Confundo-te comigo, meu querido.
Em cada dança de palavras lembro-me de ti e esqueço-me de mim mas conheço-me sempre mais um pedacinho.
Em cada pré entrega dás-me solidão e medo, decoro que não te quero mais perto de mim, não assim: doloroso e preocupado em mim.
Em cada aplauso ouço-te a acordar-me, a pedir-me desculpa por me teres assustado e sorris com o olhar doce que tens.
Viverás sempre em mim, meu doce teatro, nesta confusão bonita entre aquilo que és e aquilo que me fazes ser.
(obrigada!)
texto, amor e imagem by @osazuisdela