Ondas correndo por mim
me puxando para as águas
lavando meus pecados,
Engolindo minha culpa profundamente.
Sal deslizando nos meus poros
areia agarrada à minha pele
geléia pungente salvando minha alma,
me persuadindo de volta ao presente.
Ventos selvagens acenando minha matriz de cabelo,
pele queimada devido a muita diversão sensual,
Brisa de Verão relaxando meus pensamentos,
Pôr do sol enviando calafrios em minha sanidade.
Sacudiu furiosamente para o futuro agora,
implorando para sonhar por mais algum tempo,
Segurando que ele não desapareceu, não se afogou.
Segurando que não estou obrigado a ficar sozinho de novo.