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After its most recent trailer (and also Christopher Nolan's own statements, increasingly embarrassing by the way), I think The Odyssey will be a possible "victim" of its own "megalomaniacal obsession" with grandeur just in order to meet a kind twisted creative standards while, at the same time, trying to cater to a woke agenda (which is at the height of its popularity when we talk about representation within the movie industry). I'm not the only one who thinks this way. Negative comments about this movie are literally everywhere, and they're far more numerous than the positive ones (at least so far).
Nolan has complete control over his projects (at least his most recent ones). That means his vision dominates the entire movie. However, the "creative liberties" he is taking (on a large scale, in fact... because we're talking about controversies ranging from skin color issues to changes in ethnicities, including even alterations in grammatical and verbal structure that do not respect an ancient atmosphere, for example) could make his newest movie an extremely problematic product because of his own creative decisions. Where do the limits of artistic freedom lie? How expensive could this be in the short, medium, or long term?
Everything could have been resolved if Nolan had made it clear to the audience that the movie was "solely his personal" version of the events being told (with only loose inspiration from the original material). In other words, he could even have ventured into creating an entirely original adventure. However, the biggest problem here is that he is presenting the events (though obviously not all of them, since the movie has not yet been released) within the screenplay as a "new version" that appears to be more diverse in order to “serve” his own interests (which are focused on Oscars nominations).
It is certainly still far too early to say that Nolan has embraced "woke culture", but it is a fact that such a star-studded cast reinforces the idea that he wants to draw as much attention as possible to his work (which, visually, seems to be a technically flawless movie... something that is already expected from his productions; in other words... there are no surprises here), and that also includes making changes to accommodate the interests of the woke agenda. What began as a distant dream (since Nolan has had this project on the shelf for twenty years) could end up becoming a true nightmare.
Un precio muy alto a pagar.
Después de su tráiler más reciente (y también de las declaraciones del propio Christopher Nolan, cada vez más vergonzoso, dicho sea de paso), pienso que la película La Odisea será una posible “víctima” de su propio “arrebato megalomaníaco” de grandeza para satisfacer estándares creativos relativamente distorsionados y, al mismo tiempo, intentar responder a una agenda woke (que está en la cresta de la ola cuando hablamos de representatividad dentro de la industria cinematográfica). No soy el único que piensa así. Los comentarios negativos sobre esta película están literalmente por todas partes, y son mucho más numerosos que los comentarios positivos (al menos hasta este momento).
Nolan tiene el control total sobre sus proyectos (al menos sobre los más recientes). Eso significa que existe un dominio absoluto de su visión a lo largo de toda la película. Sin embargo, las “libertades creativas” que está adoptando (a gran escala, por cierto... porque estamos hablando de controversias que van desde cuestiones del color de piel hasta cambios de etnias, incluyendo incluso cambios en el orden gramatical y verbal que no respetan una atmósfera antigua, por ejemplo) pueden convertir su nueva película en un producto extremadamente problemático debido a sus propias decisiones creativas. ¿Dónde están los límites de la libertad artística? ¿Qué tan costoso podría ser esto a corto, medio o largo plazo?
Todo podría haberse resuelto si Nolan hubiera dejado claro al público que la película es una versión “únicamente personal” suya de los hechos narrados (con una breve inspiración en el material original). En otras palabras, incluso podría haberse aventurado a crear una historia completamente original. Sin embargo, el gran problema aquí es que está presentando los hechos (aunque no todos, obviamente... porque la película aún no se ha estrenado) dentro del guion como una “nueva versión” aparentemente más diversa para “atender” a sus propios intereses (que son centrarse en las nominaciones al Óscar).
Sin duda, aún es muy prematuro afirmar que Nolan se haya entregado a la “cultura woke”, pero es un hecho que un reparto tan estelar refuerza la idea de que quiere atraer la máxima atención hacia su trabajo (que, visualmente, me parece una película técnicamente impecable... un aspecto que ya se espera de sus producciones; es decir... aquí no hay sorpresas), y eso incluye también los cambios para responder a los intereses de la agenda woke. Lo que comenzó como un sueño lejano (ya que este proyecto lleva veinte años guardado en el cajón de Nolan) podría acabar convirtiéndose en una verdadera pesadilla.
Um preço muito alto a ser pago.
Depois do seu mais recente trailer (e também das declarações do próprio Christopher Nolan, cada vez mais embaraçosas por sinal), eu penso que o filme A Odisseia será uma possível “vítima” do seu próprio “surto megalomaníaco” de grandeza para atender padrões criativos relativamente distorcidos e, ao mesmo tempo, tentar atender a uma agenda woke (que está na crista da onda quando falamos sobre representatividade dentro da indústria cinematográfica). Eu não sou o único a pensar assim. Os comentários ruins sobre esse filme estão literalmente por todos os lugares, e são bem mais numerosos que os comentários bons (até este momento).
Nolan tem o controle total sobre seus projetos (ao menos sobre os projetos mais recentes). Isso significa dizer que uma dominância sobre a versão dele existe no filme inteiro. No entanto, as “liberdades criativas” que ele está adotando (em larga escala, aliás... porque estamos falando de controvérsias que vão desde a questões de cor de pele até mudanças de etnias, que inclui até mudança de ordem gramatical e verbal que não respeitam uma atmosfera antiga, por exemplo) pode tornar o seu mais novo filme em um produto extremamente problemático pelas suas próprias decisões criativas. Até onde vai o limite da própria liberdade artística? O quanto caro isso pode custar em curto, médio ou longo prazo?
Tudo poderia ter sido resolvido se Nolan tivesse deixado claro ao público que filme é uma versão “unicamente pessoal” dele sobre os fatos narrados (com uma breve inspiração no material original). Em outras palavras, ele poderia ainda se aventurar em criar até mesmo uma aventura original. No entanto, o grande problema aqui é que ele está vendendo os fatos (ainda que não todos, obviamente... porque o filme ainda não foi lançado) dentro do roteiro como uma “nova versão” aparentemente mais diversa para “atender” aos seus próprios interesses (que é focar nas indicações ao Oscar).
Certamente ainda é muito prematuro falar que Nolan tenha se vendido a “cultura woke”, mas é um fato dizer que um elenco tão estrelado reforça a ideia dele em querer uma máxima atenção ao seu trabalho (que visualmente, me parece ser um filme tecnicamente impecável... um aspecto que já é esperado em suas produções; ou seja... não há surpresas aqui), e isso inclui as mudanças para atender também aos interesses da agenda woke. O que começou como um sonho distante (já que esse projeto está na gaveta do Nolan há vinte anos), pode acabar se tornando um verdadeiro pesadelo.