This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
For a period of just over a month, the TV and radio schedule here in Brazil undergoes a “weird” change in its daily programming, because it's an election year and, due to a nefarious obligation imposed by legislation that is part of the “democratic” process, it's necessary to “offer” a certain amount of time on each media outlet. For a strategically calculated financial amount (so to speak), candidates for political office buy visibility.
Amid a flood of truly incompetent names (in broad senses), the public is “forced” to watch (and listen to) a bunch of poorly made speeches, with no legitimacy whatsoever regarding what each of them actually stands for. Literally, it is ridiculous that we are forced to watch this... It all seems like a horror movie with a script and direction worse than films with independent productions. This happens in the early afternoon, and again at night.
The vast majority of the population that does not have access to other channels (such as subscriptions to personalized channels or the availability of streaming services) has no alternative but to turn off the television (or radio) during these very inconvenient moments (to say the least). Without a doubt, it is terribly concerning to realize that society is forced to exercise a democracy in which the modus operandi is practically coercive.
No horror movie can be immensely repulsive (nor so diabolically creative) as this type of programming, because it is during this period that we see what is worst within the Brazilian political sphere (mainly because these are the new names that will become part of the “dome of fear”, and names seeking to renew their mandates). The worst part is that through the internet, all this programming is also (unfortunately) widely exposed.
Una programación infernal.
Durante un período de poco más de un mes, la programación televisiva y radiofónica aquí en Brasil sufre un “extraño” cambio en su programación diaria, porque es año electoral y por una nefasta obligatoriedad impuesta por la legislación que es parte del proceso “democrático”, es necesario “ceder” un determinado tiempo en cada medio de comunicación. Por una cantidad financiera estratégicamente calculada (por así decirlo), los candidatos a cargos políticos compran visibilidad.
En medio de una avalancha de nombres realmente incompetentes (en amplios sentidos), el público es “obligado” a asistir (y escuchar) un montón de discursos mal hechos, y sin ninguna legitimidad en lo que respecta a lo que cada uno de ellos realmente defiende. Literalmente, es ridículo que nos obliguen a asistir a esto... Todo parece incluso una película de terror con un guion y una dirección peores que las películas con producciones independientes. Esto ocurre a primera hora de la** tarde**, y más por la noche.
La gran masa de la población que no tiene acceso a otros canales (como las suscripciones a canales personalizados o la disponibilidad del servicio de streaming) no dispone de ninguna otra alternativa que apagar la televisión (o la radio) durante esos momentos tan inoportunos (por decir lo mínimo). Sin dudas, es terriblemente preocupante percibir que la sociedad está obligada a ejercer una democracia cuyo modus operandi es prácticamente coercitivo.
Ninguna película de terror consigue ser inmensamente repulsiva (y ni siquiera tan diabólicamente creativa) como este tipo de programación, porque es durante este período que nosotros vemos lo peor que hay dentro del ámbito político brasileño (principalmente porque se trata de los nuevos nombres que formarán parte de la “cúpula del miedo”, y de nombres que buscan una renovación de mandato). Lo peor es que a través de internet, toda esa programación también está (lamentablemente) ampliamente expuesta.
Uma programação infernal.
Durante um período de pouco mais de um mês, a grade da televisiva e radiofônica aqui no Brasil sofre uma “estranha” mudança na sua programação diária, porque é ano eleitoral e por uma obrigatoriedade nefasta importa pela legislação que é parte do processo “democrático”, é preciso “ceder” um determinado tempo em cada veículo midiático. Por uma quantia financeira estrategicamente calculada (por assim dizer), os candidatos a cargos políticos compram visibilidade.
Em meio a uma enxurrada de nomes realmente incompetentes (em amplos sentidos), o público é “forçado” a assistir (e ouvir) um monte discursos mal feitos, e sem qualquer legitimidade no que diz respeito ao que cada um deles mesmo defendem. Literalmente, é ridículo sermos obrigados a assistir isso... Tudo parece até um filme de terror com um roteiro e uma direção piores do que os filmes com produções independentes. Isso acontece no início da tarde, e mais à noite.
A grande massa da população que não tem acesso a outros canais (como as assinaturas de canais personalizados ou a disponibilidade do serviço de streaming) não dispõe de nenhuma outra alternativa a não ser desligar a televisão (ou o rádio) durante esses momentos muitos inoportunos (para dizer o mínimo). Sem dúvidas, é terrivelmente preocupante perceber que a sociedade é obrigada a exercer uma democracia onde o modos operandi que é praticamente coercitivo.
Nenhum filme de terror consegue ser imensamente repulsivo (e nem tão diabolicamente criativo) quanto esse tipo de programação, porque é durante esse período que nós enxergarmos o que há pior dentro do âmbito político brasileiro (principalmente porque se trata dos novos nomes que farão parte da “cúpula do medo”, e de nomes que buscam por uma renovação de mandato). O pior é que através da internet, toda essa programação também é (infelizmente) vastamente exposta.