e a ética da própria constituição, além de outros crimes (a lista de escândalos é muito longa).
Historicamente falando, nunca antes dentro da história da política brasileira, a sociedade foi obrigada a escolher entre uma dupla de representantes tão ruins. Não se trata sobre partidos (porque a divisão sempre irá existir); se trata sobre quem está a frente desses partidos, levantando uma bandeira de ideologias que deveria representar os interesses das pessoas. Literalmente, ter que votar neste segundo turno é como estar preso numa armadilha ou indo direta para uma.
Não há prognósticos positivos aqui, porque tanto o lado esquerdo quanto o lado direito sofrem com alguns problemas sistêmicos. Ninguém é idôneo (ao menos não o suficiente) para se movimentar dentro desse “jogo político” sem deixar um rastro de sujeira. É precisamente dentro desse cenário, que a sociedade precisará escolher entre os dois candidatos que não tem muito a oferecer; mas a decisão precisa ir muito mais além do que só escolher apenas um representante.
É preciso escolher não perder direitos (de nenhum tipo); é preciso escolher não flertar com o caos que uma repressão política pode causar; é preciso não desistir de estabelecer uma igualdade de classes (em diferentes camadas); é preciso entender que a perfeição política nunca irá existir... Muito além disso, é entender o perigo que está do outro lado dessa porta, e é justamente o que pode fazer todo o território nacional voltar no tempo de uma maneira muito assustadora (para dizer o mínimo).