No cotidiano de um lar
“Jorge, que cê tem?”
“Eu? Nada… mas…”
“Mas, o quê? Parece amuado… que se passa com você?”
“Esse dia cinza, a ausência de luz, de mãos, de leite morno…”
“Ah Jorge, sai dessa, meu! Anda aqui e joga a bola ou ataca a lã e tudo passa!”
“És tão clichê.”
(Grumpy face)
“Clichê, Eu? Que nada, apenas me divirto com pouca coisa. Mas… espera, pensa pelo lado positivo, pelo teu nome, não és o Amado? O Jorge Amado? Faça jus ao seu nome, cara!”
Sarcasmos ligados em 1…2…3:
“Esses humanos são foda… labrador Zé do Caixão, ninguém merece… pô, Jorge, cê também não ajuda, agora me colocou pra baixo.”
“Seja sábio, meu amigo, senta aí, acende o teu osso, porque a mesma mão que afaga é aquela que te apedreja…”
“Estás mesmo numa treta profunda hoje, Jorge. Deviam te chamar de Jorge Amador, aquele que ama a dor.”
“Zé, não faz graça não… sou gato, mas te ponho no Caixão.”
“Vocês gatos…”
Bailando… 🎶🎶
“Nós gatos já nascemos pobres, porém já nascemos livres…” 🎶🎶
E Jorge, finalmente, coloriu seu dia.