Estrias vermelhas de crescimento, um trovão com raiva
Uma assinatura de um pintor deprimido, pintando a dor
E alegria da vida, dada como surpresa
Oh amante da fé e ironia
Dar vida como o ventre e os seios da mãe
Abertura ampla e fluente testemunha
Uma caixa de ferramentas do que está por vir
Vivendo em um medo constante de ser vulnerável
Não percebendo que ela cresceu uma juba e um território
De um corpo de casca, esvaziado constantemente, dilacerado, costurado de volta
Uma coleção de cicatrizes está marcada por contos ou fugas futuras
Cicatrizes tornam-se ela, mãe, provedor