Como posso retornar
Para um mundo que nunca estive?
Onde está a esperança
Em armadilhas sem curvas de fantasia singular?
Em pé sobre um limiar,
Medos desconhecidos tomam conta
Lembrando os futuros incontáveis
Conhecendo algo desses caminhos sem truta
E o sacrifício a ser visto
Eu recuso conscientemente
Na sombra
Eles concedem com força.
Saindo do meu sono
Afecções de peças iguais
E dúvida incondicional.