A campanha publicitária do Banco do Brasil, que tinha diversidade como tema, foi proibida pelo presidente. Em sequência, foi declarado que toda campanha publicitária deve passar pelo presidente antes de ser liberada.
A censura na imprensa já estava muito mais forte que o de costume, Ricardo Boechat que o diga, e esse ato inconstitucional constrói com ainda mais força o caminho para a ditadura militar. A decisão foi tomada pelo general Santos Cruz, ministro da Secretaria de Governo.