## Docentes de ensino fundamental e médio, um conselho e um pedido como sofrido aluno...
Tratem seus alunos com a paciência que vocês pedem a Deus, não a peçam, tenham-na, cultivem-na! Talvez vocês não compreendam a importância que exercem na vida de um aluno e principalmente, no aluno que é criança. Descartar um aluno, ou desencorajá-lo, simplesmente por ele errar contas e tem travamentos em provas [o que muitas vezes pode ser sinal de uma neuropsicopatologia mais séria do que pensam], que convenhamos, é o que a maioria faz, é uma atitude inteligente?! Não, não é!
Muitas vezes, um aluno que você descartou, pode perecer por toda a vida em testes e provas, porque os senhores, o menosprezaram, ao invés de como professores ajudarem-no.
Se queriam ser docentes e seguir o ofício, caso realmente tivessem tal intento, deveriam entender que tal qual um engenheiro vocês, enquanto educadores, tem uma folha em branco nas mãos e precisam fazer dela um projeto real e funcional, vocês podem até ser menosprezados enquanto profissionais no que tange a remuneração, Contudo entender o valor de sua profissão, é fundamental, vocês são ### engenheiros de sonhadores, este deveria ser o nome do docente!
Engenheiros de sonhadores? Sim!##
Quando um projeto de um engenheiro não dá certo, ele busca os porquês, revê o blue print, confere as estruturas em CAD, verifica a planta baixa, a elétrica, a hidráulica e volta até o cerne do projeto, investigando até aquele sketch inicial que desenhou, muitas vezes em um guardanapo enquanto jantava pizza programava com a outra mão e assistia Star Trek.
Mas e vocês? Como engenheiros de sonhadores, investigam quando um aluno vai mal, buscam saber o por quê da nota baixa? O porque da Zombaria em sala de aula? Buscam os problemas que ele tem na criação, ou os excessos? Buscam como podem ajudar aquele aluno a evoluir? Ou simplesmente o descartam e o alcunham incapaz porque ele erra contas aqui e acolá e estes erros se multiplicam? Ou porque ele é muito alegre e carinhoso, mas mal aluno, vocês dizem... Um menino tão bonzinho, pena que é chucro. Não escondam, sei que fazem isso, já sofri e vi outras pessoas sofrerem porque vocês fizeram maus projetos, engenheiros de sonhadores, é triste ler a verdade, mas a dor maior vem só uma vez.
Se vocês querem ter a melhor profissão do mundo, que é, sem dúvida, a de docente, ou perdão, a de engenheiros de sonhadores, procurem buscar > o cerne do problema, procurem conversar com seus alunos, como amigos, não os vejam como meros cifrões ou qualquer coisa similar, vocês tem o ofício de formar e dependo do seu nível docente até de criar pessoas de bem, de corrigir quaisquer falhas destes alunos na época mais importante da vida deles. Vocês tem o poder de apagar o que o coleguinha maldisse dele, a ofensa, tem o poder de investigar e punir propriamente, todavia, com discernimento o colega que rechaçou o outro, com certo certo esforço demasiado até entender a razão de um conflito interdiscente ter ocorrido. Tem o poder de ensinar com sorriso no rosto àqueles pequenos que tem melancolia nos olhos, que se entristecem com tudo e que acreditam que jamais serão ninguém por suas notas. Por falar nelas, o que avaliam de fato? Imagine se tudo o que você, docente... Ah sim, perdoe a falta de discrição, engenheiro de sonhadores, fosse avaliado por cada ação performada no dia a dia, desde o acordar até perto de ensejar o sono, pois é... Seria um caos não? Ou receberiam 10 em tudo? Será? Menosprezar a filha mais velha por ter feito algumas escolhas erradas e ter tido um filho com um estapafúrdio e retardatário o qual talvez seja simplesmente mais uma vítima de uma docência deficiente. E aquele filho que tinha o intento de ser engenheiro aeroespacial, mas sempre ia mal em exatas por ser portador de TDAH, dislexia e discalculia, aquele que no meio do caminho tropeçou em entraves militares, sempre de cronologia, pois ninguém quer pagar aposentadoria para um 1° tenente da AEB que se aposentou cedo demais, aquele que em meio a todos esses entraves, ainda perdeu o tio, perdeu pessoas queridas e perdeu a si mesmo na busca por ser algo que a sociedade jamais quis para ele? Um médico renegado pelo pai dos 0 aos 7 anos, com o background de um engenheiro, experiência com fracasso no nível de um nômade e resiliência de um touro, por ainda não ter desistido e ainda aos 27 anos estudar TUDO que há e haverá...Qual nota você se daria, professor, em um caso desses?
Sabem, meus caros colegas de profissão,
[sim, pois apesar de não ter o diploma de pedagogo, eu sou professor particular de matemática, física, biologia, inglês e python, [por que não?]]
Aquele aluno que vocês menosprezam hoje ou o fizeram ontem, ou farão amanhã poderia ser a próxima Tábata Amaral Pontes do Brasil, pois com o incentivo certo, eles conseguem chegar onde pretendem, porém tal incentivo deve vir no início, não no fim, Uma vez que ao findar-se, poderá ser tarde demais e tenha a certeza que será.
