Olá galerinha,
Esse é meu primeiro post aqui na page e antes de tudo irei me apresentar. Me chamo Fernanda, mas prefiro ser chamada de Nanda. Tenho 21 anos nascida no Estado de São Paulo e criada em São Bernardo do Campo. É muito bom fazer parte desse universo de novidades, dicas, debates ..... Mas hoje resolvi voltar meu primeiro post aos meus queridos Border. O transtorno já se tornou muito conhecido, existe milhares de blog's, paginas no facebook, instagram etc... Que falam sobre o transtorno e também os próprios afetados expõe nos mesmos como é ser um border no dia a dia rs.... Por que escolhi falar sobre isso aqui! Bom, por mais conhecido que seja ainda há muitas pessoas que não conhecem o transtorno e talvez na sua família exista um afetado. E pelo fato de ninguém saber, seja difícil muito difícil a convivência no dia a dia com essa pessoa. Que por mais que você a ame veja ela como uma pessoa,grudenta, chata, melancólica, enlouquecida e completamente impulsiva!
Lembrou de alguém ai ???
Pois é, talvez o problema dela chega mais grave do que você imaginava.
Existe pessoas que necessitam de cuidados especiais, cuidados internos, cuidados na alma, no coração . Naquelas feridas que nunca cicatrizaram! E as vezes o remédio é mais simples do que parece, um abraço, uma conversa, um colinho é sempre um remédio muito bom!
Os sintomas
• Enorme medo e consequentes esforço para evitar o abandono (real ou imaginário);
• Um padrão de relações intensas e instáveis com familiares e amigos, muitas vezes passando de extrema proximidade e amor (idealização) a extrema raiva (desvalorização);
• Autoimagem ou sensação de si distorcida e instável;
• Comportamentos impulsivos, como gastar dinheiro demais, sexo inseguro, abuso de substâncias, direção imprudente e compulsão;
• Comportamentos ou ameaças suicidas recorrentes ou comportamentos de automutilação, como cortes;
• Humor altamente variável, mudando dentro de algumas horas a alguns dias;
• Sentimentos crônicos de vazio;
• Raiva imprópria, intensa ou desproporcional;
• Tende a ter pensamentos paranóicos (de perseguição) quando estressadas;
• Sintomas dissociativos, como sentir-se fora do corpo ou perder contato com a realidade
Entre outros! Então se conhece alguém que se encaixa nas características, procure ajuda-la, e entender melhor da doença, que não tem cura mas pode ser tratada com paciência e amor.
Obs : Procure sempre ajuda profissional.