Energia emprestada, palavras emprestadas
Um grão de areia no mar
Lágrimas, risos, suor e sangue
Uma folha caída da árvore
Água rujida presa em vidro
Uma metáfora de clichê
Energia emprestada, palavras emprestadas
Isto e nada mais
Nunca sozinho, sempre solitário
Procurando por uma saída
Da gaiola, minha mente está criada
Da raiva e da dúvida
Minha mãe não merece essa mágoa
Ninguém faz senão eu
Energia emprestada, palavras emprestadas
Sempre corte tão profundo
Não é uma mentira para fingir que estou feliz
Para fingir que estou bem
Se eu fingir o suficiente, ele se tornará real
Ou é o que as pessoas dizem
Estou melhorando para me convencer
Mas todo bruise lembra
Dos tempos em que o folheado dobrou
E o diabo trancado dentro
Explodiu sua gaiola e cuspiu seu veneno
Consegui empurrá-lo de volta
Energia emprestada, palavras emprestadas
Um dia neles me afogarei
Eu sou amor e estou ansiando
Dezesseis anos muito cedo
Estou sangrando, queimando, queria
Pela lua arrependida
Estou ancorado à Terra
E puxou para o céu
Energia emprestada, palavras emprestadas
Nos meus sonhos
Eu voo.