**> Um aluno considerado pelos docentes como ruim é algo bom?
SIM! ABSOLUTA E INDUBITAVELMENTE SIM!**
Não existe aluno ruim, existe docente que não olhou para os problemas do aluno como olharia para um filho e NÃO tentou resolvê-los. Muitas vezes, as crianças não vão lhes dizer as coisas, elas têm medo, meus caros, muito medo, ao mesmo tempo que sonham sem limites e sem medo, elas têm medo dos limites que a vida real lhes impõe, por isso as crianças não irão até vocês contar o que há, vocês tem de ir até elas e investigar até o fim para que aquele problema seja enfim sanado, como amigos que querem ajudar, não como figura superior que tudo sabe e tudo antevê.
Afinal, vocês anteviram a sindemia que vivemos causada pelo Sars-Cov-2 e suas variantes? Não... Pois advinhem só, um dos excluídos que jamais seria nada como vocês diziam anteviu, pesquisou vacinas ajudou a Universidade de Stanford a criar uma plataforma vacinal de nanopartículas para distribuir vacinas pelo mundo todo com alta tecnlogia, um desses excluídos anteviu, e quem o ouviu e ouviu a OMS, hoje está vivo e trabalhando normalmente, quem não o fez, ou já veio a óbito, ou pior... Mataram por falta de responsabilidade a avó daquele que fez todo o supracitado e ainda foi rechaçado ao sair de jaleco, máscara, luvas e faceshield para distribuir máscaras aos mais necessitados 2 dias antes de a pandemia alcançar o Brasil... Mas isso é coisa para um outro dia de caramel macchiatto, se bem que nem energia podemos ter certeza se teremos para ligar a cafeteira.
Voltando ao assunto principal...
Vejam... É deveras cômodo e fácil, perceber o aluno com destaque, levá-lo a olimpíadas e torná-lo alguém com ego tão inflado que chega a ser arrogante posteriormente, no ensino médio, faculdade e vida adulta [infantilizada]. **Mas pensem... E o aluno cabisbaixo? E o bagunceiro? E o que, como muitos de vocês dizem "não querem nada com nada"? E aqueles que tem dificuldades pontuais que não os deixam progredir? Ou pior, e aqueles que tem o bloqueio mental imposto por um comportamento repressor em casa ou mesmo, sinto informar, por vocês? Devem mesmo ser ignorados? **
Não! É ali que está o futuro da nação, prezados, o desafio de vocês é tirar o aluno dali e torná-lo olímpico e um rapaz ou moça de bem, que ajuda as pessoas, que é útil e sente prazer em assim ser, esse é o ofício que vocês escolheram, façam-no corretamente, por favor. É neles que muitas vezes surge um autodidatismo e resiliência sem par! Ou...
Ou vejam seus ex alunos abarrotarem cursinhos pelo Brasil a fora, julgando - se incapazes, mesmo tendo estudado muito e feito livros daquele assunto. Obviamente eles estão tentando corrigir erros do passado e sem dúvida conseguirão, erros cometidos por vocês. Então eu lhes pergunto, por que não evitar o sofrimento deles de antemão com tudo que ponderei acima? Essa sim eu chamaria de atitude heroica, de um homem de bem, uma mulher de bem, pessoa de bem, > engenheiro(a) de sonhadores, isto SIM é ser professor! A razão do texto, é porque vejo o insucesso de muitos estudantes muito dedicados e que reafirmam o compromisso mais fortemente todos os anos com seus estudos e em breve conversa, percebo que o problema esteve no cerne, não deles, mas em seus docentes... Então resolvi fazer o apelo diretamente a eles, para ver se de desenvolvem um pouco de compaixão e empatia e param de abarrotar seus alunos de afazeres [muitas vezes inúteis, pois nós verdadeiros engenheiros de sonhadores sabemos que a quantidade ótima de exercícios para se treinar um conteúdo é 5 caso seja simples, 10 caso envolva conhecimento prévio e 15 se por ventura tal assunto envolver alta complexidade e exigir demais da neuroplasticidade e capacidade sináptica do aluno.] **Posto que caçamos, aprendemos, erramos, caímos e levantamos, inventamos, reinventamos, e acima de tudo antes de sermos engenheiros de sonhadores (professores) já fomos e ainda continuamos sendo por dentro sonhadores (alunos) e crianças sedentas pelo que está por vir, para fazermos tudo denovo. **
E você? É um engenheiro de sonhadores ou só mais um docente, uma cópia do que vemos por aí?
Um aluno uma vez me chamou de engenheiro de sonho, e eu adaptei para engenheiro de sonhador. Se tiver chegado até aqui, obrigado, guerreiro(a) espero ter mudado sua visão sobre a docência. Deixa seu comentário, joinha e me segue aqui, não posto sempre, mas quando posto são coisas assim! Uma forte cotovelada e ao sair, ponha sua máscara PFF2, mesmo que esteja vacinado. :)
Pode ver meu trabalho ```
aqui no face:
https://www.facebook.com/1489644637808313/posts/2630034953769270/
e
aqui no Youtube: https://youtube.com/JUSTDOITAIME